31.5.07

Concordo


30.5.07

Casamento

Só hoje consegui pegar a chave do cadeado sem a Priscila perceber.
Só assim consegui vir aqui pra atualizar o blog.
Queria dizer que tô bem feliz no meu novo casamento!

Deixa eu ir lá lavar a louça que ela tá chegando.
Fui...

24.5.07

O último dia do resto de nossas vidas


Estou vivendo as últimas horas de solteiro.
Às 13h40, sigo para Campinas onde irei buscar a mulher da minha vida.
Provavelmente, a partir das 18h (horário previsto para minha chegada), já serei um homem casado.
Outra vez.
Com a diferença de que agora é pra sempre.
"Ah! Mas tu já disse isso antes".

Não disse nada.

Mãe Dinah


Grêmio x Santos na semifinal da Copa Libertadores!
Ela já havia antecipado.
Eu é que não acreditava.

23.5.07

Luiz Nei - É véio mas tá pago

Início de noite.
Chego em casa depois de um dia de trabalho.
Encontro o Luiz Nei no corredor, já saindo.
Quer saber ele:
- O Outback do Iguatemi é aquele restaurante que fica do lado de fora?
- Isso. Por que?
- Vou me encontrar com uns amigos.
- E como tu vais?
- De lotação. Tua mãe saiu com o carro.
- Vai com o meu. Não vou sair mais hoje.
- Mas aí vou ter que caminhar muito até o restaurante.
- Como assim? Tem estacionamento na frente.
- E tu acha que eu vou chegar lá pra me reunir com os amigos no teu Fiat Uno fudido?
- Bah... pode dizer que é meu. Que a tua Mercedes tá pra lavar.
- Pior ainda. Com 35 anos o filho já deveria ter superado o pai financeiramente.

Me vingo na hora em que eu for escolher o asilo.

22.5.07

Acredite sempre

Para quem acha ridícula aquelas previsões em sua página do Orkut, dá uma olhada nesse post que publiquei no distante dia 05 de outubro de 2006.

Neste dia 24, a previsão se fará realidade.

Luiz Nei - Sempre atento

Reunião importantíssima no Conselho Deliberativo do Grêmio no Salão Nobre do Olímpico.
O tema é a construção da nova Arena Fifa.
Sentado ao lado do Luiz Nei, sinto que estou fazendo parte de um dos momentos mais importantes da história do clube.
O presidente expõe os valores astronômicos do projeto.
Telão com apresentação em Power Point.
Minhas atenções estão voltadas para cada gesto.
Cada palavra.
Bloco na mão, tomo nota das informações mais relevantes.
Já começo a elaborar na cabeça uma matéria espetacular pra colocar no site.
Luiz Nei me cutuca e se aproxima pra me cochichar alguma coisa importante ao pé do ouvido.
Provavelmente algo nas entrelinhas que não fui capaz de perceber:

- Tem que ver tua situação junto ao Serasa e ao SPC. Depois eu te passo o site deles e tu entras pra ver se teu nome tá lá. Precisa regularizar isso de uma vez. Não dá mais pra continuar assim. Um dia tu vais precisar de crédito e não vai poder tirar...

Nas mãos destes atentos e interessados conselheiros está o futuro do Grêmio.
Renovação do Conselho!
Urgente!

Retrógrados.

Às vezes me acho inferior, ou menos qualificado, que as pessoas mais velhas.
Pelo menos achava isso até participar da reunião do Conselho Deliberativo do Grêmio.
O encontro dos anciões só me fez ver que tenho totais condições de assumir a presidência do clube amanhã.

18.5.07

Casar com mulher famosa tem disso


BB

Aproveitando o horário de almoço, fui ao Banco do Brasil da av. Praia de Belas pagar a escola da Duda.
Fila grande.
Só um caixa atendendo.
Senhora atrás de mim bufando de raiva pela fila e porque a porta giratória tinha trancado sua passagem por causa da bolsa:
- Isso é uma barbaridade! Só uma caixa funcionando. Isso não é um banco, é um cocô ambulante que Deus colocou no mundo.

Respeitando a raiva da tia, gargalhei internamente.

"Seu" Valdir

“Seu” Valdir, como é chamado pela gurizada, é o segurança do prédio onde eu moro.
Um negrão forte, robusto, consistente.
Pois a Juçá descobriu que o “seu” Valdir surrupiou R$ 15,00 reais dela.
O dinheiro era o troco dos R$ 100,00 que a Juçá deu ao segurança para que fosse feita a decoração do salão de festas do prédio.
Juçá ficou muito chateada.
Não pelo dinheiro em si, mas pelo gesto de desonestidade do rapaz, que sempre primou pela conduta desde que iniciou a trabalhar lá.
O normal seria devolver os R$ 15,00.
Mas o pior de tudo é que “seu” Valdir nega veementemente ter embolsado o troco.
Aproveitando que o homem estava cuidando da portaria, Juçá decidiu ir até o vestiário dos seguranças que ficava na garagem para procurar o dinheiro.
Sentindo que tal gesto poderia tomar proporções catastróficas, decidi acompanhar a Juçá até o local.
Fiquei cuidando a porta enquanto ela revirava as gavetas.
Para minha surpresa, “seu” Valdir vem se aproximando.
Devidamente alertada, Juçá finge que está fazendo outra coisa.
O segurança adentra o vestiário e cumprimenta Juçá como se fosse a coisa mais normal do mundo ela estar ali.
Apesar disso, percebi que ele notou as intenções da Juçá.
Fiquei preocupado.
Não gostaria de ver aquele homem nervoso.
Ele mexeu em alguma coisa numa gaveta e saiu do vestiário passando por mim assoviando.
Prendi a respiração esperando o pior.
Pelo vão da janela, vi que ele andou alguns metros e parou de repente.
Pensei comigo: “Putz, fudeu. Ele vai voltar”.
Rapidamente juntei no chão um pedaço de tijolo.
Se ele for tentar machucar a Juçá, dou-lhe uma tijolada na moleira.
É minha única chance.
Ele voltou, entrou no vestiário, passou por mim e foi em direção a Juçá.
Me preparei para atacar.
Ele se abaixou, abriu a porta de um armário.
“Pronto, vai pegar uma faca ou um revólver”, pensei.
Para meu espanto, ele tirou de lá uma fantasia de palhaço.
Peruca, roupa e aqueles sapatos de palhaço.
Colocou embaixo do braço e saiu.
Foi nessa hora que eu acordei.

A propósito, não tem nenhum segurança lá no prédio chamado “seu” Valdir.
Vai entender.

17.5.07

Mulher perfeita

Grêmio acabou de levar 2 a 0 do Defensor.
Chateado, converso com a Priscila pelo telefone.
Ela tenta me consolar:
- Não fica chateado. O time vai conseguir classificar e no outro jogo contra o Santos eu já vou estar em Porto Alegre. Aí quando você voltar do trabalho, tarde da noite, eu vou estar em casa te esperando. Vou preparar teu banho quentinho de banheira, teu pijaminha. Vou fazer uma comidinha bem leve pra você. Não pode comer nada pesado tão tarde da noite.

Vai dizer que não é uma mulher perfeita?
Acredita que o Grêmio vai classificar.

16.5.07

O que um irmão não faz pelo outro

Almoço com o Marcelo no Tirol.
Entramos no carro para irmos embora e ele pergunta:
- Que horas tu tens que estar de volta no trabalho?
- 14h. Por que?
- Então vamos passar lá em casa antes.
- Pra que?
- Pra cagar. Tu vai num banheiro e eu vou no outro.

Por estas e outras que considero o Marcelo como um irmão.

15.5.07

Pra que 10?


Anúncio nos classificados de Zero Hora de domingo.

Ainda estou tentando imaginar qual o objetivo verdadeiro...

Se não vai, pra que dizer que vai?

Já faz parte da cultura brasileira a falta de responsabilidade.
O ato de combinar as coisas e não cumprir já está incutido na mentalidade do brasileiro desde a mais tenra idade.
Já não é nem mais surpresa para a pessoa quando a outra promete alguma coisa e não cumpre.
Muito pelo contrário, ela já escuta a promessa sabendo que não será cumprida, e não dá muita importância pra isso.
Oswaldo Montenegro dizia na sua canção intitulada “O Chato” que não há nada mais chato do que aquela pessoa que você diz “aparece lá em casa” e ela aparece.
No próprio cumprimento dos horários também é assim.
Festas são marcadas ás 20h30 porque as pessoas começam a chegar ás 22h.
Quando marco médico, sempre ligo cinco minutos antes de sair de casa pra saber se ele está no horário. Nunca está.
Por mais que isso faça parte do meu cotidiano e das pessoas que me cercam, este tipo de atitude continua me incomodando.
Durante toda minha adolescência, convivi com amigos assim.
Empolgados, combinávamos programas históricos e viagens inesquecíveis.
Quando chegava na hora “H”, todos davam pra trás e o Márcio babaca era o único que estava pronto, esperando.
Não foram duas ou três vezes. Foram centenas.
Chega uma hora em que você desiste e deixa de esperar o mínimo das pessoas.
E isso é muito triste.
Porque não é você que está errado.
Com o tempo, umas pessoas até melhoram.
Ajeitam suas vidas, casam, têm filhos e se tornam pessoas mais responsáveis.
Outras, nem isso.
Mas não tem problema.
Não é por isso que essas pessoas irão cair no meu conceito.
Não caíram antes, por que iriam cair agora?
Só desejo que elas melhorem com o tempo.
E que Deus me dê paciência.

Só tem uma coisa:
Quando não for, não diz que vai....

14.5.07

Luiz Nei: morto (outra vez)

Domingo pela manhã.
Me levanto cheio de sono.
Entro na cozinha para preparar a mamadeira do Mártin.
Luiz Nei está sentado, de boné e capuz, vendo a missa do Papa na TV. (Isso mesmo. Ele coloca boné e o capuz do casaco por cima).
Sem saco para falar, dou um tapinha de “bom dia” nas costas dele e vou buscar leite na dispensa.
De repente, ouço um barulho atrás de mim como o de um saco de batata caindo.
Olho pra trás e o Luiz Nei está estirado no chão da cozinha com os olhos fechado e a língua pra fora.
Sigo fazendo a mamadeira normalmente.
Quase um minuto depois, ainda no chão, vendo que a tentativa não tinha dado certo, Luiz Nei abre um olhinho e dá uma espiada.pra ver minha reação.
- Ahá! Te cagasse, né?

Caso não fizesse essa mesma “brincadeira” há uns 25 anos até, de repente, pudesse me passar um breve sopro de preocupação.

****

Eu e Maria Eduarda, sentados na mesa da cozinha, preparando os convites para o aniversário dela no Mac.
Luiz Nei lavando louça.
Cada nome do coleguinha que eu escrevia no convite, a Duda fazia um comentário:
- Carolina Schneider.
- Ah, pai. A Carol é chata.
- Ian...
- Esse sempre me incomoda.
- Brenda.
- Essa é minha pior amiga.
- Lucas.
- Tri nojento.
Já sem paciência, Luiz Nei berra:
- Porra, Duda! Só tem muquirana nessa tua aula?
- O quê, vô?

11.5.07

Maria Eduarda - 7 anos

No próximo domingo (dia 13), minha filhota completa sete anos.
Idade importante.
Pelo menos minhas primeiras lembranças de infância datam dos meus sete anos em diante.
Comemoramos nesta sexta-feira no McDonald´s do Iguatemi com a turminha da escola.
Valeu muito à pena.
Lugar bom, comida boa, preço bom...
E o mais importante:
Minha filha realizada.



Impagável a cara do Mártin de "também quero fazer parte da turma mas eles não deixam porque são maiores".



Vovó Juju e vovô Nei!



Alegria estampada no rosto.
Não tem preço!

Tudo muito bom, tudo muito lindo.
Mas faltou a Priscila.

Anjo do céu

Impressionante como ela consegue me acalmar somente pelo tom da voz.
Imagina quando estiver aqui ao meu lado, em definitivo.

Praticamente, virarei um monge tibetano.

10.5.07

102

Liguei para o 102, auxílio à lista.
Atendeu a mocinha, bem educada:
- Bárbara, boa tarde.
- Boa tarde. Gostaria do número do telefone da prefeitura de Bagé.
- Qual cidade, senhor?

Não sei. Acho que Pindamonhangaba.

9.5.07

Assessoria de Imprensa campeã


Pai da Aline, Pedro, Aline, Haroldo, Círio (Depto de Futebol), Gabriela (Marketing) e Rodrigo.

Eu (com a bola do jogo), Simone (Sec. do Patrimônio), Bianca e Geancarla.

8.5.07

Apego aos bens materiais

Priscila choramingando pelo telefone por ter que se desfazer de suas coisas antes de vir morar em Porto Alegre:
- O limite de peso para despachar bagagens na Gol é de 23 Kg. Vou ter que colocar mais coisa fora. Não sabe como isso é difícil pra mim.
- Calma, amor. Não precisa colocar fora. Deixa na guardado na casa da tua mãe e quando tu precisares, a gente pega ou ela manda por Sedex.
- Mas é que eu não vou mais precisar. São coisas que nunca mais vou usar na vida.

Um dia vou entender as mulheres.

Piada da semana

Bichona, desencantada da vida, resolve se matar pulando do 20º andar de seu prédio em Porto Alegre.
Tumulto lá embaixo.
Bombeiros, polícia e multidão de curiosos.
Eis que um brigadiano consegue entrar pelo apartamento ao lado e, pela janela, tenta convencer a bicha a desistir da idéia na base do diálogo.
- Pensa nos teu pais, como vão eles sofrer! - implorou o policial.
- Eu sou órfão!
- Então pensa na tua mulher, nos teus filhos, que vão ficar desamparados!
- Eu sou bicha!
- E no namorado?!
- Não tenho!
Sem saber mais o que dizer, o homem da lei apelou:
- Então pensa no GRÊMIO, meu amigo! Pensa nas GRANDES CONQUISTAS, NO OLIMPICO LOTADO, AQUELA TORCIDA FANÁTICA, bicha de Deus!!
- Eu sou COLORADO!!
- COLORADO????
Então pula, putão desgraçado.

7.5.07

Pergunta tradicional

Domingo à noite, deitado no sofá da sala, ao telefone com a Priscila.
Uma tarde de muito trabalho no Olímpico.
Grêmio recém havia comemorado o título de campeão gaúcho.
Lances da partida ainda vivos na minha memória.
Conversa vai, conversa vem, Priscila pergunta:
- Teu amor por mim é tão grande quanto teu amor pelo o Grêmio?
- Te amo mil vezes mais.

Como é fácil enganar uma mulher.

6.5.07

Eu já sabia!



Pois a taça com que eu fiz a foto na sexta-feira (abaixo) foi levantada pelo capitão Tcheco na tarde deste domingo.

O 4 a 1 sobre o Juventude não deixou dúvida sobre quem verdadeiramente mereceu ser campeão.

Não poderia faltar nessa festa.
Ela também é um pouco minha.

A foto foi tirada pela Aline durante a Volta Olímpica!

4.5.07

Campeão Gaúcho de 2007 - cantando vitória


Não sei se vamos ser campeões no domingo, mas pelo menos a foto com a taça do Gauchão 2007 eu já garanti.

Fim do tédio

Priscila me ligou no fim da manhã reclamando do tédio que estava sentindo abandonada no interior de Ribeirão Preto na fazenda onde está sendo realizada a Agrishow, feira de agronegócios.
No início da tarde, me mandou uma mensagem apavorada avisando que o MST havia cercado a fazenda e que estavam preparando uma invasão para a noite.

Não queria emoção forte?
Pois toma.

3.5.07

Porco zio!

Acordei por volta das 11h.
Dia de folga, aproveitei para dormir mais.
Peguei meu celular e vi quatro chamadas da Priscila.
Tadinha. Tá isolada no interior de Ribeirão Preto participando de uma feira de agronegócios.
Uma semana em uma fazenda.
Antes mesmo que eu pudesse retornar as chamadas, ela voltou a ligar.
Deve ser importante, pensei.
Atendi:
- Oi Pri!
- Márcio, preciso te perguntar uma coisa séria.
O tom da voz me deixou preocupado.
- O que foi, Pri?
Um breve silêncio deu um tom de suspense à cena.
Solta ela:
- Vamos comprar um leitão?
Juro que levei alguns segundos pra assimilar a pergunta.
- Como é que é?
- Um leitãozinho. Custa só R$ 20,00 e as crianças vão adorar.
Ela não pode estar falando sério.
Gargalhei...
- Comeu cocô, Priscila?
- É sério! Ele é pequenininho, rosinha. A coisa mais amada. E come qualquer coisa que a gente comer. Podemos criar feito um cachorro.
Percebi que ele estava falando sério.
- Tá bom, Priscila. Vamos criar um leitão dentro de um apartamento. E depois?
- Ah...depois ele vira um porco. Mas é tão bonitinho.
Comecei a pensar em algum psiquiatra em Porto Alegre que pudesse cuidar desta cabecinha privilegiada, mas não me veio nenhum na hora.
Pelo menos, tive a inspiração:
- Vamos fazer o seguinte: a gente cria o porquinho do jeito que você quer, mas com uma condição.
- Qual?
- Quando ele crescer a gente assa no forno.
Acabou aí o assunto.

Tive que ser durão.
Afinal, lugar de porco é no chiqueiro, no forno ou no rolete.
Um dia ela vai me agradecer.

2.5.07

Duda: sentimentos

Duda no quarto choramingando.
- O que foi, filha?
- Perdi minha bolsa.
- Não perdeu, não. Tu esqueceu no carro e eu guardei.
- Jura? Ah, tu é o melhor pai que eu já tive.
Morram de inveja os outros.


******


No carro, tarde da noite, levando as crianças pra casa.
Pergunta a Duda:
- Pai. Por que tu e a mãe se separaram?
- Ah, Duda. Porque a gente brigava muito e isso não era bom.
- Parece que não deu muito certo. Hoje vocês brigam ainda mais que antes.

Sem comentários.

1.5.07

Dia do Trabalho


Passei o feriado de 1º de maio com as crianças.
Insistiram tanto para irem ao parque que não tive como negar.
Optei pelo Zapt Zupt ali do Parque Farroupilha.
Só um problema:
Metade de Porto Alegre estava no Parque Farroupilha (a outra metade estava na missa do Padre Marcelo Rossi no anfiteatro Pôr do Sol).
Desta metade, dois quartos estavam no Zapt Zupt.
Ficamos ali mais ou menos umas duas horas.
Levando em conta que um brinquedo do tipo de uma roda-gigante dura 3 minutos girando, ficamos 24 minutos nos divertindo e uma hora e 36 minutos em filas.
Isso sem falar nos gastos extras, porém já incluídos antecipadamente na lista das despesas: churros, algodão doce, refri e aquele maldito brinquedinho que um palhaço sem nenhum dente na boca vem te empurrar usando a ingenuidade das indefesas crianças.
Normalmente quando a Duda ou o Mártin gritam:
- Pai! Olha lá o palhaço!
Eu logo puxo eles pelas mãos dizendo:
- Vamos fugir! Esse palhaço quer roubar o dinheiro do pai!
Normalmente dá certo.
Mas desta vez ele usou de um truque sujo.
Me abordou no momento em que eu lavava as crianças no bebedor.
Não tive para onde fugir.
Mas não tem problema.
Tudo é festa.
Terminei o feriado R$ 50,00 mais pobre, porém feliz.

Loja de dinheiro

Passeando na Av. Osvaldo Aranha, de mãos dadas com o Mártin e a Duda, indo para a Redenção.
Pede o Mártin:
- Pai, quero ir no parque.
- Não sei se eu tenho dinheiro, Mártin.
Apontando para a agência do Banrisul.
- Ué? Vai ali e compra dinheiro, ora.

Tão fácil.
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