31.7.07

Bobby

Ontem assisti Bobby no Shopping Moinhos.
Não. Não foi o Bobby Esponja.
Foi a pré-estréia do Bobby, que conta a história dos bastidores da festa no Hotel Ambassador, em Los Angeles, momentos antes do assassinato do senador (e quase novo presidente dos EUA) Robert Kennedy.
Filme bastante interessante tanto pela caracterização de época quanto pela relevância histórica do fato.
Altamente chocante ver a Sharon Stone e a Demi Moore completamente acabadas.
Ainda não sei se pela qualidade da equipe de maquiagem ou pela falta de maquiagem.
Aposto na última alternativa.
Seja como for, sepultou com qualquer ilusão adolescente que ainda poderia existir depois de Instinto Selvagem e Striptease.
Se bem que, no caso da Sharon, o Instinto Selvagem 2 já havia dado a dica.

Mas vale a pena assistir.

O único problema é que qualquer filme que tiver os Kennedy como tema é a certeza de que o personagem principal morre no final.

27.7.07

Acnes do prazer

Existem mulheres que afogam suas mágoas, suas frustrações, seus medos em um shopping center.
Ou no Mc Donald´s.
Ou até mesmo num psicanalista.
Acabam se sentindo melhores.
Mais alegres.
De bem com a vida.
Isso as mulheres normais.
Pois a minha mulher se realiza espremendo espinhas.
Isso mesmo.
O prazer que ela sente espremendo minhas espinhas é quase orgasmático.
Vejo no brilho dos seus olhos ou no salivar dos seus lábios.
Acreditem: ela saliva espremendo espinhas como se estivesse à frente de um suculento petit gateau de chocolate.
Apesar da dor, me sinto feliz em poder proporcionar tamanho prazer ao meu amor.
E como dói.
Quanto mais eu resmungo, mais ela aperta.
- Tá saindo, tá saindo! Ela berra.
Lógico que tá saindo.
Apertando desse jeito, alguma coisa tem que sair.
Nem que seja sangue ou um órgão interno.
E olha que não sou um ser repleto de espinha.
Pelo contrário.
Apenas algumas nas costas.
O problema são as espinhas imaginárias.
- Aqui tem uma! Aqui tem uma! Pára quieto!
Lógico que não tem absolutamente nada.
Eu sei disso e ela também sabe.
Mas quem sou eu pra dizer e estragar a alegria da criança?

Além disso, tem suas compensações.
Depois de tamanho sofrimento ela faz questão de espremer aquela outra espinha.
Aquela que não dói.

Meu Deus...

26.7.07

Antipático

Juro que até tentei.
Mas Marta, Pretinha e Formiga não conseguiram me emocionar ao ponto de me fazer achar algum fator positivo na existência do futebol feminino.
Tudo bem que ganhou medalha de ouro, mas se fizermos um time de mulheres que trabalham aqui no Grêmio, ganhamos fácil dos Estados Unidos.
Pode ser preconceito, falta de visão, mas não consigo gostar.
Sei que estou errado.
Deveria gostar de futebol feminino e vibrar com nossas meninas de ouro.
Mas não gosto.
Aliás, existem várias coisas que não gosto, mas que deveria.
Não consigo gostar da Daiane dos Santos.
Não consigo torcer pro Felipe Massa.
Não consigo ver a cara do Yamandu Costa.
Não consigo achar graça no Zé Victor Castiel.
São brasileiros.
São gaúchos (excetuando o Massa).
Mas não dá.
Antipatia pura e gratuita.
Quem sabe um dia venha a mudar minha opinião.
Mas, por enquanto, continuo achando que lugar de mulher é no tanque.
Principalmente Marta, Pretinha e Formiga...
Ah, Daiane fica pra faxina..

25.7.07

Cinema Nacional

No banheiro à noite, dando aquela aliviada, sem muito que fazer.
Tratei de dar uma olhada nos filmes pra TV a cabo no segundo caderno da Zero Hora.
Só os filmes dos canais 61 e 66 já que ainda não troquei minha NET pra digital.
Aliás, a pessoa que deveria fazer isso deve estar no Caribe (piada sutil).
Vocês não acreditam como isso pode ser divertido.
Pesquisando a lista de filmes do Canal Brasil, me deparo com uma pérola do cinema nacional.
Oh! Rebuceteio.
Já viu um nome mais lindo para um filme do que esse?
Provavelmente um tema relacionado ao amor. Com muito romantismo.
Pena que passava às 2h da manhã.
- Pri, vamos ver Oh! Rebuceteio?
- Ver o que?
- Oh!Rebuceteio
- Vamos!
Que mentirosa.
Depois do vôlei já tava roncando e babando.
Pois é.
Realmente era muito tarde.
Tentei ficar acordado, mas o sono foi me vencendo.
Cheguei a levantar a possibilidade de procurar o filme na locadora.
Seria interessante entrar na Blockbuster:
- Moça, a senhora tem Oh! Rebuceteio aí?
Prefiro nem imaginar a resposta.
Bom, acabei pegando no sono sem conseguir assistir esta obra prima do cinema nacional.

Minha única esperança é que o meu cinéfilo amigo Daniel possa publicar no blog dele a tradicional sinopse desta obra.
Aposto que é melhor que Transformers

23.7.07

Riso insano

Sexta-feira fui assistir a Terça Insana, no São Pedro (bom deixar claro que no teatro).
Uma típica peça onde o cara precisa ir já com a pré-disposição para rir.
Não precisa nem dizer que a Priscila estava com uma super pré-disposição pra rir.
Chegou uma hora que o público se virou para ver quem é que estava rindo daquele jeito.
Até mesmo os atores, no palco, chegaram a parar a peça.
Que menina alegre!
Foi convidada para acompanhar o grupo em turnê pelo país.

22.7.07

Quero ver pau

Já tinha percebido este artifício assistindo Brasil x República Dominicana no beisebol pelos Jogos Pan-Americanos do Rio.
Depois que um arremessador do adversário atirou a quarta bola no corpo do rebatedor do Brasil, começou a pancadaria.
Surpreendentemente, as imagens da televisão deixaram de mostrar a briga e passaram a mostrar os prédios ao redor da quadra ou os poucos torcedores que acompanhavam a partida apesar do narrador do jogo detalhar a confusão.
Achei que seria um fato isolado.
Mas me enganei.
No final do jogo entre Brasil e Argentina no handebol fechou a pancadaria.
Mais uma vez a TV preferiu mostrar a torcida, o teto do ginásio, a quadra vazia...
A briga, que era o fato que estava acontecendo naquele momento, nenhuma imagem.
Apenas a narração.
Gostaria de saber o motivo.
Deve haver alguma orientação para o diretor de imagem não mostrar.
Mas não mostrar por que?
Pra passar a imagem de que o Pan-Americano é só confraternização entre os povos e que o importante é competir?
Será que o telespectador é burro?
Não estou pedindo nada de mais.
Só quero ver na TV o que realmente está passando.
Quanta hipocrisia.
O Rio de Janeiro não precisa disso.Afinal, todos sabem que a cidade é a mais segura do país e com uma taxa de pobreza de 0%.

19.7.07

Onde tava o Barbudo?

Hoje uma pessoa amiga me disse no MSN: “que bom que o Grêmio não estava naquele vôo. Deus está sempre ao lado das pessoas boas”.
Não disse nada, mas pensei:
O que isso quer dizer?
Que as pessoas que estavam naquele vôo não eram pessoas boas?
Já postei isso um tempo atrás...
Difícil acreditar em Deus depois de certas coisas que acontecem.
Destino?
Fatalidade?
Quando chega a hora não tem jeito?
Inútil tentar buscar explicações.
Melhor curtir a vida antes que o Barbudo lhe vire as costas

Ah! O barbudo lá de cima.
O aqui de baixo já virou faz tempo.

18.7.07

Festerê

- Márcio, será que dá pra tu divulgar no teu blog a festa que a Simone está organizando? Ela pediu esse favor já que teu blog é muito acessado.

Depois dessa, como que iria negar?
Beijos pra Simone, Marcelo e Gui.

16.7.07

Rapidinhas do Pan

DECEPÇÃO:
Nem bem o Pan começou e a grande decepção já é a Daiane (para variar).
A Lúcio da ginástica segue enganando.
Amarelou outra vez como fez nas olimpíadas.
Lesão no tornozelo?
Essa eu não engulo.

MANCHETE:
Que gostaríamos de ver no beisebol:
“Cuba lança melhor e mostra desenvoltura com o taco”

EMOÇÃO:
Nenhum esporte é mais emocionante que o adestramento.
Com certeza, só quem tem coração forte consegue acompanhar uma prova de perto.
Vence quem conseguir fazer o cavalo jogar xadrez.

NO ALVO:
Brasil começou mau na competição de tiro.
Precisa selecionar melhor seus atletas.

ANA CAROLINA:
Seu Jorge:
Medalha de ouro no Taekwondo

DURO DE ATURAR:
Futebol feminino.
Ainda mais Equador x Jamaica com narração do Paulo Brito (feeeitooooo!).
Se colocassem todas as jogadoras do Brasil peladas no vestiário e mandassem eu escolher uma delas pra comer...
Eu escolheria o técnico.

GOLEADA:
Argentina 21 x 0 Brasil
No hóquei sobre grama feminino.
No pasa nada!

FRASE:
“Essa medalha de bronze vale como se fosse ouro”.
Me engana que eu gosto:

VÔLEI
Seleção brasileira de vôlei é a equipe mais apaixonada do Pan.
Quem ama bloqueia!

CLÁSSICO:
México – Peru
Isso! Não pára, não pára...

IDIOMA:
Por que tanto na transmissão de TV quanto nos placares dos estádios as informações são em inglês?

BEISEBOL:
A seleção do Brasil é do Brasil ou é do Japão?

POPULARIDADE:
Atleta mais vaiado do Pan:
Luiz Inácio.

12.7.07

Where´s Waldo?


Um brinde pra quem descobrir o Mestre.

Morse

Ontem descobri que o meu ato de cagar influencia diretamente nos resultados da Copa América de futebol na Venezuela.
Já havia acontecido outras vezes, mas ontem tirei a dúvida.
Estou vendo o jogo deitado na minha cama, tranqüilo.
Partida chata.
Empate em zero a zero.
Decido ir ao banheiro.
É só eu sentar no vaso que os gols acontecem.
Já sabendo disso, ontem combinei com a Priscila.
- Vou ao banheiro aqui do lado. Se sair gol da Argentina, tu bate uma vez na parede. Se sair gol do México, tu bate duas vezes. Assim fico sabendo o resultado.
Dito e feito:
Foi só a máquina de fazer churros funcionar para a bateção na parede começar.
Três a zero Argentina.

Para o próximo domingo, na decisão, já preparei a Priscila para transmitir a partida minuto à minuto em código Morse.

11.7.07

Efeitos do frio

Juçá:
- A previsão do tempo é de muito frio. Vai fazer menos 3 graus negativo.

Uia!

******

Brasil x Uruguai na TV.
Entra em campo o Loco Abreu.
Digo pra Priscila:
- Esse cara jogou no Grêmio. Teve um jogo que ele foi chutar um pênalti e quebrou o dedo
- Do pé?

Não.
Do esôfago.

10.7.07

Chichén Itzá - México

Este post foi uma sugestão de Luiz Nei, que ainda me felicitou pela visão apurada da importância de Chichén Itzá para a humanidade já que estas ruínas maias em Yucatán, no México, foram escolhidas como uma das novas Sete Maravilhas do Mundo.
A sugestão do Luiz Nei veio repleta de mágoa e inveja já que, de todos os familiares que estiveram em Cancún em 1994, eu fui o único a conhecer a grandeza do local.


Cancún é um lugar muito bonito onde a pessoa só tem duas coisas para fazer: ou ela se diverte ou ela relaxa.
No último dia dos sete que passamos lá, já estava de saco cheio de diversão e de relaxamento.
Precisava investir em algum evento cultural já que sentia meu cérebro atrofiar de tanto ficar à beira da piscina pegando sol, comendo camarão e tomando coquetéis exóticos.
Estava contrariado com a negativa do grupo de seis pessoas em conhecer Chichén Itzá.
Fui voto vencido e a maioria preferiu seguir se divertindo e relaxando no hotel Meliá ao invés de se aventurar num trajeto de aproximadamente quatro horas de viagem até as ruínas.
Bastante generoso, e de saco cheio dos demais, Luiz Nei fez a doação de cem dólares a cada um dos filhos para que estes fizessem o que desejassem, porém que o deixassem em paz.
Sem muito pensar, aluguei um carro no próprio hotel e, logo depois do almoço, já estava em uma “carretera” com cinco faixas de rolamento rumo às ruínas.
A auto-pista é excelente e não possui saída para os pequenos povoados que por ali existem.
No meio do caminho, ela cruza pela cidade de Valladolid, a qual decidi conhecer na volta.
Pensei em seguir pela “carretera” até Mérida, capital de Yucatán, mas desisti já que não tinha tempo sobrando.
Cheguei às ruínas por volta das 16h.
Deixei o carro no estacionamento e comprei meu ingresso.
As ruínas ficam espraiadas em uma área gigantesca. Os prédios, longe uns dos outros.
No centro do terreno, a majestosa pirâmide de Kukulcán (foto acima).
Foi minha primeira parada.
Acompanhando alguns turistas, comecei a subir os degraus íngremes que levam até o topo.
A subida é muito difícil e perigosa.
Qualquer vacilo é queda na certa.
Uma corrente de ferro de cima abaixo é a única coisa que temos para segurar e caso de acidente.
São 30 metros de altura e 365 degraus.
Mas vale a pena.
A vista lá de cima é de tirar o fôlego (se você ainda tiver).
Pra qualquer lado que a gente olha, é só verde até onde a vista alcança.
No meio desse verde, surgem, imponentes, detalhes das ruínas de um local fundado por volta dos anos 400.
Parece que, em uma determinada hora do dia, a luz do sol entra pelos orifícios da parte superior da pirâmide formando a sombra de uma serpente de cima a baixo das escadarias.
Mas não me detive muito neste detalhe.



Queria mesmo era conhecer o “juego de pelota”.
Um lugar onde os guerreiros jogavam um tipo de tatatatatataravô do futebol com uma bola feita de látex tirado das mais diversas plantas.
Dois times com sete jogadores (daí deve ter surgido a idéia do futebol soçaite) tentavam fazer a bola passar por um pequeno anel de pedra que ficava em um dos lados do campo, na parte superior (foto acima).
O curioso é que os jogadores não podiam chutar a bola.
Ela era deslocada com os cotovelos e, principalmente, com os quadris.
Cabeça e joelho também podiam.
Mas o melhor de tudo era o prêmio aos vitoriosos.
Nada de três pontos na tabela ou troféu entre chuva de papéis picados.
Além de serem adorados pelo povo, eles tinham o prazer de decapitarem seus oponentes.
Algo que deveria ser trazido para os dias atuais.
Seria bonito de ver o Riquelme arrancando a cabeça do Patrício.
Chichén Itzá possuía o maior campo para o “juego de pelota”.
Era o Maracanã da época e posso considerar o estádio mais antigo que conheço.
Atingido pela preguiça e ainda pela atrofia do cérebro, optei por não fazer todo o trajeto que circunda o parque passando por todas as ruínas.
Visitei só os principais pontos.
Ainda tive tempo para fazer um lanche no restaurante local e conhecer o Museu Maia.
Destacando uma gigantesca maquete de como seria aquele povoado na época.
No retorno para Cancun, preferi seguir por uma rota alternativa.
Uma pequena estrada praticamente abandonada (só um imbecil optaria por uma estrada daquelas tendo uma auto-pista ultra moderna para escolher) que passava pelo meio de pequenos povoados que pareciam ter parado no tempo.
Muito legal.
Ainda tive tempo para passear pelo centro de Valladolid antes da noite chegar.
Cheguei no hotel por volta das 23h e ainda tive que escutar mijada de Luiz Nei e Juçá já que havia esquecido de dizer aonde eu ia.
Mas valeu a pena.

Já são três as Novas Maravilhas do Mundo que eu conheço: Chichén Itzá, Corcovado e Coliseu.
Faltam quatro.

9.7.07

Britto Presidente

Jantando na cozinha.
Matéria da RBS mostra Paulo Odone indicando Antônio Britto para a presidência do Grêmio.
Priscila observa atenta.
- Sabia que o Britto foi porta-voz do Tancredo Neves?
- Sabia.
- Sabia que foi ele que anunciou a morte do Tancredo?
- Sabia.
- Quando ele assumir a presidência do Grêmio você pode perguntar se é verdade que Tancredo morreu porque segurou um pum.

Certamente será a primeira pergunta que farei.

Diferenças

Passeando de carro pelo centro de Novo Hamburgo.
Com olhar perdido observando a paisagem, Priscila pergunta:
- Má, isso que vocês chamam de "fruteira" é um lugar que vende frutas?
pausa para assimilação.
- Não. É um lugar que vende máquinas Xerox.

Em tempo: nossa "fruteira" é conhecida como "varejão" em São Paulo.

6.7.07

Frase da semana

O cara sabe que está engordando quando toma banho e tem dificuldade de lavar o cu.

Loucos por futebol

O cara tem que ser completamente apaixonado por futebol para aceitar jogar numa quinta-feira útil, das 23h às 24h.

5.7.07

Luiz Nei: Herchcovitch underwear

Priscila entra no quarto carregando um bolo de roupas trazidas da área de serviço.
- Má, essa cueca é tua? Abrindo a cueca pra eu ver.
- Não.
- Achei que fosse. É uma cueca de marca. Tipo as que tu usa.
- Qual marca.
- Alexandre Herchcovitch.
- Uia. Coisa gay
Nisso Juçá adentra ao quarto.
Questiono:
- Mãe, de quem é essa cueca?
- Do teu pai. Dei pra ele de presente.
- Que chique, hein. Luiz Nei usando cueca de marca.
- Nem dei importância pra marca. Comprei porque é do tipo shortinho que ele gosta.
Luiz Nei passa no corredor.
Grito:
- Aí hein, Luiz Nei! Usando cuequinha de marca!
- Não importa a cueca. O que importa é ter o que colocar dentro dela. Segurando os bagos de forma deselegante.

Priscila gargalha no quarto.
Deve estar até agora lá gargalhando.

4.7.07

Trouxinha da Kalil

Hoje fui almoçar com o Pfeiffer e me lembrei da Glória Kalil.
Não que os dois sejam parecidos, muito pelo contrário.
O Pfeiffer é muito mais bonito e camarada.
A lembrança veio quando servi a salada.
As duas folhas de alface eram maiores que o prato.
Adivinhem o que eu fiz?
Pois cortei as folhas de alface em picadinho.
Muito bem cortadas.
Infringi uma regra importante de etiqueta.
Segundo a dona Glória Kalil, eu deveria fazer uma trouxinha com a folha de alface e coloca-la dentro da boca.
Tenha santa paciência dona Glória Kalil.
Quem é a senhora pra me ensinar a comer alface?
Ou quem é a senhora para dizer o que é certo ou errado a uma população que muitas vezes não tem nem o que comer em casa?
Se eu quiser cortar a alface, eu vou cortar.
Se eu quiser comer com a mão, eu vou comer.
Se eu quiser pentear o cabelo com o garfo, eu vou pentear.
Se eu quiser enfiar o dedo no cu e cheirar, eu vou fazer.
Aposto que a dona Glória Kalil deve palitar os dentes.
Deve tirar meleca.
Deve peidar embaixo das cobertas.
Caso contrário, a tia deve ser uma mala.

E eu nem gosto de salada mesmo.

Bairrismo?

É Pan-Americano, é o Cristo Redentor como uma das novas Sete Maravilhas do Mundo, é o Paraíso Tropical, é o Botafogo liderando o campeonato brasileiro...
Já to de saco cheio dessa overdose de Rio de Janeiro que a mídia insiste em nos enfiar goela abaixo.
Essa troca da letra “S” pela letra “X”.
Essa malandragem malemolente como sinônimo de alegria e descontração.
Como se o Rio de Janeiro fosse o único lugar que vale a pena no Brasil (e no mundo).
O Rio de Janeiro é realmente uma cidade muito bonita.
Mas já ta ficando feia.
Que saudade do 20 de setembro...

Além disso, o laçador é muito mais bonito que o Corcovado.

2.7.07

Momento de glória


Entrevistando ao vivo o Presidente Paulo Odone para o programa "Grêmio Repórter" que foi ao ar nesta segunda-feira (02/07) pela Grêmio TV na inauguração oficial do novo estúdio de televisão do tricolor: primeiro clube do país a possuir um estúdio de TV.

Quem quiser assistir esse e outros programas, clique aqui.

Caos

Esse final de semana foi excepcionalmente difícil.
As crianças agitadas demais e com o objetivo principal de infernizar a Priscila que, com TPM, teve testado seu grau máximo de paciência. Principalmente durante o período das 18h30 às 19h30 de domingo quando fui jogar futebol e deixei os dois pequenos sozinhos com ela.
Quando retornei, o quadro era de caos total: Priscila jogada na cama tentando ler enquanto as crianças destruíam o que havia sobrado do quarto.
Antes disso, a pobrezinha aceitou o convite para participar do II Encontro dos Dachshund no Parque Farroupilha.
Ta ligado no Dachshund?
É aquele cachorro lingüiça.
Pois é.
Minha irmã tem dois e nos convidou pra ir.
Pior do que o II Encontro dos Dachshund, só mesmo uma mini parada gay organizada no mesmo local.
Jesus. Visão do inferno.
Crianças correndo de um lado pro outro, cachorrinhos desfilando com suas roupinhas ridículas e bichinhas latindo também com suas roupinhas ridículas (ou seria o contrário?).
Destaque mesmo para o cachorrinho lingüiça que não tinha as patas traseiras e andava amarrado em um carrinho.
Coisa meiga.
Bom, no sábado ainda fomos ao cinema ver um desenho animado.

Ontem de noite, já em casa, peguei a Priscila olhando os sites das companhias aéreas na internet. Provavelmente procurando passagem de volta pra Campinas.

Só pra ter uma idéia, o fim de semana superou qualquer apagão aéreo.

Paladares

Na Costa Rica comia feijão com açúcar no café da manhã.
No México comia abacate como salada.
Combinações curiosas, porém aceitáveis graças às características distintas de cada cultura.
Países distantes, exóticos.
Hoje fui almoçar com a Priscila e ela virou quase que um quilo de sal sobre o abacaxi.
- É normal, Má. Pra tirar a acidez. Disse ela.

Pode ser tudo, menos “normal”.

Guerreiro

Tomei banho e aproveitei para lavar o Mártin junto.
Me enrolei na toalha e sentei na tampa do vaso pra secar o pequeno.
Seca embaixo do braço, seca o pescoço...
Ele pega na minha barriga e diz:
- Puxa, pai. Como tu é godo.

Evidente que ele se referia a isso.
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