31.3.07

Constatação

Ou o Site Meter está com um sério problema, ou minha popularidade está caindo vertiginosamente.

Bom, talvez posts como esse aí de baixo possam explicar.

Apagão aéreo

Duas enfermeiras conversam durante o horário do café insatisfeitas com o trabalho na clínica geriátrica:
- Não agüento mais, Bernardete. Acho que vou lá no aeroporto ver esse emprego.
- Emprego no aeroporto, Jurema?
- É. Parece que estão precisando com urgência de controladores de vô.

Juro que fui eu que inventei.

30.3.07

Descontraindo no vôo

Brincadeirinha sensacional para se fazer durante um vôo de avião:
Pegue seu laptop.
Tire da pasta.
Abra sobre a mesinha que está no banco a sua frente.
Certifique-se de que a pessoa a seu lado possa ver a tela.
Abra esse arquivo e comece a balançar a cabeça falando coisas sem nexo.

A gente encontra cada coisa interessante na internet.
Vou fazer quando estiver indo pra Campinas no dia 5.

No se va, Diego no se va!

Uma foto eternizou meu encontro com o maior jogador de futebol de todos os tempos: Pelé.
Foi um momento inesquecível (pra ele, lógico).

As notícias que vêm de Buenos Aires nos últimos dias não são as melhores.
Não tem jeito.
Parece que Dieguito vai bater as botas antes de me conhecer.

Azar dele.

29.3.07

Influências

Mc Donald´s do Iguatemi.
Mártin e Duda com boca cheia de batata frita.
Fala a Maria Eduarda:
- Pai, sabe o que eu vou ser quando crescer?
- Me conta, filha.
- Vou ser modelo.
- Que legal! E tu Mártin?
- Quando eu "se" adulto, quero fazer "surrasco", tomá "ceveja" e "zogá" basquete!

Jesus.
Será que se eu gravar consigo a guarda na justiça?

Los cariocas

Trecho da matéria no site do Vélez Sársfield sobre o jogo com o Inter:

"Sin dudas, que el empate logrado anoche en tierras cariocas tiene un sabor a victoria (...)"

São otários mesmo esses argentinos.

Ver

28.3.07

Eu quero

Pode parecer uma piada, mas meu sonho de consumo atual é uma alça de braço, daquelas pra prender o MP3.

Já correu com teu aparelho passeando por dentro da cueca?

Cerveja, suor e futebol

Enquanto todos se preparavam para o jogo do Grêmio contra o Tolima, decidi dar uma relaxada na sauna.
Bom, pelo menos foi o que me lembrou o bar da tia Beth com o termômetro do pátio do Olímpico marcando 40 graus.

Na foto, a tia Beth e o Marquinho.

27.3.07

Extinto de sobrevivência

Na época da faculdade, aprendi que para ser um bom entrevistador, um bom repórter, você tem que fingir não saber sobre o tema do qual está tratando.
Eu disse fingir.
Por mais que você domine o assunto e tenha um grau de conhecimento avançado, é necessário que você utilize sua capacidade para fazer com que o entrevistado fale sobre ele.
O que interessa é o que o entrevistado diz e não você.
Quando você escreve um texto também:
Por mais inteligente que você seja e por mais óbvio que pareça o que você está escrevendo, é necessário, muitas vezes, que você tente ser o mais simples possível imaginando que a pessoa que estará lendo o seu texto não irá entender (ainda bem que nesse blog não tenho esse problema). Nesse caso, seu texto acaba sendo banalizado, você acaba não escrevendo o que gostaria de escrever, só para que um bando de ignorantes possa entender.
Já faz algum tempo, tenho percebido que preciso usar minha inteligência para ser burro.
No meio da vaidade dos homens, quanto menos você se destacar, melhor pra você.
Quanto mais burro você for, melhor.
Acho que foi pra isso que eu estudei.
Para aprender a ser burro.
Felizmente minha inteligência é suficiente para que eu me torne um excelente burro.
Tenho orgulho de conseguir me passar por um burro perfeito.

Bom, já não bastasse ter que ser burro para me dar bem, acho que vou ter que aprender a ser mau.
Quando você é mau, é ruim com os outros, ninguém caga na sua cabeça.
Tenho que aprender isso.
Preciso ser mau para impor respeito.
Preciso ser durão para ser admirado pelos outros.
Preciso ser canalha para chamar atenção das mulheres.
Preciso pisar nos outros para não ser pisado.

Meu Deus.
Que mundo podre que me cerca.
Bom, melhor ir parando por aqui, esse post tá muito inteligente pro meu gosto.
Vai acabar sobrando pra mim.

26.3.07

Uniformes

Hoje fiquei descobrindo que usarei uniforme para trabalhar.
Sobre esse tema, segue abaixo a animada conversa com o Pfeiffer durante a sobremesa no bar da tia Beth.
Pfeiffer comenta:
- Parece que, além da camiseta, eles vão dar calça jeans e sapato pra gente usar.
- Interessante.
- Acho que só a camisa é suficiente.
- Acho que tem que ser todo o uniforme, senão fica uma várzea.
Continuo eu:
- Sou a favor do uniforme na escola da Maria Eduarda, então tenho que ser coerente e ficar a favor. Só acho que deveriam nos dar pelo menos três camisas e não só duas.
- Também acho. As mulheres ganharam seis camisas. Duas azuis, duas pretas e duas brancas.
- Pois é. E isso que mulher fede bem menos que homem.
- Teoricamente.
- É. Teoricamente. Eu sou mais cheiroso que muita mulher.
- Aham.

Sempre achei que o tempo de almoço deveria ser só meia hora.

Gremistinha

Duda no carro, indo pra casa:
- Pai, o Inter ganhou?
- Ganhou, filha.
- Que droga, né?
- É. Uma droga.

(Silêncio)

- Pai, sabia que a Carol da minha aula é do Inter? Ela tem uma toalhinha do Inter.
- É mesmo, filha?
- É, pai. E mesmo assim eu sou amiga dela.

Tá dando certo, tá dando certo...

25.3.07

Mazááááá!!



Eu e meu ídolo Diego Medina no aniversário de 1 aninho do Pedro.

Pra quem não reconheceu, segue o vídeo abaixo.

23.3.07

Pato e a torcida colorada


Foto enviada pelo Marcelo

Atração irresistível

Descobri uma coisa muito importante após o almoço de hoje:
Não posso comer macarrão ao sugo quando estiver de camisa branca...

21.3.07

Kelly?


Quando fiquei sabendo sabendo que Kelly vinha para o Grêmio, corri na sala de conferência porque achei que fosse uma loira maravilhosa.

Era isso aí da foto.

Decepção.

17.3.07

As 5 coisas

Atendendo aos apelos dos amigos leitores, decidi retornar aos posts após um breve período de meditação e contemplação do mundo.
E o retorno se dá em alto nível.
Aderindo aos colegas de blog que publicaram em seus diários as questões abaixo desafiando outras pessoas a fazerem o mesmo.
Como adoro desafios, eis minhas respostas.
Ao contrário do que andei vendo em outras respostas por aí, as minhas são sinceras e desprovidas de qualquer necessidade de fazer média ou ficar “se fazendo”.
Nada pessoal.

5 coisas que eu quero fazer antes de morrer:
1- Participar do Big Brother Brasil
2- Comer a Xuxa
3- Entrar numa concessionária e comprar o carro que eu quiser. Pagando à vista.
4- Invadir o campo num Gre-Nal e salvar sobre a linha uma bola que estava entrando e que daria o título da Libertadores ao Inter.
5- Descobrir a fórmula da vida eterna.

5 coisas que eu faço bem:
1- Jogar Bib´s pra cima e pegar com a boca.
2- Cortar a unha os com os dentes
3- Contar até 10 arrotando.
4- Jogar botão.
5- Desenhar estádios de futebol.

5 coisas que eu mais digo:
1- Não vou mais te dar dinheiro.
2- O Grêmio ainda não pagou...
3- Tá. Depois eu faço.
4- Putz. Esqueci. Vou fazer agora.
5- Alguma novidade?

5 coisas que eu não faço: (e que deveria fazer)
1- Tomar água.
2- Abdominal.
3- Trabalho voluntário em alguma instituição carente.
4- Largar tudo e dar a volta ao mundo de mochila.
5- Espancar meu chefe.

5 coisas que me encantam:
1- Borboletas.
2- Meus filhos
3- Estádio lotado
4- Camisas de futebol
5- B...

5 coisas que eu odeio:
1- Acordar cedo.
2- Minha conta bancária.
3- Perder.
4- Ex esposa.
5- Não poder espancar meu chefe.

9.3.07

Piada

Mártin e eu deitado na cama vendo desenho.
Diz ele:
- Pai, vou te contar uma piada.
- Conta, filho.
- Era uma vez um menino que tinha um coração. O coração batia bem forte, bem forte. Aí o coração foi batendo bem devagar. Então o coração parou e ele morreu.
- ...
- Gotô?

Não foi muito engraçado.

8.3.07

Sacodi, sacodi, sacodi...mas a formiguinha não parava de subir

Desde pequeno, sempre gostei muito das formiguinhas.
Acho a formiga um bichinho simpático.
Interessante de ser observado.
Mas também é só isso.
Não gosto de formiguinhas passeando pelo meu corpo.
Ontem estacionei meu caro exatamente sobre um formigueiro.
Quando voltei, ele estava coberto por centenas delas.
O que fazer?
Tentei tirar o máximo que consegui.
Em vão.
Entrei no carro e percebi que elas não se limitaram a pegar carona apenas pelo lado de fora.
Não demorou para estarem andando pelo painel, direção, bancos, vidros.
Fui obrigado a começar a chacina.
Isso depois de passar com urgência num lava rápido.
O interior do veículo parece um campo de extermínio.
Espero que a Priscila não se incomode com isso.

Luiz Nei e a pá de cal

To deitado na minha cama vendo jogo.
Luiz Nei entra no quarto e senta para ver também.
Aos poucos sua atenção volta-se para os adornos nas paredes.
Sem muita sensibilidade, questiona:
- Por que tu não vende essas merdas?
- A quais merdas tu te referes?
- Essas imundices de bandeiras e flâmulas. Teu quarto parece um bazar persa.
- Já vendi quase toda minha coleção. O que tu queres mais?
- E por que não vendeu essas merdas também?
- Exatamente porque são merdas. Quem é que vai querer?

Saudade

Nos últimos tempos, passei e entender direitinho o significado da palavra "saudade".
Saudade da Maria Eduarda.
Saudade do Mártin.
Saudade da Priscila.
Hoje vou matar a saudade dos três.
Mas já me preparando para um novo e longo período de sofrimento.
Não é justo.

Passei e entender direitinho o significado da palavra "saudade".
E não estou gostando nenhum pouco.

Ascensão e queda do “Templo do Futebol”



Sempre fui um apaixonado por futebol e pelas coisas do futebol.
Na metade da década de 80, passei a me dedicar a colecionar revistas estrangeiras de futebol.
Sem muitas opções, pagava verdadeiras fortunas por uma edição da Don Balón, Onze, France Football, Guerin Sportivo, El Gráfico, SoloFútbol, Bild, entre outras raridades encontradas tão somente em um ou dois revisteiros (normalmente no aeroporto).
Aos poucos, senti a necessidade de expandir minha coleção para outros souvenires.
Em cada uma destas publicações, havia pelo menos uma página dedicada à troca de correspondências entre fãs de futebol.
Sem acreditar muito nos possíveis resultados, tratei de escrever algumas cartas (nos respectivos idiomas) me colocando à disposição de torcedores do mundo todo para intercambio de materiais esportivos.
Algum tempo depois, já havia até esquecido das cartas, começaram a chover correspondências na caixinha de correio do meu apartamento.
Foi então que descobri que uma das revistas havia publicado meu pedido.
Com o passar dos dias, e o aumento da quantidade de cartas, percebi que não apenas uma, mas duas, três, quatro, cinco, seis, sete, dezoito revistas diferentes haviam publicado meu pedido em suas edições.
A brincadeira tomou proporções absurdas.
Diariamente, recebia mais de uma dezena de cartas do mundo todo.
Envelopes e caixas de todos os tamanhos com uma variedade enorme de souvenires.
Passei a ter muita dificuldade para responder.
Era humanamente impossível conseguir retribuir a quantidade de coisas que eu recebia.
Não só pela quantidade de cartas como pela falta de opções.
Na época, Grêmio e Inter não possuíam nem 95% dos produtos esportivos que têm hoje em dia.
A lojinha do Grêmio no estádio Olímpico se resumia a um balcão onde, no máximo, conseguia uma flâmula, um adesivo, uma camiseta e um postal.
Enviados estes itens, não tinha mais nada pra mandar.
Na tentativa de me organizar, passei a selecionar os contatos mais fiéis e os souvenires que me interessavam.
Optei pelas flâmulas, bandeiras, camisetas e postais (produtos mais fáceis de achar e de mandar).
No mercado europeu, uma flâmula do Grêmio valia pelo menos cinco ou seis flâmulas de times da Espanha, Itália, Portugal e Alemanha, só para ficar nestes países mais futebolisticamente desenvolvidos.
Sem ter muito o que fazer com tanta coisas, um dia decidi transformar meu quarto no “Templo do Futebol”.
Juntei bandeiras, flâmulas, posters, fotos e, com elas, tratei de forrar cada uma das quatro paredes.
E mais teto, armários, janela, porta, etc.
Até não haver mais nenhum espaço vago.
Sensacional!
Meu dormitório passou a ser o sonho de todo o apaixonado por futebol.

...

No meu final de adolescência, início da fase adulta, época de colégio, uma das coisas das quais mais eu me orgulhava era do meu quarto.
Contando com a propaganda boca a boca dos meus amigos mais chegados, ele passou a ser uma verdadeira sensação entre os amantes do futebol.
Terminados os dias de aula no Anchieta, uma verdadeira peregrinação tinha início com o único objetivo de visitar meus aposentos.
Diariamente, dezenas de ônibus de excursão estacionavam na frente do prédio com turistas dispostos a pagar fortunas por uma simples foto da porta do meu armário.
Cosadeloco!
Com o passar dos anos, com um aparente amadurecimento e com uma mudança brusca nas necessidades, fui percebendo que meu quarto tornou-se um antro de circulação exclusivamente masculina.
Algumas meninas até achavam o local interessante, mas jamais gostariam de estar nua naquela cama sob os olhares do Emilio Butragueño, do Van Basten ou do Toto Schillaci.
Foi difícil assumir isso.
Foi difícil aceitar.
Passei a não repor mais as flâmulas que teimavam em cair da parede. Ou as bandeiras que se soltavam do teto.
Mas o golpe final veio depois que me casei.
Após a mudança para um novo lar, todos aqueles anos de dedicação ao esporte bretão acabaram sufocados em três ou quatro caixas de papelão.
Triste fim.
Os tempos difíceis e a falta de espaço fizeram com que eu tivesse que vender boa parte da minha gigantesca coleção.
Centenas de revistas, fotos, postais, posters, documentos, foram pro lixo para deleite da minha carrasca companheira, na época.
Era um aviso. Eu que não percebi.
Mas jamais esqueci daquele meu quarto no 14º andar.

...

A paixão, há anos adormecida, renasceu quando me separei.
Como que uma “volta à adolescência” (assim definido pela Juçá), a primeira coisa que tratei de fazer quando voltei para a casa dos meus pais foi resgatar o que restara dos meus souvenires.
Procura aqui, procura ali, consegui recuperar uma pequena parte.
Suficiente para cobrir pelo menos duas paredes do meu novo dormitório (muito menor do que o antigo).
Aos poucos, o orgulho ferido passou a cicatrizar.
A volta aos tempos gloriosos me deixou saltitante e jovial.
Confiante.
Transbordando alegria e amor.
Conheci a verdadeira mulher da minha vida!
Faltava pouco pra ela vir me visitar.
Limpei meu quarto.
Organizei todas as coisas.
Ajeitei algumas flâmulas que estavam tortas.
Prendi algumas bandeiras que estavam penduradas.
Comprei cuecas novas.
Tudo pra agradar minha amada.
Com a mala na mão, ela entrou lentamente no quarto.
Admirando cada canto.
Analisando cada flâmula.
Contando quantos estrelas de campeão o Milan tem na sua bandeira.
Com o peito estufado de orgulho, não resisti:
- Então? O que achou?
- Breguinha, hein!

Breguinha??
Meu mundo caiu.
Se alguém tiver interesse ou conhecer quem goste, terei imenso prazer em negociar o que sobrou da minha coleção.
Isso se meus pulsos pararem de sangrar.

7.3.07

Luiz Nei, o otimista

Luiz Nei chega em casa por volta das 18h.
Estou deitado no meu quarto vendo Liverpool x Barcelona pela Liga dos Campeões.
Ele aparece na porta:
- Não vai te cansar muito, hein.
- Tô de férias.
- Que jogo é esse?
- Liverpool x Barcelona.
- Barcelona tá ganhando?
- Tá, mas está sendo eliminado porque perdeu o primeiro jogo por 2 a 1 em casa.
- Bom para o Grêmio.

Só rindo.


Ps para as mulheres entenderem a piada: O campeão da Liga dos Campeões da Europa (que pode ser o Liverpool) enfrenta o campeão da Libertadores (competição que o Grêmio está disputando) na decisão do Mundial, no fim do ano.
Mais dúvidas, perguntem nos comments.

5.3.07

Ódio

DELETADO

3.3.07

Quem faz a cama nela se deita

Essa frase título do post é uma das preferidas pela Juçá.
Existem certas coisas erradas que a gente faz na vida que acabamos arcando com as conseqüências para sempre.
Mesmo que já tenhamos aprendido e já não mais façamos.
Comigo é assim.
Por mais que há 10 anos atrás eu tenha saído de casa para casar e construir um lar, meus pais ainda acham que continuo o mesmo Márcio de antigamente.
Foi a visão que ficou.
E por mais que eu tenha voltado a morar com eles pelo menos há 6 ou 7 meses, ainda não conseguiram perceber as mudanças trazidas pela maturidade.
Algumas verdades absolutas nas cabecinhas deles permanecerão para sempre.
Mesmo que eu lute para provar o contrário.
O Márcio é desorganizado.
O Márcio é bagunceiro.
O Márcio não paga suas contas.
O Márcio come as coisas dos outros.
O Márcio é “pé pesado” pra dirigir.
O Márcio não ajuda em nada.
Essas são verdades absolutas para minha família e jamais deixarão de ser.
Por mais que eu organize minha vida, arrume minhas coisas, pague minhas dívidas, não pegue nada da geladeira que não seja meu, dirija com cuidado ou lave a louça...
Nunca será suficiente.
Isso porque existem os pequenos deslizes.
É impossível ser 100% perfeito.
E vai existir o dia em que esquecerei uma cueca atrás da porta do banheiro.
Ou que esquecerei de arrumar minha cama...
Então certamente escutarei aquela frase dita com prazer:
- Eu não falei? Tsc, tsc, tsc...tu continua o mesmo.
E completam pra machucar mais:
- Como é que a Priscila vai te aguentar assim?

Como dói a injustiça.

1.3.07

Alma Gêmea



Hoje fiz uma descoberta impressionante.
Ao ficar observando atentamente minha foto na carteira de identidade quase não me reconheci.
Meu cabelo é penteado para o lado direito e não para o lado esquerdo, como sempre pensei que fosse.
Foi então que concluí que o fato de sempre me pentear na frente do espelho faz com que eu tenha uma visão destorcida da realidade.
Ou uma visão destorcida de mim mesmo.
Aquele cara que ali se reflete na verdade não sou eu de verdade.
Quem seria?
Será que existe um mundo paralelo dentro do espelho onde as coisas são invertidas?
Ou será que lá dentro do espelho é a realidade e aqui deste lado não passamos de um reflexo?
Nunca conseguiremos nos ver como realmente somos.
Somente em imagens de fotos, de vídeos ou em espelhos.
Seja como for, estou em crise existencial.
Já não sei se eu sou eu, ou se sou um simples reflexo de mim mesmo.

Preciso urgente de uma passagem pra Campinas.
Foi lá onde me encontrei comigo mesmo pela primeira vez.

Demorou mas achei

Hoje está completando um mês que encontrei o amor da minha vida.
Queria compartilhar isso com os leitores.
Sei que é brega.
Mas o amor é assim.
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