30.12.05

The best of the world


Ronaldinho Gaúcho ao lado do melhor do mundo.

26.12.05

Que bosta de natal


Parece que, a cada ano que passa, o tão comentado espírito de natal fica cada vez mais insignificante. O meu, por exemplo, já foi pro saco há muito tempo. Nunca fui muito fã do natal ou de qualquer festa que a gente tenha que estar feliz pela simples obrigação de estar feliz. Aliás, acho natal totalmente depressivo. Se a família não se reúne durante o ano todo, pra que se reunir no natal? Um monte de gente brigando pra ver quem leva o troféu de campeão do cinismo. Aliás, acho que tirei o último lugar esse ano.

Mas acredito que eu não seja o único. Até mesmo nas ruas a gente nota a falta do espírito de natal. Não só pela diminuição visível das decorações e luzinhas, mas pela total falta de bom humor das pessoas que se acotovelam nos shoppings atrás de presentes que comprometam o menos possível o orçamento do mês seguinte.

E eu sou uma delas.

Até mesmo as crianças de rua acabam sendo vítimas inocentes desta falta de espírito natalino. Antigamente, não era raro vermos pessoas parando seus carros nas sinaleiras ou nas entradas das vilas e descarregando centenas de presentes para aqueles menos favorecidos. Num gesto talvez de descargo de consciência por tudo aquilo que deixaram de fazer durante todo o ano, como se estivessem pagando mais uma parcela daquele tão sonhado lugar no paraíso divino.

Portanto, vá à merda neste natal e vá se fuder neste ano novo

22.12.05

Entrevista histórica


Vale a pena clicar na imagem ao lado e fazer o download de um dos mais espetaculares vídeos da história da TV brasileira.

Confesso que escorreram lágrimas dos meus olhos... da tanto rir.

Eu recomendo (aumente o volume).

20.12.05

Melhor do mundo


Eleito pela Fifa o melhor jogador do mundo pela segunda vez.
Merecidíssimo.

Ronaldinho, se acessares meu blog, deixa um recado pra mim.

19.12.05

Isto é uma foto


Por mais que não pareça, é uma foto.
Incêndio na Bitterroot National Forest, em Montana.

Isso é real


"Não pude suportar a dor da morte de minha mulher, então trouxe-a de volta para casa". Assim começa o depoimento do viúvo Jeff Green, 32, que vive no Arizona - EUA. A encaixotada tinha um problema de nascença no coração,que causou sua morte prematura aos 29 anos. As últimas palavras da esposa, dizendo que iriam se reencontrar no céu, não foram suficientes para aplacar a tristeza de seu apaixonado marido. No funeral, em um ato desesperado, Jeff decidiu que não a deixaria ir. Chamei o responsável pelo cemitério e contei como me sentia. Entrei com um pedido e consegui uma permissão especial para mantê-la em casa. Parece estranho, mas prefiro tê-la comigo a enterrá-la sob sete palmos de terra. Ela tinha um ótimo senso de humor, tenho certeza que ela iria adorar ser a minha mesa da sala". Jeff encomendou um caixão especial que impede a decomposição do corpo, todo em vidro. "Custou-me mais de 6 mil dólares, mas eu pagaria o dobro para tê-la de volta em casa". "Algumas pessoas deixaram de frequentar minha casa porque têm medo dela, mas meus verdadeiros amigos respeitaram minha decisão e já se acostumaram a vê-la aqui, além disso é uma bela peça de decoração".

O dia em que o Olímpico virou Bombonera



15.12.05

12.12.05

7.12.05

Bah...pesado

Marca no asfalto


Fazia algum tempo que vinha notando a pintura de borboletas brancas no asfalto de algumas avenidas de Porto Alegre...
Hoje descobri tratar-se de uma iniciativa da Fundação Thiago Gonzaga que marca o exato local onde uma vida se perdeu por acidente de carro.

Certamente passarei a ver estas borboletinhas com outros olhos.

6.12.05

La copa se mira y se toca


Troféu de Campeão Brasileiro da Série B (recém saído do forno).
Posso não ter entrado em campo, mas certamente um pedacinho dessa taça é minha.

5.12.05

Pé quente em Recife


Já havia decidido. Não adiantava tentar fazer com que eu voltasse atrás. Eu sei que tenho muito trabalho mas estava em dívida com o meu time do coração. Há mais de dois anos que eu não aparecia e esse era o momento certo. Além do mais, não poderia deixar de atender a tantos pedidos.
Achei minha camisa no fundo do armário. Não é a nova, mas trás boas recordações. Estava com ela naquele jogo contra o Corinthians, no Morumbi, na final da Copa do Brasil de 2001. Lembra? Aliás, aquele foi meu último jogo.
Dia de sol e calor em Recife. Com aquelas praias lindas, não resisti a um bom banho de mar pela manhã. Realmente eu tinha feito um ótimo trabalho.
Cheguei cedo aos Aflitos. Estádio pequeno, acanhado. Muito pior que o estádio da Ilha do Retiro, do Sport, que conheci no primeiro jogo da final da Copa do Brasil de 1989. Nos colocaram em um cantinho, atrás do gol, à direita do pavilhão. Estádio lotado, pressão de todas as partes. O jogo começou tenso. O time nervoso em campo, a torcida nervosa na arquibancada. Lance de perigo na área gremista e explosão da torcida adversária. Atônito, perguntei para um cara sem camisa ao meu lado que estava com um radinho na orelha:
- O que houve?
Ele resmungou:
- Pênalti.
O árbitro havia marcado penalidade máxima contra o Grêmio.
Prontamente falei:
- Não esquenta, vai errar.
Estiquei o pescoço para tentar ver a cobrança. O chute foi forte mas a bola estourou no poste. Delírio da torcida gremista que comemorou como se fosse um gol. O cara com o radinho na orelha pulou no meu cangote e gritava: “Tu é mago! Tu é mago!”.
Depois do pênalti perdido, o Náutico ainda teve duas grandes chances. Galatto salvou.
Estes talvez tenham sido os melhores lances da primeira etapa.
Me surpreendi com a qualidade desse jovem goleiro gremista.

Antes do início do segundo tempo, perguntei para o cara do radinho:
- Por que o Ricardinho não voltou?
- Sei lá, foi a resposta.
Lamentei por ter esquecido meu rádio.
- E quem é aquele alemãozinho? Perguntei já me dirigindo para outros torcedores. O gorducho de boné respondeu sem tirar os olhos do gramado:
- É o Lucas. Sobrinho do Leivinha.
Realmente eu precisava me atualizar mais.

O Náutico voltou determinado a vencer o jogo. O Grêmio recuou tentando manter o empate que dava a classificação.A cada gol perdido pela Portuguesa que jogava contra o Santa Cruz na outra partida, o cara do radinho soltava um palavrão. Achei interessante conhecer alguns xingamentos típicos do nordeste.
Aos 15 minutos, o técnico gremista colocou o Anderson em campo. Finalmente poderia ver ao vivo aquele menino de quem falavam maravilhas. Na frente de Galatto, o atacante Kuki perdeu um gol incrível. Essa eu tirei com os olhos!
Os donos da casa tentam mais um ataque pela direita. A bola bate na mão de Escalona que é expulso.
A apreensão está estampada na cara de cada gremista.
Dois minutos depois, o árbitro não marca uma penalidade sobre um atacante pernambucano.
O gordo de boné tira os olhos do gramado pela primeira vez e sussurra baixinho em minha direção tapando a boca com as mãos talvez para que o árbitro não escutasse:
- Foi.
Eu respondi:
- Foi, mas ele não deu.
Não deu aquele. Mas não demorou muito para prevalecer a lei da compensação. Num lance rápido, lá do outro lado da área, uma suposta mão na bola do Nunes. Ele deu pênalti. Bateu o desespero. Dirigentes invadindo o campo, jogadores pressionando o árbitro. Deu até vontade de intervir mas prometi que ia me conter.
Nunes, Patrício e Domingos expulsos na confusão. Só sete jogadores em campo contra 11 do Náutico. O gordo de boné sentou pela primeira vez e ali ficou. Olhando pro chão tentando acertar cascas de amendoim dentro de um copo de refrigerante cheio de xixi. O cara do radinho tentava enfiar o aparelho dentro do ouvido para ver se escutava o nome de quem havia sido expulso e quantos eram.
Depois de quase meia hora de bola parada, o lateral do Náutico ajeitou na marca da cal para fazer a cobrança.
No segundo degrau da arquibancada, um jovem torcedor identificado com a Alma Castelhana se virou, olhou em minha direção e gritou:
- Faz alguma coisa!
Mas “fazer o que?” pensei.
Quando o jogador partiu pra bola, escutei alguém dizer as minhas costas:
- Não esquenta, vai errar.
Galatto se atirou para o canto esquerdo e defendeu com as pernas.
Incrível a loucura que tomou conta dos torcedores gremistas. Muitos corriam pra cima e pra baixo sem saber o que fazer. O cara do radinho tentava recuperar as pilhas que haviam caído e dizia:
- Espera cobrar o escanteio. Espera cobrar o escanteio.
Olhei para trás em busca do dono daquela voz que havia repetido as minhas proféticas palavras do primeiro pênalti.
Tentando se esconder atrás do gordo de boné, lá estava ele.
- Só podia ser você! Exclamei sorrindo.
Eurico Lara desceu dois degraus e veio em minha direção.
- Oi Mestre, o pessoal lá de cima disse que eu ia te encontrar aqui - Falou me abraçando e completou - O que achou da defesa? Perguntou com um sorriso maroto de quem acaba de fazer arte.
- Tu não tem jeito mesmo, suspirei.
A apreensão era tanta que a torcida gremista passou a acompanhar o desfecho final em completo silêncio.
- Vai ser difícil agüentar a pressão com apenas seis jogadores na linha, disse Lara me olhando de canto de olho para ver a minha reação.
Devolvi a olhada e caí na gargalhada quando ele deu aquela balançada de sobrancelha como se estivesse perguntando “Tá. E aí? Vai ficar nisso?”.
- Não posso, lamentei.
Ele me olhou e apelou:
- O Senhor está me devendo essa desde aquele jogo contra o Ajax em 95 que não quis que a gente fosse.
O cara do radinho me olhou. Olhei pra ele, olhei pro Lara. Suspirei:
- Tá bom, tá bom. Deixa esse finalzinho comigo.
Anderson desceu com a bola pela esquerda e foi derrubado na frente do banco de reservas tricolor. Cartão vermelho para o zagueirão pernambucano.
Abatidos pela penalidade perdida e com pouco tempo para tentar um gol, os jogadores do Náutico não se deram conta quando a falta foi batida com rapidez. Em velocidade, Anderson passou por dois e largou a bola no fundo das redes.
Grêmio 1 a 0!
Nova loucura nas arquibancadas. O espacinho destinado ao torcedor gremista ficou pequeno para tamanha festa. Nessa hora, o cara do radinho já havia rolado até o alambrado e, com as costas esfoladas, estava abraçado ao policial militar que tentava se desvencilhar.
Olhei pro Lara e disse:
- Gostou? Grande vitória, né?
Com o espanto na cara, balançou a cabeça positivamente.
- Graças a Deus. Graças a Deus.
Com a missão cumprida já não restava mais nada a fazer ali e ainda tinha muito trabalho acumulado para resolver.
- Vamos comigo? Perguntei.
- Ainda não. Vou dar um pulo lá no Sul para ver como está a festa.
- Então faz um favor. Antes de subir, passa ali no Olímpico e me compra uma camisa nova da Puma. Depois a gente acerta.

28.11.05

Sentou no pepino


Caiu de bunda?
Ficou em sétimo?
Huahuhauhauhauhauhauahua!!
Bem feito!
Puxa... fim de semana pra lavar a alma!

Não teve nem graça


O meia-atacante Ronaldinho, do Barcelona (Espanha) e da Seleção Brasileira, foi eleito o vencedor da Bola de Ouro, um dos prêmios mais importantes do futebol. Ele é o terceiro brasileiro a levar o título oferecido pela revista France Football após a escolha por jornalistas europeus ao melhor jogador do mundo

Comigo ninguém tem paciência


Impossível não ficar retardado com uma notícias dessas:

"Chaves é caso único de sucesso: chegou ao Brasil em 1984, nunca saiu do ar aqui nem dos demais países da América Latina, sempre garante boa audiência, recentemente ganhou um livro que já está na terceira edição e tem um volume em DVD nas lojas. Mas os admiradores dos personagens criados pelo comediante Roberto Gomes Bolaños querem mais e serão presenteados no Natal com o lançamento da primeira caixa de DVDs da turma mexicana.
"Esta será a primeira vez que Chaves e Chapolin vão sair em formato box", conta Paulo Duarte, da Amazonas Filmes, responsável pelo projeto. "Nem no México os DVDs saem juntos – o que nos exigiu um certo cuidado nas negociações", revela. Serão três discos, um para cada série: Chaves, Chapolin e Chespirito – esse último são esquetes mais recentes com os vários personagens do humorista. (...)"

Já sei o que pedir de natal.

Parem o mundo. Quero descer.


Nenhuma palavra, nenhum texto, nenhum compacto, nenhuma edição de imagens... nada que o ser humano poder produzir será capaz de descrever ou reproduzir aquilo que o torcedor gremista passou no sábado.
Tentei pensar em alguma coisa parecida nestes 33 anos de vida, sendo uns 27 dedicados ao futebol, mas não encontrei. Cheguei a lembrar uma decisão da Copa dos Campeões entre Bayern de Munique e Manchester United quando o time alemão ganhava por 1 a 0 até os 45 do segundo tempo e o Manchester fez 2 a 1 nos descontos.
Recordei também de uma final da extinta Recopa européia entre Zaragoza e Arsenal. Aos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação, sem ter o que fazer com a bola no meio de campo, um jogador do Zaragoza chamado Nahyim deu um balão em direção ao gol do Arsenal e marcou o gol do título do time espanhol. Impressionante.
Tem também aquela famosa guerra de La Plata entre Estudiantes e Gremio pela Libertadores de 1983. Eles com 7 jogadores conseguiram fazer dois gols e empatar um jogo que perdiam por 3 a 1.
Foram apenas algumas lembranças que não chegavam nem perto do que acabara de presenciar.

À noite, ainda meio atordoado com tudo aquilo, tentei seguir o noticiário esportivo na TV e meu sentimento de ineditismo foi acompanhado pelos comentários de alguns especialistas em futebol com muito mais cancha do que eu neste assunto. Ninguém havia visto alguma coisa parecida na história do futebol. E eram comentários isentos de jornalistas do centro do país sem nenhum vínculo emocional com as coisas do Grêmio.

Sendo assim, fico feliz por ter feito parte deste momento histórico e inesquecível. Uma emoção que dificilmente voltarei a sentir até o final da minha vida.

21.11.05

The best!


Pqp. O que o cara fez no fim de semana contra o Real Madrid foi brincadeira
E tem gente que descute ainda se ele é ou não o melhor do mundo.
Show de bola, chefinho!

16.11.05

Se meu Fiat falasse


No início do ano, com R$ 20.000,00 na conta, saí para comprar um carro. Depois de muito procurar, já de saco cheio de levar um monte de carros para análise do meu mecânico e nenhum passar na aprovação, optei por uma camionete Pálio Weekend que meu mecânico descreveu como sendo a menos pior que eu tinha levado lá. Carro bonito.
Com a experiência de ter ficado com um Fiat Uno 1.6 R durante quase 5 anos sem ter passado por nenhum problema, decidi apostar na qualidade da marca. Antes disso, levei o carro para que um conhecido meu desse a avaliação final.
- Cara, carro com 16 válvulas só dá problema, não compra. Disse ele.
No dia seguinte fechei negócio. Isso era quinta-feira e na sexta viajei pra Gramado e acabei ficando na estrada...Sorte que levei numa oficina e resolvi.
Desde então o carro só tem dado um problema atrás do outro.
Desta vez foi longe demais. Prejuízo de quase R$ 3 mil em uma semana.
Pra matar.
Vou passar adiante.
Alguém ta afim?
R$ 17.000,00.
Só entrar em contato comigo. O carro é bom. Eu recomendo.

11.11.05

Bem-vinda!


Hoje deu pra ver.
Serei titio de uma linda menina chamada Ana (ou Anna).
Que venha com saúde!
Grande beijo para minha irmã Leila e meu cunhadinho Thomas (baita pé frio! Tava la na Bombonera ontem).

10.11.05

La mitad mas uno


Que los dioses de la Bombonera protejan nuestros hijos colorados.
Quem já esteve lá conhece o poder.

Eu odeio a Daiane

Tenho nojo da Daiane dos Santos.
Não sei o que é mas não consigo olhar praquela carinha “pede soco” e nem escutar mais aquela bosta de “Brasileirinho”. Isso sem falar nessa palhaçada de “duplo twist carpado” e o escambau. Não. Não sou racista. Era fã do Tião Macalé e do Muçum. Torci pra Deise Nunes no Miss Brasil. Aliás, acho que essa pretinha desmerece a raça negra
Vibrei muito nos jogos olímpicos quando a metidinha à besta não passou de um quinto lugar tendo que descer do salto alto.
Antes de ir pra Atenas esteve lá no Olímpico fazendo foto abraçada na bandeira do Grêmio. Dias depois fez o mesmo no Beira Rio com a bandeira do Inter.
Hoje li no Terra que a neguinha torce para que o Corinthians seja campeão pois sempre torceu para o “Timão”.
Ah, pára com isso.
Vai pra pqp.
Quero que esse joelho arrebente duma vez.
Deveria ficar feliz já que o Corinthians é adversário do Inter... mas o ódio pela crioula é maior.
Dá-lhe Inter!!
Ei Daiane, vai Tomá no c*...

4.11.05

Saúde, querida...

Ilusão


Essa imagem é bem conhecida no mundo da ilusão de ótica... A ilusão demonstra que o Mr. Angry (Xiliquenta) pode se transformar na Mrs. Calm (Calminha) ao olhar de modos diferentes... Um jeito fácil de camptar a mudança é olhando de perto do computador e de longe (uns 3 m do computador)

A poesia (um deslize)


O jeito rude dos homens circunspectos não permite o transborde de gostos supostamente duvidosos como poesia e balé, só para exemplificar. Por mais que minha criação tenha sido voltada para a contemplação das coisas belas da vida, nunca gostei deste tipo de “arte alternativa” não entendendo a suposta beleza que outras pessoas pudessem encontrar em ditas manifestações artísticas.
Considero-me um homem rude e, quiçá, insensível em muitos momentos da minha existência. Talvez por isso raramente tenha deixado transparecer este lado, digamos, “romântico”. Nem mesmo nos momentos de delírio, provocados pelo efeito entorpecente resultante da ingestão de substâncias alucinógenas, consigo ver as coisas através do terceiro olho (ou seria o quarto?).
Mas, para não dizer que não falei de flores, no início da década de 90, quando cursava a universidade de jornalismo, na apresentação de um trabalho em público, optei pela declamação de uma obra poética assinada por Castro Alves, com direito à aula de dramaturgia. Relaciono esta perda momentânea de identidade com o violento efeito da fluoxetina, um inibidor seletivo da captação da serotonina no nível do córtex cerebral, neurôniosserotoninérgicos e das plaquetas, existente no Prozac que eu tomava na época.
Bom, acreditem ou não, a apresentação foi um verdadeiro sucesso.
Pesquisando na internet, tenho a oportunidade de compartilhar com os fãs o poema “Boa Noite”, declamado por Márcio Neves em 1994.

Boa noite, Maria! Eu vou,me embora.
A lua nas janelas bate em cheio.
Boa noite, Maria! É tarde... é tarde. .
Não me apertes assim contra teu seio.

Boa noite! ... E tu dizes - Boa noite.
Mas não digas assim por entre beijos...
Mas não mo digas descobrindo o peito,
- Mar de amor onde vagam meus desejos!

Julieta do céu! Ouve... a calhandra
já rumoreja o canto da matina.
Tu dizes que eu menti? ... pois foi mentira...
Quem cantou foi teu hálito, divina!

Se a estrela-d'alva os derradeiros raios
Derrama nos jardins do Capuleto,
Eu direi, me esquecendo d'alvorada:
"É noite ainda em teu cabelo preto..."

É noite ainda! Brilha na cambraia
- Desmanchado o roupão, a espádua nua
O globo de teu peito entre os arminhos
Como entre as névoas se balouça a lua. . .

É noite, pois! Durmamos, Julieta!
Recende a alcova ao trescalar das flores.
Fechemos sobre nós estas cortinas...
- São as asas do arcanjo dos amores.

A frouxa luz da alabastrina lâmpada
Lambe voluptuosa os teus contornos...
Oh! Deixa-me aquecer teus pés divinos
Ao doudo afago de meus lábios mornos.

Mulher do meu amor!
Quando aos meus beijos
Treme tua alma, como a lira ao vento,
Das teclas de teu seio que harmonias,
Que escalas de suspiros, bebo atento!

Ai! Canta a cavatina do delírio,
Ri, suspira, soluça, anseia e chora. . .
Marion! Marion!... É noite ainda.
Que importa os raios de uma nova aurora?!...

Como um negro e sombrio firmamento,
Sobre mim desenrola teu cabelo...
E deixa-me dormir balbuciando:
- Boa noite! - formosa Consuelo.

31.10.05

Piada do Djalmão

Numa favela, dia de sol, calor infernal. Três homens entram num barraco pequeno, quente e úmido, arrastando um rapaz magrinho e franzino pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme, muito suado, fedendo, cara de enjoado, palito no canto da boca, limpando as unhas com um facão de cortar coco.
Um dos homens diz:
- Djalmão, o chefe mandou você comer o cu desse cara aí...Disse que é para ele aprender a não se meter a valente com o pessoal da favela.
A vítima grita de desespero e implora por perdão. Mas o Djalma apenas rosna, ignorando os lamentos do homem:
- Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz:
- Sr. Djalmão por favor, não faz isso comigo não, me deixa ir embora, eu não digo pra ninguém que o senhor me deixou ir sem punição...
Djalmão diz:
- Cala a boca e fica quieto aí !
Cinco minutos depois, chegam mais dois homens arrastando um outro:
- O chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos desse elemento. É para ele aprender a não tocar no dinheiro do chefe.
Djalmão com voz grave:
- Deixa ele aí no cantinho que eu já resolvo.
Pouco depois chegam os mesmos homens, arrastando outro pobre coitado:
-Djalmão, o chefe disse que é pra cortar o bilau desse cara aqui, pra ele aprender a nunca mais se meter com a mulher do chefe. Ah! e ele falou ainda que é pra você cortar a língua e todos os dedos dele para não haver mais a possibilidade de ele bolinar nenhuma mulher da favela! Djalmão com voz mais grave ainda:
- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
O primeiro rapaz entregue aos cuidados do Djalmão diz em voz baixa:
- Seu Djalma, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: O do cu sou eu, tá?

Dia das Bruxas


Festa de Halloween na escola da Dudinha com direito a fantasia e tudo mais.

Linda!

28.10.05

O dia em que entrevistei Jaap Stam



Em um raro momento de paz, sem a zoeira das crianças em volta, passo a manhã de domingo ao lado do meu pai vendo na TV uma partida do Campeonato Inglês entre Manchester United e Manchester City. Logo no início de jogo, o zagueiro Jaap Stam, do Manchester United, com sua careca lustrosa, tenta afastar uma bola da defesa e, na hora do chute, é atingido pela sola da chuteira de um adversário. O impacto é tão forte que o jogador quebra o tornozelo direito e fica se contorcendo de dores no gramado. Imediatamente, o Stam é colocado na ambulância e deixa o estádio.
Depois de passada a manhã de domingo, estou caminhando pela Praça Maurício Cardoso, perto do Shopping Moinhos, quando um carro estaciona na frente de um hospital, em uma ruazinha sem saída. De dentro do carro dois homens ajudam a tirar nada mais nada menos que o jogador Stam. Ainda com o uniforme da partida mas sem a chuteira e a meia do pé direito, ele é colocado numa maca e levado para dentro do hospital onde trabalha um dos maiores ortopedistas do país. Provavelmente deveria realizar alguma cirurgia no tornozelo quebrado durante a partida.
Surpreso com o fato, liguei para o pai com o objetivo de comentar o acontecido. Ele também ficou surpreso.

Meu instinto jornalístico fez com que eu entrasse no hospital atrás de mais informações sobre o atleta. De repente poderia fazer uma matéria que se transformaria em um furo jornalístico já que não havia ninguém da imprensa no local. Poderia vender para algum jornal de Manchester ou de Londres.



Já dentro do hospital, que mais parecia um hotel de luxo, me dirigi ao balcão de atendimento para perguntar sobre o jogador. O problema é que eu não sabia o nome completo do paciente, somente conhecia como Stam. Falei com a atendente e perguntei sobre um jogador que acabara de entrar. Ela disse para eu perguntar para uma mulher e apontou em direção de uma loira, de blusa branca, que estava de pé, no fundo do corredor. Me dirigi até ela e logo vi que não era brasileira. Imaginei que fosse holandesa ou alemã. Perguntei sobre o jogador mas ela não entendeu até que falei em inglês que era jornalista e que precisava saber do atleta. Ela sorriu e de imediato abriu uma cortina que servia de porta para uma sala. Lá dentro, o jogador, já sem o uniforme do Manchester, estava descansando na maca. Me apresentei, tentando falar o inglês da melhor maneira possível, dizendo que eu era um admirador do futebol dele e que queria fazer uma matéria sobre a situação do tornozelo quebrado. Muito simpático, Stam respondeu todas as perguntas. Percebi que a loira estava com ele. Talvez fosse a namorada ou a esposa. Depois de anotar o depoimento, pedi autorização para fazer uma foto mas, lamentavelmente, não estava com a minha caneta fotográfica. Para não perder o embalo, pedi um autógrafo em uma folha de papel. Ele perguntou meu nome e fez uma dedicatória personalizada, em português. Permanecemos conversando sobre outros assuntos e ele me disse que gostava muito do Inter de Porto Alegre e que queria comprar uma camiseta. Tentei faze-lo mudar de idéia e sugeri a compra de uma camisa do Grêmio. Ele preferiu o Internacional pela cor vermelha ser semelhante a camisa do Manchester. Disse que ele poderia comprar a camiseta no shopping Moinhos que ficava logo ali ao lado do hospital e me ofereci para acompanhar. Ele agradeceu e disse que precisava ir até ao quarto trocar de roupa e pegar dinheiro. Foi então que percebi que o hospital também era um hotel. Caminhando normalmente, apesar do tornozelo quebrado, Stam saiu da sala onde estava e, acompanhado da loira, seguiu pelo corredor do hospital/hotel em direção ao quarto. Esperei uns minutos na porta até que ele trocasse de roupa. Enquanto caminhávamos em direção a saída, perguntei se ele ainda tinha a camisa do Manchester com a qual ele havia chegado ao hospital e pedi para que me desse de presente. Meio contrariado ele deu de ombros, olhou para a loira e voltou em direção ao quarto. De lá saiu com um saco plástico e me entregou. Havia uma camiseta. Agradeci muito e notei que se tratava de uma camisa oficial da Fiorentina, da Itália. Tentei lembrar de algum jogo do Manchester contra a Fiorentina nos últimos tempos mas não me veio nenhum.
Entramos em um táxi e seguimos para o Shopping Moinhos, um trajeto que poderia muito bem ter sido feito a pé. A loira pediu para que o motorista ficasse aguardando e disse que já retornava. Cheguei a pensar em deixar a sacola plástica no carro mas preferi carrega-la comigo para evitar que ela sumisse.
Foi então que acordei.
Esse foi o sonho que tive hoje.

27.10.05

Desnivel


Já joguei em vários campos desnivelados... mas isso é ridículo.

Amor à natureza



Maior exemplo de preservação da natureza que eu já vi.

História triste

Era uma vez um cara que pediu a uma linda garota:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
- NÃO!
E o cara viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele.

A moça teve celulite, varizes os peitos caíram e ficou sozinha.

(Que história triste)

26.10.05

Eu Amo Futebol - 03

São tão graciosos nossos hermanos uruguayos.

25.10.05

Novela: sim ou não?


Já faz algum tempo, venho discutindo com a Márcia sobre deixar ou não a Maria Eduarda (vai fazer 6 anos em maio de 2006) ver a novela das oito. A Márcia é radical em dizer que NÃO e eu, mais liberal como sempre, não vejo muitos problemas. Bom, não via até ontem.
Em uma cena do capítulo desta segunda-feira apareceu uma mulher tentando agarrar um peão numa festa. O cara foge da mulher que vai atrás. Então alguém pergunta:
- O que ela tem?
E a resposta:
- Um aquecimento global na bacurinha.
Então eis que a Maria Eduarda, com os olhos fixos no aparelho de TV, pergunta:
- Pai, o que foi que ele disse?
E eu:
- Duda, vai pra sala ver o Cartoon Network que novela não é pra criança.
É duro educar.

Uma pelada na Redenção


Meu relacionamento chegou a um ponto de maturidade tão grande que minha esposa começou a deixar eu sair com os amigos pra jogar futebol e até tomar umas cervejas (o difícil vai ser descobrir onde andam esses amigos com quem não jogo futebol e nem bebo cerveja há aproximadamente uns 9 anos – coincidentemente quando me casei). Cheguei a ouvir da própria boca dela uma frase mais ou menos assim: “Tu tens que sair mais com teus amigos, te divertir, tomar uma cerveja e jogar um futebol”. Cheguei a pensar que fosse um crise de delírio momentâneo mas parece que não era.
Bom, toda a liberdade tem seu preço. Evidente que posso sair pra jogar futebol com os amigos se ela poder sair com as amigas para ir no pagode.
Não vejo problema.
Afinal, a confiança é a base de um relacionamento sólido e maduro.
Hoje convidei o pessoal aí da foto pra jogar uma pelada na Redenção.
Nada como a liberdade...

24.10.05

Iguatemi - 22 anos


Outro dia estava relembrando a primeira vez que fui no Shopping Iguatemi, aqui em Porto Alegre. Apesar de acompanhar todo o desenvolvimento da obra assim como ter participado da inauguração da continuação da avenida Nilo Peçanha (que na época terminava no colégio Anchieta), levei algum tempo para enfrentar a multidão que lotava aquele centro de compras e lazer, na época o maior do sul do Brasil (não sei se continua sendo). Acho que minha primeira visita foi uns 3 ou 4 meses depois de sua abertura. Eu e o Cristiano Pacheco decidimos não pegar uma lotação que nos deixaria na frente do shopping e fomos caminhando. Um caminho absolutamente deserto. Apenas areia e mato durante todo o trajeto. Me lembro de caminhar ao lado da faixa pois não existia calçada até lá.
Eu e o Cristiano repetimos esse caminho centenas de vezes durante alguns anos, de bicicleta, a pé ou de skate, acompanhando o desenvolvimento imobiliário da região.
Difícil esquecer a grandiosidade da Sandiz, loja âncora na entrada pela Nilo Peçanha. Foi ali que tive meu primeiro contato com o Iguatemi. Logo na entrada, ao lado das escadas rolantes, havia um quiosque de balas de todos os tipos. Enchíamos um saquinho e pagávamos por peso. Seguindo pela esquerda, sempre parávamos no setor dos discos e fitas. Ali comprei um disco da Blitz que vinha com as duas últimas faixas arranhadas a mando da censura. Aquilo pra nós era uma maravilha. Tentávamos escutar de qualquer maneira, sem sucesso. Na Sandiz também comprei minha primeira mesa oficial de botão e dei adeus ao Estrelão. Uma mesa gigantesca de compensado com o gramado artesanalmente pintado em faixas de verde claro e verde escuro alternadas.
Saindo da Sandiz, ficávamos esperando o relógio de água completar uma hora redonda ou entrávamos na Couroesporte que ficava ao lado. No outro lado do shopping, junto às escadas rolantes, ficava a entrada da Renner. A loja, que começava ali, passava por trás de outras lojas e terminava na outra estremidade, no “fim do shopping” como nós chamávamos. Ali tinha um videogame onde íamos jogar Olimpíadas. Um jogo que para dar velocidade aos corredores, saltadores ou arremessadores, tínhamos que apertar dois botões alternadamente. Quanto mais rápido apertávamos os botões, mais rápida era a velocidade. Praticamente destruíamos as máquinas de tanta porrada que dávamos. Depois o Atari lançou um joguinho parecido chamado Decathlon mas aí destruímos os controles de tanto mexer o joystick de um lado para o outro.
Na praça de alimentação, nosso local preferido era um lugar (não lembro o nome) que imitava o McDonald´s com hamburguers e batata-frita. Aliás, o Mc Donald´s atual do Iguatemi na parte de baixo fica exatamente no local desta lanchonete.
Depois do lanche, íamos olhar os LPs na Breno Rossi
Em 1986 o Iguatemi teve participação especial em uma das maiores emoções da minha vida: foi quando matei aula pela primeira vez para ver Alemanha x Dinamarca pela Copa do Mundo do México. Um painel com dezenas de monitores de TVs havia sido colocado na praça de alimentação. Gostei tanto da experiência que repeti centenas de outras vezes.

Saudade deste tempo. Hoje o Iguatemi segue sendo uma maravilha mas sem o romantismo de outrora. Acho que estou ficando velho.

Anos 80


Basta acessar a internet, ver TV ou ler um jornal para notarmos a presença de um fenômeno que vem tomando conta das pessoas na faixa dos 30 anos: trata-se de um resgate nostálgico do romantismo dos anos 80. São festas, encontros, reportagens, reprises, blogs especializados... Tudo que possa nos levar de volta para uma época onde a ingenuidade e as preocupações de uma adolescência ou pré-adolescência prevaleciam sobre o desenfreado crescimento da indústria tecnológica ou mercadológica. Essa busca incansável da geração 80 pelas origens de sua existência mostra, talvez, que no coração de quem vivenciou mais a fundo aquele período ainda transborda ingenuidade escondida atrás dos pais, mães, empresários e empresárias de hoje em dia, obrigados a crescer na mesma velocidade em que cresce a humanidade.

Semana passada gravei um CD do Trem da Alegria pra Maria Eduarda que ela escuta todo o dia de manhã, no carro, antes de ir pra escola.

Muito legal. Tomara que sirva pra alguma coisa.

21.10.05

50 mil menos um



Neste sábado, enquanto o Grêmio estiver jogando contra o Náutico, com 50 mil pessoas no Olímpico, eu estarei neste maravilhoso estádio da foto, acompanhando o time juvenil que joga contra o Lajeadense, em Lajeado.

Ninguém merece.

Dá-lhe Lajeadense!!

Próximo, porém distante.

Certamente seria uma pessoa mais feliz se na minha época de adolescência existisse as facilidades da internet deixando o mundo cada vez menor.
Torcidas organizadas utilizam o Orkut para se ofenderem mutuamente...
O gordinho ceboso cheio de espinha se esconde atrás de uma tela de computador fazendo se passar pelo "Gato Sarado 22 cm" em algum chat qualquer.
Namorados recém rompidos trocam farpas pelos blogs dividindo com os demais as mágoas e os sentimentos que teimam em não cicatrizar.
Menina russa troca confidências com um professor de Cuiabá que ela conhece só por foto via ICQ.
No meu tempo era tete-a-tete, olho no olho.
Muito mais complicado.
São as maravilhas do mundo moderno.

18.10.05

17.10.05

Tetka da Rumania

Você já imaginou como seria um cadáver de uma mulher loira de biquini caindo dentro de um poço sem fim cheio de bolas duras?
Nunca imaginou?
Não acredito...
Pois tem um cara que já imaginou.
Clica aí e dá uma olhada até que ponto chega o ócio humano.

http://www.izpitera.ru/lj/tetka.swf

Eu Amo Futebol - 02


O duro é aguentar o bafo do alemão...

Como nos velhos tempos

Ontem tive um dos melhores domingos dos últimos tempos... Como antigamente. Um domingo ideal, como descrevi na entrevista para o caderno Donna de ZH numa postagem mais abaixo. Crianças na casa da minha sogra, esposa em casa e eu na casa da mamãe e do papai... aniversário do senhor Luiz Nei. Docinho, salgadinho, torta fria... Só faltou o Totosinho...
Overdose de futebol começou às 14h: campeonato alemão, italiano, espanhol e francês. Às 16h começou o brasileiro: na Globo Flamengo x São Paulo; no PPV, Inter x Vasco no canal 75, Cruzeiro x Atlético no 76 e Corinthians x Palmeiras no 77. Tudo ao mesmo tempo. Sem esquecer do radinho de pilha no ouvido. Às 18h10, depois de um breve intervalo para a ingestão de alimentos, Santos x Goiás e Ponte Preta x São Caetano. Quase fiquei para ver o VT de Boca x River que começava às 22h mas decidi voltar para a realidade.

Fazia tempo que não passava um domingo como esse...
Cheguei até a sentir saudades da patroa.

13.10.05

Desarmamento


Contra ou a favor?
Não dá pra votar em branco?

Dia das Crianças


Depois de uma quarta-feira de Dias das Crianças com muito sol, churrasco e bagunça, nada melhor que um bom banho pra terminar o dia.
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