31.10.05

Piada do Djalmão

Numa favela, dia de sol, calor infernal. Três homens entram num barraco pequeno, quente e úmido, arrastando um rapaz magrinho e franzino pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme, muito suado, fedendo, cara de enjoado, palito no canto da boca, limpando as unhas com um facão de cortar coco.
Um dos homens diz:
- Djalmão, o chefe mandou você comer o cu desse cara aí...Disse que é para ele aprender a não se meter a valente com o pessoal da favela.
A vítima grita de desespero e implora por perdão. Mas o Djalma apenas rosna, ignorando os lamentos do homem:
- Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz:
- Sr. Djalmão por favor, não faz isso comigo não, me deixa ir embora, eu não digo pra ninguém que o senhor me deixou ir sem punição...
Djalmão diz:
- Cala a boca e fica quieto aí !
Cinco minutos depois, chegam mais dois homens arrastando um outro:
- O chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos desse elemento. É para ele aprender a não tocar no dinheiro do chefe.
Djalmão com voz grave:
- Deixa ele aí no cantinho que eu já resolvo.
Pouco depois chegam os mesmos homens, arrastando outro pobre coitado:
-Djalmão, o chefe disse que é pra cortar o bilau desse cara aqui, pra ele aprender a nunca mais se meter com a mulher do chefe. Ah! e ele falou ainda que é pra você cortar a língua e todos os dedos dele para não haver mais a possibilidade de ele bolinar nenhuma mulher da favela! Djalmão com voz mais grave ainda:
- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
O primeiro rapaz entregue aos cuidados do Djalmão diz em voz baixa:
- Seu Djalma, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: O do cu sou eu, tá?

Dia das Bruxas


Festa de Halloween na escola da Dudinha com direito a fantasia e tudo mais.

Linda!

28.10.05

O dia em que entrevistei Jaap Stam



Em um raro momento de paz, sem a zoeira das crianças em volta, passo a manhã de domingo ao lado do meu pai vendo na TV uma partida do Campeonato Inglês entre Manchester United e Manchester City. Logo no início de jogo, o zagueiro Jaap Stam, do Manchester United, com sua careca lustrosa, tenta afastar uma bola da defesa e, na hora do chute, é atingido pela sola da chuteira de um adversário. O impacto é tão forte que o jogador quebra o tornozelo direito e fica se contorcendo de dores no gramado. Imediatamente, o Stam é colocado na ambulância e deixa o estádio.
Depois de passada a manhã de domingo, estou caminhando pela Praça Maurício Cardoso, perto do Shopping Moinhos, quando um carro estaciona na frente de um hospital, em uma ruazinha sem saída. De dentro do carro dois homens ajudam a tirar nada mais nada menos que o jogador Stam. Ainda com o uniforme da partida mas sem a chuteira e a meia do pé direito, ele é colocado numa maca e levado para dentro do hospital onde trabalha um dos maiores ortopedistas do país. Provavelmente deveria realizar alguma cirurgia no tornozelo quebrado durante a partida.
Surpreso com o fato, liguei para o pai com o objetivo de comentar o acontecido. Ele também ficou surpreso.

Meu instinto jornalístico fez com que eu entrasse no hospital atrás de mais informações sobre o atleta. De repente poderia fazer uma matéria que se transformaria em um furo jornalístico já que não havia ninguém da imprensa no local. Poderia vender para algum jornal de Manchester ou de Londres.



Já dentro do hospital, que mais parecia um hotel de luxo, me dirigi ao balcão de atendimento para perguntar sobre o jogador. O problema é que eu não sabia o nome completo do paciente, somente conhecia como Stam. Falei com a atendente e perguntei sobre um jogador que acabara de entrar. Ela disse para eu perguntar para uma mulher e apontou em direção de uma loira, de blusa branca, que estava de pé, no fundo do corredor. Me dirigi até ela e logo vi que não era brasileira. Imaginei que fosse holandesa ou alemã. Perguntei sobre o jogador mas ela não entendeu até que falei em inglês que era jornalista e que precisava saber do atleta. Ela sorriu e de imediato abriu uma cortina que servia de porta para uma sala. Lá dentro, o jogador, já sem o uniforme do Manchester, estava descansando na maca. Me apresentei, tentando falar o inglês da melhor maneira possível, dizendo que eu era um admirador do futebol dele e que queria fazer uma matéria sobre a situação do tornozelo quebrado. Muito simpático, Stam respondeu todas as perguntas. Percebi que a loira estava com ele. Talvez fosse a namorada ou a esposa. Depois de anotar o depoimento, pedi autorização para fazer uma foto mas, lamentavelmente, não estava com a minha caneta fotográfica. Para não perder o embalo, pedi um autógrafo em uma folha de papel. Ele perguntou meu nome e fez uma dedicatória personalizada, em português. Permanecemos conversando sobre outros assuntos e ele me disse que gostava muito do Inter de Porto Alegre e que queria comprar uma camiseta. Tentei faze-lo mudar de idéia e sugeri a compra de uma camisa do Grêmio. Ele preferiu o Internacional pela cor vermelha ser semelhante a camisa do Manchester. Disse que ele poderia comprar a camiseta no shopping Moinhos que ficava logo ali ao lado do hospital e me ofereci para acompanhar. Ele agradeceu e disse que precisava ir até ao quarto trocar de roupa e pegar dinheiro. Foi então que percebi que o hospital também era um hotel. Caminhando normalmente, apesar do tornozelo quebrado, Stam saiu da sala onde estava e, acompanhado da loira, seguiu pelo corredor do hospital/hotel em direção ao quarto. Esperei uns minutos na porta até que ele trocasse de roupa. Enquanto caminhávamos em direção a saída, perguntei se ele ainda tinha a camisa do Manchester com a qual ele havia chegado ao hospital e pedi para que me desse de presente. Meio contrariado ele deu de ombros, olhou para a loira e voltou em direção ao quarto. De lá saiu com um saco plástico e me entregou. Havia uma camiseta. Agradeci muito e notei que se tratava de uma camisa oficial da Fiorentina, da Itália. Tentei lembrar de algum jogo do Manchester contra a Fiorentina nos últimos tempos mas não me veio nenhum.
Entramos em um táxi e seguimos para o Shopping Moinhos, um trajeto que poderia muito bem ter sido feito a pé. A loira pediu para que o motorista ficasse aguardando e disse que já retornava. Cheguei a pensar em deixar a sacola plástica no carro mas preferi carrega-la comigo para evitar que ela sumisse.
Foi então que acordei.
Esse foi o sonho que tive hoje.

27.10.05

Desnivel


Já joguei em vários campos desnivelados... mas isso é ridículo.

Amor à natureza



Maior exemplo de preservação da natureza que eu já vi.

História triste

Era uma vez um cara que pediu a uma linda garota:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
- NÃO!
E o cara viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele.

A moça teve celulite, varizes os peitos caíram e ficou sozinha.

(Que história triste)

26.10.05

Eu Amo Futebol - 03

São tão graciosos nossos hermanos uruguayos.

25.10.05

Novela: sim ou não?


Já faz algum tempo, venho discutindo com a Márcia sobre deixar ou não a Maria Eduarda (vai fazer 6 anos em maio de 2006) ver a novela das oito. A Márcia é radical em dizer que NÃO e eu, mais liberal como sempre, não vejo muitos problemas. Bom, não via até ontem.
Em uma cena do capítulo desta segunda-feira apareceu uma mulher tentando agarrar um peão numa festa. O cara foge da mulher que vai atrás. Então alguém pergunta:
- O que ela tem?
E a resposta:
- Um aquecimento global na bacurinha.
Então eis que a Maria Eduarda, com os olhos fixos no aparelho de TV, pergunta:
- Pai, o que foi que ele disse?
E eu:
- Duda, vai pra sala ver o Cartoon Network que novela não é pra criança.
É duro educar.

Uma pelada na Redenção


Meu relacionamento chegou a um ponto de maturidade tão grande que minha esposa começou a deixar eu sair com os amigos pra jogar futebol e até tomar umas cervejas (o difícil vai ser descobrir onde andam esses amigos com quem não jogo futebol e nem bebo cerveja há aproximadamente uns 9 anos – coincidentemente quando me casei). Cheguei a ouvir da própria boca dela uma frase mais ou menos assim: “Tu tens que sair mais com teus amigos, te divertir, tomar uma cerveja e jogar um futebol”. Cheguei a pensar que fosse um crise de delírio momentâneo mas parece que não era.
Bom, toda a liberdade tem seu preço. Evidente que posso sair pra jogar futebol com os amigos se ela poder sair com as amigas para ir no pagode.
Não vejo problema.
Afinal, a confiança é a base de um relacionamento sólido e maduro.
Hoje convidei o pessoal aí da foto pra jogar uma pelada na Redenção.
Nada como a liberdade...

24.10.05

Iguatemi - 22 anos


Outro dia estava relembrando a primeira vez que fui no Shopping Iguatemi, aqui em Porto Alegre. Apesar de acompanhar todo o desenvolvimento da obra assim como ter participado da inauguração da continuação da avenida Nilo Peçanha (que na época terminava no colégio Anchieta), levei algum tempo para enfrentar a multidão que lotava aquele centro de compras e lazer, na época o maior do sul do Brasil (não sei se continua sendo). Acho que minha primeira visita foi uns 3 ou 4 meses depois de sua abertura. Eu e o Cristiano Pacheco decidimos não pegar uma lotação que nos deixaria na frente do shopping e fomos caminhando. Um caminho absolutamente deserto. Apenas areia e mato durante todo o trajeto. Me lembro de caminhar ao lado da faixa pois não existia calçada até lá.
Eu e o Cristiano repetimos esse caminho centenas de vezes durante alguns anos, de bicicleta, a pé ou de skate, acompanhando o desenvolvimento imobiliário da região.
Difícil esquecer a grandiosidade da Sandiz, loja âncora na entrada pela Nilo Peçanha. Foi ali que tive meu primeiro contato com o Iguatemi. Logo na entrada, ao lado das escadas rolantes, havia um quiosque de balas de todos os tipos. Enchíamos um saquinho e pagávamos por peso. Seguindo pela esquerda, sempre parávamos no setor dos discos e fitas. Ali comprei um disco da Blitz que vinha com as duas últimas faixas arranhadas a mando da censura. Aquilo pra nós era uma maravilha. Tentávamos escutar de qualquer maneira, sem sucesso. Na Sandiz também comprei minha primeira mesa oficial de botão e dei adeus ao Estrelão. Uma mesa gigantesca de compensado com o gramado artesanalmente pintado em faixas de verde claro e verde escuro alternadas.
Saindo da Sandiz, ficávamos esperando o relógio de água completar uma hora redonda ou entrávamos na Couroesporte que ficava ao lado. No outro lado do shopping, junto às escadas rolantes, ficava a entrada da Renner. A loja, que começava ali, passava por trás de outras lojas e terminava na outra estremidade, no “fim do shopping” como nós chamávamos. Ali tinha um videogame onde íamos jogar Olimpíadas. Um jogo que para dar velocidade aos corredores, saltadores ou arremessadores, tínhamos que apertar dois botões alternadamente. Quanto mais rápido apertávamos os botões, mais rápida era a velocidade. Praticamente destruíamos as máquinas de tanta porrada que dávamos. Depois o Atari lançou um joguinho parecido chamado Decathlon mas aí destruímos os controles de tanto mexer o joystick de um lado para o outro.
Na praça de alimentação, nosso local preferido era um lugar (não lembro o nome) que imitava o McDonald´s com hamburguers e batata-frita. Aliás, o Mc Donald´s atual do Iguatemi na parte de baixo fica exatamente no local desta lanchonete.
Depois do lanche, íamos olhar os LPs na Breno Rossi
Em 1986 o Iguatemi teve participação especial em uma das maiores emoções da minha vida: foi quando matei aula pela primeira vez para ver Alemanha x Dinamarca pela Copa do Mundo do México. Um painel com dezenas de monitores de TVs havia sido colocado na praça de alimentação. Gostei tanto da experiência que repeti centenas de outras vezes.

Saudade deste tempo. Hoje o Iguatemi segue sendo uma maravilha mas sem o romantismo de outrora. Acho que estou ficando velho.

Anos 80


Basta acessar a internet, ver TV ou ler um jornal para notarmos a presença de um fenômeno que vem tomando conta das pessoas na faixa dos 30 anos: trata-se de um resgate nostálgico do romantismo dos anos 80. São festas, encontros, reportagens, reprises, blogs especializados... Tudo que possa nos levar de volta para uma época onde a ingenuidade e as preocupações de uma adolescência ou pré-adolescência prevaleciam sobre o desenfreado crescimento da indústria tecnológica ou mercadológica. Essa busca incansável da geração 80 pelas origens de sua existência mostra, talvez, que no coração de quem vivenciou mais a fundo aquele período ainda transborda ingenuidade escondida atrás dos pais, mães, empresários e empresárias de hoje em dia, obrigados a crescer na mesma velocidade em que cresce a humanidade.

Semana passada gravei um CD do Trem da Alegria pra Maria Eduarda que ela escuta todo o dia de manhã, no carro, antes de ir pra escola.

Muito legal. Tomara que sirva pra alguma coisa.

21.10.05

50 mil menos um



Neste sábado, enquanto o Grêmio estiver jogando contra o Náutico, com 50 mil pessoas no Olímpico, eu estarei neste maravilhoso estádio da foto, acompanhando o time juvenil que joga contra o Lajeadense, em Lajeado.

Ninguém merece.

Dá-lhe Lajeadense!!

Próximo, porém distante.

Certamente seria uma pessoa mais feliz se na minha época de adolescência existisse as facilidades da internet deixando o mundo cada vez menor.
Torcidas organizadas utilizam o Orkut para se ofenderem mutuamente...
O gordinho ceboso cheio de espinha se esconde atrás de uma tela de computador fazendo se passar pelo "Gato Sarado 22 cm" em algum chat qualquer.
Namorados recém rompidos trocam farpas pelos blogs dividindo com os demais as mágoas e os sentimentos que teimam em não cicatrizar.
Menina russa troca confidências com um professor de Cuiabá que ela conhece só por foto via ICQ.
No meu tempo era tete-a-tete, olho no olho.
Muito mais complicado.
São as maravilhas do mundo moderno.

18.10.05

17.10.05

Tetka da Rumania

Você já imaginou como seria um cadáver de uma mulher loira de biquini caindo dentro de um poço sem fim cheio de bolas duras?
Nunca imaginou?
Não acredito...
Pois tem um cara que já imaginou.
Clica aí e dá uma olhada até que ponto chega o ócio humano.

http://www.izpitera.ru/lj/tetka.swf

Eu Amo Futebol - 02


O duro é aguentar o bafo do alemão...

Como nos velhos tempos

Ontem tive um dos melhores domingos dos últimos tempos... Como antigamente. Um domingo ideal, como descrevi na entrevista para o caderno Donna de ZH numa postagem mais abaixo. Crianças na casa da minha sogra, esposa em casa e eu na casa da mamãe e do papai... aniversário do senhor Luiz Nei. Docinho, salgadinho, torta fria... Só faltou o Totosinho...
Overdose de futebol começou às 14h: campeonato alemão, italiano, espanhol e francês. Às 16h começou o brasileiro: na Globo Flamengo x São Paulo; no PPV, Inter x Vasco no canal 75, Cruzeiro x Atlético no 76 e Corinthians x Palmeiras no 77. Tudo ao mesmo tempo. Sem esquecer do radinho de pilha no ouvido. Às 18h10, depois de um breve intervalo para a ingestão de alimentos, Santos x Goiás e Ponte Preta x São Caetano. Quase fiquei para ver o VT de Boca x River que começava às 22h mas decidi voltar para a realidade.

Fazia tempo que não passava um domingo como esse...
Cheguei até a sentir saudades da patroa.

13.10.05

Desarmamento


Contra ou a favor?
Não dá pra votar em branco?

Dia das Crianças


Depois de uma quarta-feira de Dias das Crianças com muito sol, churrasco e bagunça, nada melhor que um bom banho pra terminar o dia.

11.10.05

Eu Amo Futebol - 01













Peço licença ao meu amigo Daniel para plagiar seu blog utilizando a sensacional foto abaixo com o acréscimo de outras similares. Neste momento, dou por inaugurada a seção “Eu amo futebol”.




















Frustração

Filho: Pai, o que é frustração?
Pai: Frustração é a mesma coisa que decepção.
Filho: Como assim?
Pai: Frustração é você manter um blog e ninguém acessar.
Filho: Ah...

A vida é bela


Nunca fui uma pessoa de me arriscar muito. Acho que a coisa mais radical que fiz na vida talvez tenha sido descer a Bordini de skate quando eu tinha 12 anos... Talvez também por isso nunca tenha estado cara-a-cara com a morte. Acho que o mais próximo disso foi quando abriram os portões do Jóquei Clube para o show do Kiss e eu era um dos primeiros da fila.
Ali temi pela minha vida...
Muitas pessoas só dão valor à vida quando estão prestes a perdê-la.
Isso é uma verdade.

Questionário


Sempre defendi a tese de que uma pessoa para ser verdadeiramente famosa ou notória no Brasil precisa ter passado pelo Programa do Jô.
Para ser uma pessoa notória no Estado, só tendo participado do “Gaúcha Entrevista”, comandado pelo Ruy Carlos Ostermann.
Como não participarei de nenhum destes, me contento com a contra-capa do Caderno Donna da Zero Hora dominical.
Como sou fã deste questionário, eu mesmo resolvi fazer as perguntas para mim mesmo... E eu mesmo respondi.

Qual a sua lembrança de infância mais remota?
Quando minha mãe ganhou uma Brasília marrom de presente. Eu tinha 4 anos e morava no prédio da Carlos Gomes.

Qual seu maior ídolo na adolescência?
Paulo Roberto, lateral do Grêmio.

Onde você passou as suas férias inesquecíveis?
Em Atibaia, SP.

Qual a sua idéia de um domingo perfeito?
Acordar às 10h para assistir o jogo do campeonato italiano. Acompanhar o campeonato francês às 12h, o espanhol às 14h e o brasileirão às 16h. Tudo isso regado a Coca Light Lemon e Pipoca.

O que você faz para espantar a tristeza?
Não faço nada. Convivo com ela até que vá embora.

Que som te acalma?
Rádio Guaíba FM.

O que dispara o seu lado consumista?
Camisas de times de futebol.

Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa?
Sovaco.

Que livro você mais cita?
Que me lembre, nunca citei um livro.

Que filme você sempre quer rever?
Curtindo a vida adoidado.

Que música não sai da sua cabeça?
Festa no Apê.

Um gosto inusitado?
Coçar a orelha com clips.

Um hábito que você não abre mão?
Cagar lendo jornal.

Um hábito de que você quer se livrar?
Comer churrasco.

Um elogio inesquecível?
“Tu és o melhor pai do mundo!”

Em que situação vale a pena mentir?
Pra sobreviver...

Em que situação você perde a elegância?
Quando um carro lento não abre passagem.

Em que outra profissão consegue se imaginar?
Fotógrafo da Playboy.

O que você estará fazendo daqui a 10 anos?
Estarei morando com a família em Madrid.

Eu sou...
Mas quem não é?

6.10.05

Calvin e Haroldo

Foi sem querer querendo


O site da IstoÉ Gente tá fazendo uma pesquisa para os fãs do Chaves e Chapolin.
Das 15 perguntas feitas pela enquete, acertei 14...
Por acaso alguém sabia que o primeiro nome do Professor Girafales é Inocêncio??
Nem eu...

4.10.05

Chuteira de Ouro


Chuteira de ouro feita especialmente pra ele.
Um mimo da Nike.

Apenas 10 pares serão comercializados para colecionadores.

O cara merece.

Perros hambrientos


Olha a cara da mãe...
Tadinha.

3.10.05

Tumulto no chiqueiro

Sabe como começaram os tumultos no Beira Rio?
Um torcedor do Inter abriu uma bandeira do Grêmio pra queimar e acharam que ele era torcedor do gremista.
A polícia baixou o cacete...
Exagerou...
Fiquei com tanta pena da torcida do Inter... Muita pena.
Quase escorreu uma lágrima do meu olhinho esquerdo...
Pois é.

La Paz e la guerra


Meu sangue jornalístico me ensinou que uma opinião sobre determinado assunto tem muito mais valor quando a pessoa realmente vivenciou aquele momento. Esse negócio de ser muito melhor ficar em casa vendo jogo pela TV do que estar presente no estádio é besteira. Nem o conforto de um sofá, um prato de pipoca e uma coca light com gelo compensa a emoção de estar sentado no cimento duro de uma arquibancada ou no metal frio das cadeiras cativas.
Talvez seja por isso que não consigo entender este mistério que cerca a altitude de La Paz... A única cidade do mundo onde um avião precisa subir para aterrizar. Conheço gente que desmaiou assim que desceu a escada do avião pelos efeitos da altitude. Como isso é possível? Não consigo imaginar... talvez possa formar alguma opinião sobre isso somente no dia em que vivenciar estes efeitos... se é que existem. Ou seria frescura? Estive na Cidade do México. Nada comparável com La Paz porém famosa também pela altitude. Nada senti. Meu pai quase morreu em Cusco, no Peru. Cidade mais baixa que La Paz.
Estive no Rio de Janeiro e passei pelas tais "Linha Vermelha" e "Linha Amarela". Torci para estar no meio da guerra entre favelas rivais. Nada aconteceu... Que pena. Esse sangue jornalístico ainda vai me matar.

Lunes

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