13.3.06

Conversa com meu filho


Bater um papo com o Mártin (meu filho de 2 anos) é um exercício mental que engloba raciocínio lógico, dedução e uma certa quantidade de adivinhação. Evidentemente que a conversa torna-se mais compreensível levando-se em conta o contexto da situação. Ficamos horas deitados na cama batendo “altos papos” antes de dormir. Ontem parei para anotar algumas expressões do limitado vocabulário do pequeno que aumenta a cada dia.

A mamá a im = faz mamá pra mim.
Qué úco aonda = quero suco de laranja.
Óca Alda paim = Troca fralda pra mim.
Que tá endo? = o que tu estás fazendo?
Ái aiaiá? = vai trabalhar?
Óca devedê a im? = Coloca DVD pra mim?
Iéqui, onto essea, ônka, ínho pu e a ante = Shrek, Monstros S.A., Mônica, Ursinho Puh e o Efalante.
Van Oga tiból? = Vamos jogar futebol?
Ooouuuu, êmu! = Goooollll do Grêmio! (dois bracinhos pra cima)
Qué bubú. = Quero o bico.
Duda deu in im = tradução desnecessária

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