28.11.05

Sentou no pepino


Caiu de bunda?
Ficou em sétimo?
Huahuhauhauhauhauhauahua!!
Bem feito!
Puxa... fim de semana pra lavar a alma!

Não teve nem graça


O meia-atacante Ronaldinho, do Barcelona (Espanha) e da Seleção Brasileira, foi eleito o vencedor da Bola de Ouro, um dos prêmios mais importantes do futebol. Ele é o terceiro brasileiro a levar o título oferecido pela revista France Football após a escolha por jornalistas europeus ao melhor jogador do mundo

Comigo ninguém tem paciência


Impossível não ficar retardado com uma notícias dessas:

"Chaves é caso único de sucesso: chegou ao Brasil em 1984, nunca saiu do ar aqui nem dos demais países da América Latina, sempre garante boa audiência, recentemente ganhou um livro que já está na terceira edição e tem um volume em DVD nas lojas. Mas os admiradores dos personagens criados pelo comediante Roberto Gomes Bolaños querem mais e serão presenteados no Natal com o lançamento da primeira caixa de DVDs da turma mexicana.
"Esta será a primeira vez que Chaves e Chapolin vão sair em formato box", conta Paulo Duarte, da Amazonas Filmes, responsável pelo projeto. "Nem no México os DVDs saem juntos – o que nos exigiu um certo cuidado nas negociações", revela. Serão três discos, um para cada série: Chaves, Chapolin e Chespirito – esse último são esquetes mais recentes com os vários personagens do humorista. (...)"

Já sei o que pedir de natal.

Parem o mundo. Quero descer.


Nenhuma palavra, nenhum texto, nenhum compacto, nenhuma edição de imagens... nada que o ser humano poder produzir será capaz de descrever ou reproduzir aquilo que o torcedor gremista passou no sábado.
Tentei pensar em alguma coisa parecida nestes 33 anos de vida, sendo uns 27 dedicados ao futebol, mas não encontrei. Cheguei a lembrar uma decisão da Copa dos Campeões entre Bayern de Munique e Manchester United quando o time alemão ganhava por 1 a 0 até os 45 do segundo tempo e o Manchester fez 2 a 1 nos descontos.
Recordei também de uma final da extinta Recopa européia entre Zaragoza e Arsenal. Aos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação, sem ter o que fazer com a bola no meio de campo, um jogador do Zaragoza chamado Nahyim deu um balão em direção ao gol do Arsenal e marcou o gol do título do time espanhol. Impressionante.
Tem também aquela famosa guerra de La Plata entre Estudiantes e Gremio pela Libertadores de 1983. Eles com 7 jogadores conseguiram fazer dois gols e empatar um jogo que perdiam por 3 a 1.
Foram apenas algumas lembranças que não chegavam nem perto do que acabara de presenciar.

À noite, ainda meio atordoado com tudo aquilo, tentei seguir o noticiário esportivo na TV e meu sentimento de ineditismo foi acompanhado pelos comentários de alguns especialistas em futebol com muito mais cancha do que eu neste assunto. Ninguém havia visto alguma coisa parecida na história do futebol. E eram comentários isentos de jornalistas do centro do país sem nenhum vínculo emocional com as coisas do Grêmio.

Sendo assim, fico feliz por ter feito parte deste momento histórico e inesquecível. Uma emoção que dificilmente voltarei a sentir até o final da minha vida.

21.11.05

The best!


Pqp. O que o cara fez no fim de semana contra o Real Madrid foi brincadeira
E tem gente que descute ainda se ele é ou não o melhor do mundo.
Show de bola, chefinho!

16.11.05

Se meu Fiat falasse


No início do ano, com R$ 20.000,00 na conta, saí para comprar um carro. Depois de muito procurar, já de saco cheio de levar um monte de carros para análise do meu mecânico e nenhum passar na aprovação, optei por uma camionete Pálio Weekend que meu mecânico descreveu como sendo a menos pior que eu tinha levado lá. Carro bonito.
Com a experiência de ter ficado com um Fiat Uno 1.6 R durante quase 5 anos sem ter passado por nenhum problema, decidi apostar na qualidade da marca. Antes disso, levei o carro para que um conhecido meu desse a avaliação final.
- Cara, carro com 16 válvulas só dá problema, não compra. Disse ele.
No dia seguinte fechei negócio. Isso era quinta-feira e na sexta viajei pra Gramado e acabei ficando na estrada...Sorte que levei numa oficina e resolvi.
Desde então o carro só tem dado um problema atrás do outro.
Desta vez foi longe demais. Prejuízo de quase R$ 3 mil em uma semana.
Pra matar.
Vou passar adiante.
Alguém ta afim?
R$ 17.000,00.
Só entrar em contato comigo. O carro é bom. Eu recomendo.

11.11.05

Bem-vinda!


Hoje deu pra ver.
Serei titio de uma linda menina chamada Ana (ou Anna).
Que venha com saúde!
Grande beijo para minha irmã Leila e meu cunhadinho Thomas (baita pé frio! Tava la na Bombonera ontem).

10.11.05

La mitad mas uno


Que los dioses de la Bombonera protejan nuestros hijos colorados.
Quem já esteve lá conhece o poder.

Eu odeio a Daiane

Tenho nojo da Daiane dos Santos.
Não sei o que é mas não consigo olhar praquela carinha “pede soco” e nem escutar mais aquela bosta de “Brasileirinho”. Isso sem falar nessa palhaçada de “duplo twist carpado” e o escambau. Não. Não sou racista. Era fã do Tião Macalé e do Muçum. Torci pra Deise Nunes no Miss Brasil. Aliás, acho que essa pretinha desmerece a raça negra
Vibrei muito nos jogos olímpicos quando a metidinha à besta não passou de um quinto lugar tendo que descer do salto alto.
Antes de ir pra Atenas esteve lá no Olímpico fazendo foto abraçada na bandeira do Grêmio. Dias depois fez o mesmo no Beira Rio com a bandeira do Inter.
Hoje li no Terra que a neguinha torce para que o Corinthians seja campeão pois sempre torceu para o “Timão”.
Ah, pára com isso.
Vai pra pqp.
Quero que esse joelho arrebente duma vez.
Deveria ficar feliz já que o Corinthians é adversário do Inter... mas o ódio pela crioula é maior.
Dá-lhe Inter!!
Ei Daiane, vai Tomá no c*...

4.11.05

Saúde, querida...

Ilusão


Essa imagem é bem conhecida no mundo da ilusão de ótica... A ilusão demonstra que o Mr. Angry (Xiliquenta) pode se transformar na Mrs. Calm (Calminha) ao olhar de modos diferentes... Um jeito fácil de camptar a mudança é olhando de perto do computador e de longe (uns 3 m do computador)

A poesia (um deslize)


O jeito rude dos homens circunspectos não permite o transborde de gostos supostamente duvidosos como poesia e balé, só para exemplificar. Por mais que minha criação tenha sido voltada para a contemplação das coisas belas da vida, nunca gostei deste tipo de “arte alternativa” não entendendo a suposta beleza que outras pessoas pudessem encontrar em ditas manifestações artísticas.
Considero-me um homem rude e, quiçá, insensível em muitos momentos da minha existência. Talvez por isso raramente tenha deixado transparecer este lado, digamos, “romântico”. Nem mesmo nos momentos de delírio, provocados pelo efeito entorpecente resultante da ingestão de substâncias alucinógenas, consigo ver as coisas através do terceiro olho (ou seria o quarto?).
Mas, para não dizer que não falei de flores, no início da década de 90, quando cursava a universidade de jornalismo, na apresentação de um trabalho em público, optei pela declamação de uma obra poética assinada por Castro Alves, com direito à aula de dramaturgia. Relaciono esta perda momentânea de identidade com o violento efeito da fluoxetina, um inibidor seletivo da captação da serotonina no nível do córtex cerebral, neurôniosserotoninérgicos e das plaquetas, existente no Prozac que eu tomava na época.
Bom, acreditem ou não, a apresentação foi um verdadeiro sucesso.
Pesquisando na internet, tenho a oportunidade de compartilhar com os fãs o poema “Boa Noite”, declamado por Márcio Neves em 1994.

Boa noite, Maria! Eu vou,me embora.
A lua nas janelas bate em cheio.
Boa noite, Maria! É tarde... é tarde. .
Não me apertes assim contra teu seio.

Boa noite! ... E tu dizes - Boa noite.
Mas não digas assim por entre beijos...
Mas não mo digas descobrindo o peito,
- Mar de amor onde vagam meus desejos!

Julieta do céu! Ouve... a calhandra
já rumoreja o canto da matina.
Tu dizes que eu menti? ... pois foi mentira...
Quem cantou foi teu hálito, divina!

Se a estrela-d'alva os derradeiros raios
Derrama nos jardins do Capuleto,
Eu direi, me esquecendo d'alvorada:
"É noite ainda em teu cabelo preto..."

É noite ainda! Brilha na cambraia
- Desmanchado o roupão, a espádua nua
O globo de teu peito entre os arminhos
Como entre as névoas se balouça a lua. . .

É noite, pois! Durmamos, Julieta!
Recende a alcova ao trescalar das flores.
Fechemos sobre nós estas cortinas...
- São as asas do arcanjo dos amores.

A frouxa luz da alabastrina lâmpada
Lambe voluptuosa os teus contornos...
Oh! Deixa-me aquecer teus pés divinos
Ao doudo afago de meus lábios mornos.

Mulher do meu amor!
Quando aos meus beijos
Treme tua alma, como a lira ao vento,
Das teclas de teu seio que harmonias,
Que escalas de suspiros, bebo atento!

Ai! Canta a cavatina do delírio,
Ri, suspira, soluça, anseia e chora. . .
Marion! Marion!... É noite ainda.
Que importa os raios de uma nova aurora?!...

Como um negro e sombrio firmamento,
Sobre mim desenrola teu cabelo...
E deixa-me dormir balbuciando:
- Boa noite! - formosa Consuelo.
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