12.9.06

Mai neimi´s Louis Nay

Já faz algum tempo, a Juçá trabalha em casa para algumas empresas realizando um serviço de correção de textos.
Dependendo do volume de trabalho (as vezes são vários livros por semana), o Luiz Nei senta ao lado dela para dar sua contribuição.
Estava eu no computador enquanto Luiz Nei trabalhava sozinho sentado na mesa da sala.
Foi até o armário de livros e começou a fuçar num dicionário.
Resmungou.
Pegou outro.
- Dicionário mais vagabundo.
- O que tu tá procurando, véio?
- Como se escreve “empírico” em inglês.
- Quer que eu procure aqui na internet em algum tradutor?
- Não. Já sei como é.
- E como é?
- “Empiric”. Deve ser isso.
- Hum... aqui na internet tá dizendo que é “Empiricist”.
- Hum. Só se for no Texas. Lá eles têm um vocabulário próprio.
- Huahuahahua... e tu não fica nem vermelho.
- Se tu quer saber, falo inglês fluentemente.
- Sei.
- É só colocar um americano na minha frente que tu vai ver.
- Tu deve falar inglês tão bem quanto fala espanhol.
- Isso mesmo.
- Tá bom. Dá licença que eu vou lá lavar os “TALLERES”* que estão na pia.
- Sai daqui, o muquirana.

*Clique aqui para recordar

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