26.9.05

Lindos


Putz...
A duplinha tá muito linda!

Foto de um domingo no parque.

Bolada nos colhões


Na última sexta-feira fui jogar futebol com o pessoal do Grêmio e levei uma bolada no saco... Fazia tempo que não levava uma bolada no saco...
Sempre que levo uma bolada no saco me dá vontade de soltar gases... Por que será?
Experiência estranha...
Ah... ainda perdemos o jogo.

12.9.05

Skinhead


Atendendo a milhares de pedidos de fãs e admiradores (as), estou disponibilizando, em primeira mão, as imagens tiradas após a eliminação do meu escalpo.

Antes das críticas, aviso que a praticidade compensa a feiura.



9.9.05

Mulheres de hoje

Uma jovem foi passear com o seu namorado, quando ouviram uns empregados de uma obra gritar:
- Ô babaca, não vá passear, leva para um lugar escuro e come!!!
O rapaz, muito envergonhado, segue o seu caminho com a namorada e passam por um parque onde estão vários aposentados sentados, que ao vê-los começam a sugerir ao rapaz:
- De mãozinha dada com a gatinha? Você devia é levá-la para um motel, ô viadinho!!!!
O rapaz, cada vez mais envergonhado, decidiu levar a namorada para casa.
- Então até amanhã, meu amor!
A noiva responde-lhe:
- Até amanhã, surdo de merda!!!

Top of Mind


Clica na foto e olha o link...
Até que a idéia não é tão ruim assim.
Estou me candidatando.

Um amador no RJ


Sempre me senti um pouco alienígena por não conhecer o Rio de Janeiro. Acho que todo o meu círculo de amizade conhece o Rio de Janeiro, os melhores restaurantes, as melhores praias, as melhores baladas... Sempre boiei quando o assunto era Rio de Janeiro. Já fui ao Rio de Janeiro quando tinha 8 anos de idade e a lembrança mais significativa que tenho de lá é de uma onda arrastando meus soldadinhos de plástico com os quais eu brincava na areia de uma daquelas praias que não me lembro o nome... Perdi pelo menos uns 6 soldadinhos.
Voltei ao Rio em 1982 para ver a final do Brasileirão entre Grêmio e Flamengo no Maracanã. Fui do aeroporto para o estádio e do estádio para o aeroporto. Tenho boas lembranças do Maracanã lotado com quase 130 mil pessoas. Mas continuava sem conhecer o Rio.
No ano passado, o Serginho Schueler (assessor de imprensa do Grêmio) me chamou e disse:
- O time “B” do Grêmio vai fazer um amistoso no Rio contra o Botafogo e tu vais como assessor de imprensa já que tenho que ficar aqui com o time principal.
Puxa vida! Finalmente vou conhecer o Rio.
A delegação gremista chegou às 16h no aeroporto Tom Jobim. Não fosse a demora do ônibus para nos buscar, poderia observar melhor a beleza da cidade, mas saímos de noite do aeroporto... Ficamos lá umas 3 horas esperando. Mesmo assim, fui curtindo a viagem até chegarmos ao hotel Othon, em Copacabana (foto acima). Um “puta” hotel. O maior prédio a beira-mar. Deixei a mochila no quarto e saí para caminhar. Nem acreditei.
No dia seguinte, acordei às 6h e saí para caminhar. Fui de uma ponta a outra de Copacabana. Se soubesse que Ipanema era ali do outro lado, aproveitava para dar um pulinho ali para conhecer, mas fiquei sabendo disso tarde demais e tinha que permanecer com a delegação. Deixamos o hotel no início da tarde e fomos para Niterói onde seria o jogo contra o Botafogo. Legal atravessar a ponte... Zanzamos durante aproximadamente uma hora até o motorista do ônibus conseguir achar o estádio Caio Martins. Nem mesmo a derrota de 4 a 1 foi suficiente para estragar o passeio.
No início desse mês o Assis chegou pra mim e disse:
- Tu vais comigo ao Rio amanhã. Marquei uma reunião pra nós. O vôo sai ás 7h e tu volta ás 20h.
Beleza!

Coloquei uma beca e cheguei cedo ao aeroporto. Chegamos por volta das 9h na capital carioca e tivemos que esperar o motorista ir buscar o carro blindado para nos levar até a Barra da Tijuca onde a família tem um apartamento na beira da praia (foto ao lado). Um show... A sacada é maior que a minha casa. A reunião foi lá no ap. mesmo. O almoço numa fantástica churrascaria que tinha desde feijoada até sushi. Tudo 0800, sem precisar colocar a mão no bolso.
Voltando caminhando do restaurante, fiquei parado olhando para um coqueiro que, surpreendentemente, tinha cocos pendurados. Aqueles cocos verdes que a gente toma ali no Parcão. Foi então que me dei conta que nunca tinha visto um coqueiro com coco pendurado. Foi um choque pra mim... E acho que foi um choque para os outros que estavam juntos.
Às 17h o motorista me levou para o aeroporto no carro blindado. Uma máquina. Aproveitei para fazer um tour pela cidade e ele, pacientemente, foi me mostrando os possíveis pontos turísticos já que o caminho não era lá muito repleto de lugares conhecidos:
- Esse é o túnel “tal”. Disse ele enquanto cruzávamos um baita túnel. O maior que já passei de carro em toda a minha vida (na Europa, de trem, passei por túneis absurdos). No final dele tinha um pedágio que o motorista comentou que deveria ser o único pedágio existente no Brasil em uma zona urbana. Realmente não estávamos em uma rodovia.
- Aqui fica o Complexo do Alemão, aqui a Favela da Maré, nós estamos na Linha Amarela, vamos pegar a linha vermelha para entrar no aeroporto.
Hum, viagem interessante...tomara que apareça outra destas...mas quero ir no Pão de Açúcar, Corcovado e Ipanema...aí sim vou poder dizer que conheço o Rio de Janeiro. Em pedaços, mas conheço.

Enfermeiras


Hoje ao fazer um teste de ergometria (corrida na esteira), me recordei do meu grande amigo Sagüi. Uma pessoa que tenha passado talvez por um dos momentos mais constrangedores que um homem pode passar.
Ao adentrar ao recinto, fui abordado por uma enfermeira, ou auxiliar de enfermagem. Uma ninfeta de uns 18 aninhos exalando sexualidade que me mandou tirar a camisa.
- Acho que vou ter que depilar o senhor. Disse ela.
Depois do que a Márcia fez com a minha cabeça, pode ir em frente, pensei eu.
Com uma Gilette na mão, a mocinha disse:
- Nossa! Como o senhor é peludo!
Ao contrário do que costumo fazer, preferi omitir a piada que me veio à mente. Então me recordei de uma enfermeira que tentava me aplicar uma injeção em uma das nádegas, em Capão da Canoa, depois que capotei o carro em meados de 1993. Na dificuldade em fazer entrar a agulha ela inocentemente sussurrou:
- Puxa, que bundinha dura.
Prontamente rebati:
- Não viu nada ainda...
Só depois de já ter dito aquilo, é que fui raciocinar. A moça, ruborizada, fez que não escutou e mandou ver na agulhada.
Bom, enquanto a lolita me depilava com delicadeza, fixei os olhos na forte chuva que vinha de encontro ao vidro da janela pensando nas vítimas do Katrina pra evitar qualquer problema mais sério. Felizmente não durou muito e logo a menina deixou a sala. Será que não é constrangedor pra elas também? Pensei... Deve ser. Imagina se o namorado dela sabe que ela ficou na frente de um cara sem camisa e depilando o peito dele?
Ah! A história do Sagüi? Putz, que coisa chata.
Pois o meu amigo Sagüi estava internado em um hospital para fazer uma operação de fimose. Para a operação ser feita, seria necessária uma depilação no local. E quem foi a encarregada por tal depilação? “Pois a enfermeira mais gostosa do hospital”, segundo o próprio Sagüi: uma loira maravilhosa, estilo Vanusa Splinder. Lembra da Vanusa Splinder? Tem uma foto dela ali embaixo na capa da Playboy. Pois ela mesma. Não queria estar na situação do pobre Sagüi... Bom, talvez em outra situação, quem sabe. A moça se aproximou com uma espuma de barba e uma Gilette partindo direto para o escalpo. Delicadamente ela pegou na pontinha do “visú” que, com o manuseio de um lado para o outro, rapidamente reagiu ficando em prontidão. A enfermeira não se mostrou muito assustada e continuou como se nada tivesse acontecido. Completamente constrangido, o Sagüi disse:
- Desculpa. Sabe como é, né? Não dá...
- Não te preocupa, estou acostumada. Respondeu ela.
Ainda bem que não foi comigo. Dessa vez não ia segurar a piadinha.

8.9.05

Cabelo do Rick Mártin


Ontem minha querida esposa, brincando de cabeleireira, decidiu fazer um corte no meu cabelo para me deixar igual ao Rick Mártin. Evidente que a coisa não poderia dar certo. No primeiro momento, fiquei parecido com um galo garnizé. O pior veio depois, na tentativa de arrumar a cagada, minha querida esposa esqueceu de colocar a máquina quatro e passou zero na minha cabeça.
Conclusão, foi obrigada a passar a máquina zero.
Posso dizer que, desde o meu nascimento (nasci super cabeludo) é o primeiro contato que tenho com meu couro cabeludo em pessoa, nestes 33 anos de vida. Fiquei com cara de mau e um super frio na cabeça... Isso sem falar na feiura... As pessoas tentam disfarçar mas noto o estado de choque que elas ficam.
Não fosse pelo cavanhaque, estaria a cara do sargento Pincel.

6.9.05

Obeso x Boletas

Hoje meu médico me disse:
- Se tu continuares a tomar essas boletas pra emagrecer, vai acabar morrendo. Isso é uma bomba! Se tu atirar no chão, explode!
Suspiro...
- Tu prefere ser um gordinho saudável ou um magrinho dentro de um caixão?
Suspiro...
Posso pedir ajuda aos universitários?

Dedo, Belina e Carrefour

Eu tinha aproximadamente 10 anos de idade quando quebrei o dedo da mão jogando futebol no sítio (eu tava de goleiro). Ao invés de procurar um médico para tratar da lesão, continuei com minha vidinha como se nada tivesse acontecido. O problema é que eu vivia batendo com meu dedo machucado. A dor era insuportável.
Foi então que perguntei ao Mestre:
- Mestre: posso bater com qualquer parte do corpo, qualquer parte da mão, mas por que sempre acabo batendo logo com o dedo que está quebrado?
A resposta foi surpreendentemente lógica e me senti envergonhado por não haver percebido antes. Na verdade, eu sempre bato com aquele dedo, todos os dias. Somente o fato de ele estar quebrado é que faz com que eu note que bato com ele.
Putz...
Essa descoberta mudou minha vida.
Na época de colégio, eu gostava de uma menina sempre deixava a aula em um carro vermelho, uma Belina. Foi aí que comecei a ver uma Belina vermelha em cada esquina achando que eras ela. Prontamente as palavras sábias do Mestre, anos atrás, me vieram à memória. As Belinas vermelhas sempre estiveram aí, nas ruas. Eu é que nunca tinha tido motivo para prestar atenção na presença delas. Claro!

No início deste ano, descobri que o símbolo do Carrefour é a letra “C”. Incrível como nunca havia notado isso. Vejo praticamente este símbolo todos dias, na TV, nos outdoors, mas nunca notei que era uma letra “C”. Será que tenho algum retardo mental? Navegando pela internet, mais precisamente pelo Orkut, descobri que muita gente não sabia que o símbolo do Carrefour é um “C”. Ufa! Fiquei aliviado.

O Blog é meu. Escrevo o que eu quero.

2.9.05

Lentes


Lente de contato não é uma coisa propriamente prática. Tem todo um ritual de higiene e colocação no olho. Ou seja, não é muito agradável...
Imagina alguém que usa lente de contato com um vento de 102 km/h?

1.9.05

Dúvida Cruel I

Durante um descontraído almoço no bar do Grêmio, eis que surge a questão:
- Você preferia comer a Tânia ou ver uma final de Copa do Mundo?" (Tânia é a secretária do Depto de Marketing).
Sem pensar muito, optei pela final da Copa do Mundo e quase fui linchado pelos companheiros.
Não achei tão absurda a minha escolha.
Virei chacota da gurizada... Uma mescla de boiola com nerd... a notícia se espalhou rápido pelo Clube e começou a tomar proporções perigosas.
Até a própria veio me cobrar:
- Quer dizer então que prefere ver a final da Copa do que ir ao motel comigo?.
Nessa hora balancei (quem sabe o jogo passa na TV do quarto e ela quer assistir junto comigo?)mas mantive a opinião.
Foi então que se aproximou o Gustavo, estagiário da assessoria de imprensa. Não demorou pra alguém fofocar:
- Beleza Gustavo! Tu sabia que o Márcio prefere ver a final da Copa do Mundo do que comer a Tânia? Hahaha...
- Final da Copa do Mundo? Ao vivo no estádio?
Grande Gustavo... te devo essa.

Dúvida Cruel II


Sempre tive o hábito de chegar cedo aos jogos do Grêmio no Olímpico. Muitas vezes, André, Sagui, Papito e eu íamos para o Estádio 4 horas antes. Este tempo ocioso fazia com que procurássemos distrações até o início do jogo. Num dia destes, levantei uma questão que gera polêmica até hoje: "Vc preferia comer a Vanusa Splinder e uma semana depois estar com Aids morrendo logo em seguida ou dar o rabo pro Tião Macalé ficando livre do vírus?"
A Vanusa era nossa musa na adolescência... Eu tinha um poster dela tamanho original.
O Tião Macalé era o negão aquele da TV: "Nojento, tchan!"
Bom, várias alternativas surgiram mas nenhuma foi aceita: "E se comer a Vanusa de camisinha?". Sem chance.. No final, a maioria optou por morrer de Aids mas morrer feliz...
Dar o rabo pro Tião Macalé?
Nojento! Tchan!

Voltou a Funcionar

Parece que meu blog voltou a funcionar... fiquei um bom tempo sem anexar nada mas agora consegui... Vamos ver se continua igual.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...