31.10.07

Arrombadora

Impossibilitado de faltar ao trabalho na tarde desta quarta, contei com a ajuda da Juçá para levar a geladeira até nosso apartamento novo.
Deixei as chaves com ela e o controle da garagem.
Na verdade o único trabalho dela era acompanhar os caras do carreto até o apartamento, subir com eles, abrir a porta e mostrar o lugar onde eles deveriam colocar.
No meio da tarde, Juçá chama no meu celular:
- Márcio. Nenhuma das chaves abre a tua porta.
Cheguei a pensar que o dono pudesse ter trocado a fechadura.
- Espera aí que vou ligar pro seu Miguel.
E o seu Miguel não sabia de nada.
Me desesperei.
Certamente os caras que ficaram com a chave do apartamento pra pintar o teto fizeram uma cópia, entraram lá de noite, roubaram todas as nossas coisas e ainda trocaram a combinação.
Seguiu o papo pelo telefone:
- Tem certeza que nenhuma chave funciona?
- Claro que tenho. Já tentei todas.
- O cara disse que não mexeu na combinação. Alguma coisa aconteceu.
- Tá. E o que eu faço?
- Arromba! Todas nossas coisas estão aí dentro.
- Deixa que eu vou pensar.
E desligou.
Sem muita opção, tentei imaginar alguma solução.
Já estava quase ligando pra polícia quando Juçá chamou outra vez no celular.
Atendi com voz de pavor enquanto Juçá perguntou com a voz mais tranqüila do mundo:
- Teu apartamento não fica no primeiro bloco, né?
- Não! Fica no bloco dos fundos.
- Ah tá. Então vou pra lá. Entrei no bloco da frente.
-...

Eu mereço...

30.10.07

Copa do Mundo

Dizem que jogo de Eliminatória pra Copa do Mundo já faz parte da Copa do Mundo, é apenas uma fase preliminar e a Copa do Mundo propriamente dita é a fase final.
Finjo acreditar.
Estive presente em dois jogos eliminatórios.
Os dois do Brasil contra o Paraguai.
Um no Olímpico e outro no Beira-Rio.
Um eliminatório para a Copa de 2002 e outro para a Copa de 2006.
Na Copa de 1950, no Brasil, foram apenas dois jogos em Porto Alegre, ambos no estádio dos Eucaliptos.
Inconcebível para os dias de hoje dois jogos de copa nos Eucaliptos.
Iugoslávia 4 x 1 México.
Suíça 2 x 1 México.
Parece que os mexicanos não guardam boas lembranças daqui.
Não estive presente nestas partidas.
Não me lembro os motivos.
Em 1991, quando morava em Madrid, estive em Portugal para a final do Mundial Sub-20 entre Brasil e Portugal.
Considero este momento como o mais próximo que estive da sensação de assistir a um jogo de copa do mundo.
E era um jogo de copa do mundo.
E não um jogo qualquer. Era uma final.
O Brasil perdeu nas cobranças de pênalti, mas este foi só um detalhe.
Hoje a Fifa confirmou o Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014.
Sei que ainda faltam sete anos, mas a perspectiva de, finalmente, poder estar presente em um verdadeiro jogo de copa do mundo me agrada bastante.
Espero estar vivo até lá pra ver.
O Mártin vai ter 10 anos.
Provavelmente vai querer ir junto.
A Duda vai ter 14.
Vai ficar em casa com a Priscila ajudando a cuidar da Valentina.
Segundo meu otimista colega Pfeiffer, a gente estará trabalhando na transmissão dos jogos.
Amém.
Depois da confirmação da copa no País, resta torcer para que Porto Alegre seja uma das cidades escolhidas.
E será. Sem dúvida.
Resta, então, torcer para que uma grande seleção fique por aqui.
Argentina, Itália e Alemanha.
A primeira pela proximidade, as outras pela colonização do estado.
Uruguai também é um bom nome.
Além disso, contar com a boa vontade da Fifa e da CBF para que Porto Alegre seja a sede de algum jogo mais importante do que simplesmente uma fase classificatória.
Um jogo pelas quartas-de-final.
Quem sabe uma semifinal?
Por que não?
Seja como for, já estou confirmando minha presença por antecipação.
E, desde hoje, começo a economizar para poder comprar os ingressos.

Isso se eu não estiver escalado para a transmissão.

29.10.07

Luiz Nei - no fim de semana

Luiz Nei, bravo, depois de descobrir que havia terminado a Coca Cola.
- Que saco! Vou ter que comprar. E eu estava ao lado do sumercado.
- Estava ao lado do que? – Fiz questão de perguntar.
- Do sumercado. Tu entendeu muito bem.
- Sumercado é bom.
- Tem que economizar nas palavras. Os ingleses não dizem “He is”, eles dizem “He´s”.
- Ah tá.

É um gran becil.

*****

Luiz Nei pegando a chaleira no fogão depois de esquentar a água pra fazer café.
- Ai, ui, ai, ui! Que merda essa chaleira!
- Ela é nova. Acabei de comprar – retruca Juçá.
- Mas é uma merda!
- Por que?
- Porque me queima.

Moscão.

26.10.07

Como usar um protetor labial



Jamais pedirei um protetor labial emprestado.

23.10.07

Com a alma lavada

Cara!
Se a moda pega aqui em Porto Alegre...

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Aposto que vocês sabem qual empresa eu estou pensando.

É assim que se joga bola



Nosso futebolzinho de domingo.

A nojera humana

Domingo fui com a Priscila almoçar no Parrilla del Sur.
Lugar muito agradável com excelente comida.
Minha Tapa de Cuadril estava pra lá de supimpa.
Destoando de tudo estava o nosso garçom.
Ele suava feito um porco. E nem estava calor.
O suor pingava sobre a carne deixando o prato com um leve sabor salgado.
Mas não foi só isso, na mesa atrás da Priscila sentou-se uma espécie grotesca da raça humana.
Após devorar quase dois quilos de carne, a criatura passou a limpar os dentes com os dedos. Com dois deles, tentava resgatar os fiapos de carne presos entre os dentes mais profundos e inacessíveis.
A cada movimento mais ousado, eu procurava deixar a Priscila sempre bem informada:
- Olha lá! Olha lá! Ele acabou de tirar um naco do siso e tá chupando a unha.
Com ânsia de vômito, Priscila não se mostrava muito interessada em minha narração.
Nada mais divertido do que observar a nojera humana.
Tão bom quanto observar, é falar sobre ela.
Enquanto o homem dividia a atenção da carne no dente com uma meleca que incomodava no furo esquerdo do nariz, Priscila comentou:
- Ainda bem que você não é podre desse jeito.
- Não sou? – surpreendi-me.
- Não. Se fosse eu não estaria casado com você.
- Mas não tem nada de podre assim que eu faça que te deixe com nojo?
Priscila, agora pensando:
- Hum. Não. Nada. Você não faz nem aquilo que todos os caras fazem que é coçar o saco. Isso é nojento.

Que decepção.
Preciso voltar a ser homem, urgente.

21.10.07

Luiz Nei: homem da casa

Juçá logo depois de fazer ginástica no quarto se prepara para guardar a esteira ergométrica.
Luiz Nei se antecipa e agarra a esteira para colocar no lugar.
Juçá reclama:
- Deixa que eu guardo.
- Eu guardo, é muito pesada.
- Mas não é justo. Eu que usei. E tu já guardaste ontem.
Luiz Nei solta a esteira já irritado:
- Quem é o homem da casa? Sou eu, né? Então eu guardo a esteira. Enquanto eu for o homem da casa, eu que guardo. Quando eu estiver gagá, preso em uma cadeira de roda, babando, tu guarda a esteira e eu só olho.

Ano que vem isso.

19.10.07

Não me perguntes onde fica o Alegrete

Ontem foi um dos dias mais traumáticos da minha vida.
Jantando na cozinha com a Priscila, descobri que ela não conhece o Canto Alegretense.
Pior que isso: nunca ouviu falar.
Não exijo que saiba a letra.
Realmente não é uma letra fácil.
Mas que pelo menos tenha ouvido falar.
Ou tenha escutado alguma vez.
Nada disso.
Revoltante.
- Não tenho porque conhecer o Canto Alegretense. – Se defende a Priscila.
Neste momento, Juçá entra na cozinha.
Transtornado, comento com ela:
- Acredita que a Priscila não sabe o que é o Canto Alegretense?
Juçá cantando:
- Ouve o canto sei-lá-o-que e brasileiro. Desta terra que nã-ni-nã-ni-nã-nã....
Perplexidade absoluta.
Quase em pânico, perguntei:
- Ouve o canto o que???
- Ah...não sei cantar direito.
Priscila em êxtase e absolvida pela ignorância gauchesca de Juçá ainda achou tempo pra pisotear neste pobre gaudério ferido:
- Viu só? Ninguém conhece essa música aí.

Barbaridade, tchê.

Pra quem também não conhece.

Tele-traveco

Se tiver precisando dos serviços profissionais de um travesti, é só ligar.
Eles levam o material em casa.
E com capacete cor de rosa!

Tirei a foto na Terceira Perimetral, quase chegando na Oscar Pereira.

18.10.07

Mudanças e futebol

Em época de mudança, carregar caixas e sacolas de um lado para outro torna-se uma rotina um tanto quanto árdua.
Neste caso, é importante cada um ajudar o outro.
- Priscila, deixa que eu levo essa sacola pra ti.
- Tá. Mas é vidro. Cuida pra não quebrar.

- Priscila, deixa que eu carrego essa caixa. É muito pesada.
- Tá. Mas não deixa cair que quebra.

- Priscila, deixa que eu levo essas compras pra cima.
- Tá. Mas cuida pra não bater que quebra.

Será que ela acha que eu sou algum retardado?
Juro que da próxima vez vou quebrar de propósito.

*******

Kaká chuta de fora da área e marca mais um gol do Brasil contra o Equador.
Jogadores comemoram com entusiasmo.
Na cama, ao meu lado, Priscila observa atentamente.
- Não consigo gostar deste menino.
- Qual menino?
- O Kaká. Olha só, é um veadinho. Todo mundo pulando em cima dele.
- Não existe nenhum motivo para tu não gostares do Kaká.
- Claro que existe. Ele nasceu no Morumbi, é riquinho. Futebol não é coisa pra rico. Futebol é pra quem mora na favela. Pra quem precisa dele para sobreviver. Não gosto deste estilo de menino certinho que ele tem. Todo fresco. Casou virgem.
- ...
- Além disso jamais casaria com alguém que usa o cabelo do jeito que ele usa.

Perdeu, Kaká.

16.10.07

Encontro bizarro

Segunda-feira.
Duas e quinze da madrugada.
Estou no aeroporto Salgado Filho esperando a Priscila chegar de São Paulo.
Com a cara no vidro, observo as pessoas recém desembarcadas pegando suas bagagens.
Empurrando um carrinho, deixa a sala uma menina, de cor negra, com seus 25 anos.
Imediatamente, me lembrei da secretária do escritório onde trabalhei durante dois anos, até março deste ano.
A Bárbara.
Era muito parecida com esta moça do aeroporto.
Onde andaria?
Estaria trabalhando ainda no escritório?
E a filhinha dela? Estaria grande?
Foi o pensamento que tive na hora.
Nunca mais tive contato.
Passam-se 15 minutos e chega o avião da Priscila.
As pessoas começam a surgir com suas malas.
Tento encontrar a Priscila junto à esteira.
Enquanto observo, sou surpreendido:
- Oi Márcio! Veio me esperar?
Bárbara e sua filhinha chegando de viagem.
Meu queixo bateu no chão e voltou.
Priscila veio logo depois dela.

Não sei como se chama uma coisa dessas.
Mas me assustei.
Será um sinal?

15.10.07

Please, wait

Preciso confessar.
É algo terrível, mas que vem me incomodando faz algum tempo.
Preciso desabafar. Compartilhar com alguém.
É muito difícil.
Muito triste.
Mas a verdade é que eu tenho internet discada.
Isso mesmo.
Uma das poucas pessoas que ainda utiliza este método pré-histórico de acesso à rede mundial de computadores.
Mas não é desleixo da minha parte.
Já fiz contado com todas as empresas de banda larga e a resposta é sempre a mesma.
- Todas as portas disponíveis para seu prédio já estão ocupadas. O senhor terá que ficar na lista de espera.
Pois já estou nesta lista há mais de dois anos.
E a tendência é que ninguém desista dessa tal de “porta” pra eu poder conectar.
Felizmente estou me mudando no próximo final de semana.
Espero que ainda reste alguma “porta” disponível neste prédio novo para que eu possa “entrar” no mundo virtual sem que precise usar o telefone pra isso.
Não agüento mais internet discada...
Preciso de elevador.

Ps. Estou à disposição para explicar a piada do final.

Idiotice não tem hora

Pesquisando no jornal alguma opção de lazer para desfrutar com as crianças no final de semana, eis que me deparo com uma peça de teatro gratuita.
Na Casa de Cultura Mário Quintana às 11h de domingo.
Pedro Malazarte e a Arara Gigante.
Perfeito!
Coloquei o relógio para despertar às 9h.
Levantei.
Preparei o café.
Acordei as crianças.
Coloquei roupa nos dois.
Dei o café.
Cansativo.
Pelo menos acordaram de bom-humor.
Adoram uma peça de teatro.
Juçá arrumou o cabelo da Duda.
Tudo bem tranqüilo.
Pensei em chegar cedo para evitar tumulto.
Peça de graça, de repente o povo todo vai.
Imaginei que saindo às 10h seria o suficiente.
Faltando 10 minutos para este horário, me questiona a Juçá:
- Mas que horas começa a peça?
- 11 horas.
- Xi! Não vai chegar a tempo.
- Como não? São 10h agora.
- E o Horário de Verão? Não adiantou teu relógio ontem??
- ...
Não tinha adiantado.
Anta.
E pra dizer para as crianças que não íamos mais ao teatro?

Quando a idade chega, coisas deste tipo começam a acontecer.

12.10.07

Tino comercial

Duda me mostrando sua coleção de adesivos colada na capa do caderno da escola. Noto que alguns deles foram descolados.
- Por que tu arrancaste estes adesivos, Duda?
- Pra vender.
- Vender?
- É. Vendo para minhas amigas por cinqüenta centavos.
- E o que tu fazes com o dinheiro?
- Compro uns chocolatinhos lá na escola.

(...)

Fazendo lanche no McDonald´s
Duda pede licença e sai da mesa para pegar catchup.
Volta trazendo um maço de cartelas com adesivos da Moranguinho.
- Pra que tanto adesivo, Duda?
- Pra vender na escola.

Ainda não analisei se é bom ou ruim.

9.10.07

Luiz Nei - anfitrião

Juçá, sempre tão querida, vai até nosso quarto oferecer ajuda para adquirirmos as coisas da nossa casa nova:
- Comprem aquelas coisas normais para casa: jogo de panelas, sofá, talheres, coisas básicas...
Luiz Nei atrás dela só observando.
Segue a Juçá:
- Depois você me dizem quando foi que eu pago pra vocês.
Priscila, sempre preocupada e não dar trabalho, tenta contemporizar:
- Não Juçá. Muito obrigada! Vai ficar muito oneroso para vocês.
Luiz Nei não se aguenta:
- Não te preocupa, Priscila. A gente tá na merda, mas fazemos qualquer negócio pra ver vocês longe daqui.

Priscila jura até hoje que ele foi sincero.

8.10.07

Mudanças

Se tudo der certo, estamos prestes a mudar para nosso novo apartamento.
Tal fato deve ocorrer em 15 dias.
Aproveitando o fim de semana sem as crianças, decidimos ir às compras.
Sábado pela manhã, bem CEDO, já estávamos batendo perna na Dr. Flores.
Sempre priorizando a economia.
Casas Bahia, Magazine Luiza, Benoit, Manlec...
Como diz meu amigo Pfeiffer: lugar de gente judiada dos pilas.
A verdadeira visão do inferno.
Principalmente nas Casas Bahia, em seu último dia de promoção.
Um bando de pobres espremidos, suados, atrás das melhores ofertas.
Assim como nós.
Compramos cama, máquina de lavar, fogão, microondas, jogo de jantar e DVD.
Exigências da Priscila já que, na minha opinião, a casa necessita apenas de uma TV com NET.
Tomara que eles cumpram o prazo de entrega estabelecido para o dia 20.

Aliás, que dificuldade pra conseguir falar com alguém da NET.

5.10.07

O pagador de promessas

Gabriela, secretária de marketing, entra na sala da assessoria e anuncia:
- Tem um cara pagando promessa ali no pátio. Ele entrou de joelhos no estádio e acabou de passar pelo portão 1.
Bianca se antecipa:
- Rodrigo, pega a câmera e vai lá fazer uma matéria. Conversa com ele, faz fotos e pergunta o motivo da promessa.
Rodrigo foi atrás do cara.
Dois minutos depois ele volta abalado.
- O que foi? – perguntamos em coro.
- O cara não tava pagando promessa. Ele é aleijado. Tem atrofia nas duas pernas e só caminha daquele jeito. Tem até uma bengala pra ajudar.

Não podemos nos deixar levar pelas aparências.

Homenagem ao povo do estrangeiro

Meu sitemeter indica que, diariamente, alguém de Berlim (Alemanha), alguém de Estocolmo (Suécia) e alguém de Montain View (EUA) se faz presente neste blog por alguns instantes.
E não é de hoje.
Essa pessoa de Berlim já entra aqui há muitos meses, desde o ano passado.
Gostaria de mandar um abraço pra essa gente e agradecer pelo tempo dispensado.
Solicitando que deixe pelo menos um comentário para eu saber quem é.
Ah! Vocês que não são de Berlim, Estocolmo e Montain View, não se sintam inferiorizados.
Obrigado á vocês também pela visita.
Acompanho o paso de cada um

É sempre uma honra.

4.10.07

Criança não deveria morrer

Basicamente porque é criança e ainda não viveu o suficiente.
É ingênua.
Até então incapaz de se defender dos males, e dos maus.
Não faz parte da ordem natural das coisas o pai enterrar o filho.
O contrário, sim, seria o normal.
Quando uma criança morre, não se perde apenas uma vida.
Perdem-se várias.
A vida de todos aqueles envolta.
A dor da perda de uma criança deve ser infinita. Insuperável.
Criança vem ao mundo para trazer alegria, paz.
Para ser tratada com carinho e amor.
Para ensinar o adulto a sorrir, a brincar, a ser criança outra vez.
Quando temos aos braços o filho recém nascido, só podemos agradecer a Deus.
Mas onde estava este desgraçado quando deixou ir embora criaturinha tão inocente?
Definitivamente, criança não deveria morrer.

3.10.07

Baldasso de água fria


Toda minha admiração pelo amigo e colega Fabiano Baldasso, da Rádio Gaúcha.

Programa Conversa Tricolor.

Grêmio x Atlético MG.

Guerreiro de fim de festa II

Chego em casa com a Priscila por volta das 22h30 depois de um passeio no shopping.
Somos abordados por Luiz Nei no corredor.
- Que foto é aquela no teu blog? Se referindo à foto aí de baixo.
- Qual o problema?
- Teu blog roda o mundo todo. Tem que melhorar o nível.
- Tá bom.
- Não tem nenhum motivo pra colocar uma foto tua agarrando a Priscila. E o que tu estás fazendo com as mãos? Procurando a carteira dela?
- ...
Priscila:
- Que horror, Nei.

Total falta de sensibilidade.

1.10.07

Guerreiro de fim de festa


Constatação

Minha mulher é tão perfeita que meus pais gostam mais dela do que de mim.

E com razão.
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