29.2.08

29 de fevereiro

Eu não tenho nada pra dizer.
Também não tenho mais o que fazer.
Só pra garantir esse refrão...
Eu vou enfiar um palavrão:
Cu!

Nenhuma novidade.
Mas não poderia deixar de fazer um post no dia 29 de fevereiro.
Outro como este, daqui quatro anos.

28.2.08

Gracias Montilla

Ontem descobri que uma garrafa de rum tem o mesmo valor que um mês de terapia e/ou 15 aulas de yoga.
Um Montilla, quando bem ingerido ao lado da pessoa certa, faz com que coloquemos pra fora todos os demônios que nos atormentam.
Gritamos.
Gargalhamos.
Dançamos.
Choramos.
Abrimos o coração.
Total confiança e cumplicidade.
Sem ter que pagar nada (a não ser os R$ 20,00 da garrafa).
E, no final, ainda temos um colinho para podermos pegar no sono.
O melhor de tudo isso é ouvir da pessoa amada, podre de bêbada, todas aquelas coisas lindas que ela fala quando está sóbria.

Sorte dela.

Películas

Priscila diz que sou chato pra cinema.
Que não gosto de nada.
Mas não é verdade.
Tem alguma coisa que eu gosto.
Aliás, faz tempo que não vejo alguma coisa boa tipo “ET, o extraterrestre”.
Acho que o melhor dos últimos meses fica por conta do Elsa e Fred.
Menção honrosa pro “Caçador de Pipas” que eu só não curti mais porque é exatamente igual ao livro. Ou seja, eu já sabia tudo que ia acontecer.
Semana passada, fomos ver “Juno” com a melhor das expectativas, graças a todo o fuzuê da mídia.
Nota 10 pra trilha sonora.
Filme muito meia boca.
No máximo uma excelente Sessão da Tarde.
No sábado, assistimos Capote em casa.
Priscila dormiu com 10 minutos de filme.
Agüentei até o final esperando a hora em que ele fosse ficar bom.
Não ficou.
Acho que as últimas obras cinematográficas estão deixando muito a desejar.
Ou eu sou muito chato.

25.2.08

As almôndegas do Juninho

O Júnior foi uma das pessoas mais doces que conheci na vida.
Era meu colega na primeira série.
Pesava quase 100 quilos.
Isso na primeira série!
Imagina uma criança com sete ou oito anos pesando quase 100 quilos?
Era uma criança introvertida, porém sempre disposto a ajudar os outros.
Não precisa nem dizer que, pelo peso, era o alvo de todas as brincadeiras da turma.
Vítima da crueldade comum nas crianças.
E o Juninho, que azar, tinha tetinha.
A principal brincadeira era apertar as tetinhas do Juninho.
Um dia apertaram tanto que jorrou sangue de uma delas.
Ao invés de leite, jorrou sangue.
Apesar disso, o Juninho não reagia.
Ele nunca reagia.
Não porque não tinha força. Muito pelo contrário.
O Juninho era um touro.
Podia matar um de seus agressores com um tapa.
Mas não era da índole do Juninho reagir.
Não era da índole do Juninho agredir as pessoas.
Eu tinha pena dele.
Pena mesclada com gratidão.
Graças a ele, eu era o segundo mais gordinho da sala. Portanto, sendo poupado.
Por isso não participava nem compactuava com as torturas diárias.
Bom, toda esta introdução foi para contar uma história que aconteceu com o Juninho.
Além de todos os problemas, o Juninho tinha azar.
Tudo dava errado com ele.
Uma vez nossa turma participou de um passeio até a Vila Oliva.
Vila Oliva é um retiro localizado na cidade de Salvador do Sul, perto de Caxias, que pertence ao colégio Anchieta.
Era uma aventura sem precedentes.
O ônibus partia cedo do pátio do colégio.
Juninho chegou faceiro, trazendo sua mochila.
O ônibus não tinha nem deixado a BR 116 e Juninho se preparava para fazer seu lanche pós café da manhã.
De dentro da mochila tirou um “tapeuer” com quatro almôndegas aceboladas.
Sobra do jantar, segundo ele.
Um cheiro horrível!
Mesmo alertado pelos colegas para que não ingerisse tal alimento, Juninho mandou ver.
E ainda lambeu o caldo no fundo do pote.
Evidente que o resultado não poderia ser dos melhores.
Na subida da Serra, Juninho começou a passar mal.
Uma dor de barriga terrível fez o gordo suar.
Ele gemia baixinho enquanto se contorcia sobre a poltrona.
Foi então que descobrimos que o ônibus não tinha banheiro.
Em pânico e aos berros, alunos e professores fizeram o ônibus parar no acostamento.
Juninho desceu quase em câmera lenta.
Qualquer movimento mais brusco poderia ativar a evacuação antes da hora.
Na mão esquerda, segurava um maço de folhas de caderno.
Ninguém havia pensado em levar papel higiênico.
Ao contornar o ônibus para procurar um lugar ideal, Juninho percebeu que o terreno ao lado da estrada era um barranco íngreme em meio ao matagal.
Trocando as pernas, Juninho foi descendo se segurando nos arbustos.
Ele já não agüentava mais.
Achou um local para apoiar os pés, juntou um tufo de arbusto e agarrou firme ficando de cócoras.
Amontoados nas janelas laterais do ônibus, (a professora não nos deixou descer) conseguíamos apenas ver a cabeça do Juninho.
Aquele rostinho rechonchudo, vermelho.
Fazendo força.
Força pra se segurar, pois pra cagar nem precisava.
De repente, a cabeça do Juninho sumiu e um berro ecoou no meio do matagal.
Nos entreolhamos em silêncio.
Professores e o motorista correram barranco abaixo.
Ninguém podia acreditar.
O tufo de arbusto onde Juninho segurava todo seu peso arrebentou.
O gordo rolou de costas barranco abaixo e só foi parar numa árvore.
O problema não foram os arranhões e os espinhos.
Juninho rolou por cima da diarréia que acabara de fazer.
Uma listra de merda cortava suas costas de cima a baixo passando pela cabeça e acabando na testa.
Parecia um gambá.
Enquanto alguns professores tentavam limpar o Juninho do lado de fora, a diretora entrou no ônibus e falou em tom grave:
- Não quero ouvir nenhuma brincadeira. Nenhuma risadinha.
Pra que?
Juninho teve que ouvir piadinhas pelo menos até deixar o colégio e ingressar na faculdade.
Grande figura, o Juninho.
Nunca mais vi.
Assim como nunca mais comi almôndegas aceboladas.

24.2.08

Purificador




Priscla apareceu hoje em casa com essa novidade.
Disse que é pra conseguir usar o banheiro depois de mim.
Virou piadista agora a menina.

Nenhuma graça.

21.2.08

Eclipse

Eclipse é um troço engraçado.
Astrônomos entendidos sempre dizem: “outro eclipse como este só daqui a 140 anos”.
Mas todo o ano tem um.
Seja da lua, seja do sol.
Ontem passamos a noite revezando o binóculo na observação do fenômeno.
Interessante. Mas nada mudou na minha vida.
Pelo menos me lembrei de dois fatos interessantes que nada têm a ver com eclipse, mas sim com o espaço em geral.
Lá pelo período paleolítico da Era Moderna, meados de 1979, 1980, nossa maior preocupação era onde ia cair o Skylab.
O Skylab era uma estação espacial lançada pela Nasa que acabou à deriva podendo cair em qualquer lugar da Terra.
Não me lembro onde caiu, mas não causou estragos.
Que pena.
Pior foi a época do cometa Haley.
Foi em 1986.
O anúncio de sua aparição causou um alvoroço.
Era todo mundo olhando pro céu tentando encontrar o bichinho.
Um dia, fomos para cima de um morro, onde mora meu tio.
Acampamos ao relento.
Passamos frio.
Mas nada de ver cometa.
No verão, em Atlântida, fomos para casa do Pozzas na beira da praia.
Pegamos travesseiro e cobertas e deitamos na calçada, olhando pra cima.
Era o dia chave para ver o cometa.
Acordamos com o sol na cara e com as pessoas chegando à praia com cadeira e guarda-sol.
Maior mico.
Seja como for, legal mesmo será no dia em que “eles” fizerem contato.

20.2.08

A77AQUE

Quem me apresentou o Attaque 77 foi o Bananal, um guri que morava lá no prédio.
Isso lá no século passado, meados de 1989.
Era uma fita cassete de péssima qualidade, mas isso não importava.
Foi amor à primeira vista (ou amor à primeira escutada).
A banda recém surgida no rock argentino era tudo que eu queria em matéria de música em espanhol.
Tinha suas canções entoadas nos estádios por torcedores de Boca e River.
Uma apoteose!
Sempre lembrando que, naquela época, nosso acesso à música argentina (ou espanhola) era muito difícil.
Não só para adquirir fitas ou CDs, mas também para conhecer novas bandas.
Ficava tudo muito limitado a Fito Paez, Mercedes Sosa e Charly García.
Legalzinho até.
Mas não era o que eu procurava.
Para se ter um CD, só mesmo viajando para Buenos Aires ou encomendando com amigos.
Se até hoje dificilmente encontramos alguma coisa boa nas lojas, imagina em 1989.
Pois o Attaque 77 representava a Argentina pura.
Futebol, mulher, ditadura militar, falta de grana, mães da Plaza de Mayo, mate, viagens para as praias do Brasil, problemas da juventude, eram os temas das canções.
Do jeito que podia, passei a acompanhar a evolução do Attaque 77.
Com o advento da internet as coisas se tornaram mais fáceis.
O Youtube me possibilitou, pela primeira vez, ver um vídeo da banda.
As músicas evoluíram.
Ciro e Federico Pertusi melhoraram 100%.
E Attaque 77 segue fazendo sucesso.
Pelo menos na Argentina.
Infelizmente, por aqui segue desconhecido.
Quem sabe, um dia, conseguirei realizar o sonho de assistir a banda ao vivo?
Por enquanto, sigo pedindo ajuda ao meu grande amigo Youtube.

19.2.08

Quase o fim

Ontem, por um minuto, pensei em nunca mais escrever neste blog.

Ainda bem que um minuto passa rápido.

Seriados

Não tenho muita paciência para assistir estes seriados americanos que são febre entre as pessoas da minha faixa etária.
Friends, Desperate Housewives, Lost, Mad About You, Seinfeld, Melrose Place, etc, etc, etc…
Não propriamente por serem ruins (porque até acredito que alguns tenham qualidade), mas porque não tenho uma rotina que me faz estar na frente da TV sempre no mesmo dia e no mesmo horário.
Se perder um episódio, todo o tempo dispensado vai pro espaço.
Além disso, os canais Sportv transmitem todos os jogos da Libertadores da América.
Isso para não falar na Liga dos Campeões da Europa ou Copa da Uefa.
Já no final da minha adolescência, cheguei a acompanhar o “Barrados no Baile”.
Tinha sonhos eróticos com a Brenda Walsh e a Kelly Taylor.
Mas ficou só nisso. Elas nem sabem que eu existo.

Priscila começou a acompanhar a nova temporada do Grey´s Anatomy.
Um grupo de médicos recém formados vivendo o dia-a-dia de um grande hospital americano numa atmosfera de competição, conflitos e putaria.
Sim, total promiscuidade.
Me esforço ao máximo para acompanhar o desenrolar de cada capítulo, mas o fato de não conhecer os personagens dificulta ainda mais.
Tenho que ficar perguntando: “quem é fulano, quem é sicrano, quem é beltrano?” e atrapalho a concentração da Priscila.
Aliás, a concentração tem que ser 100%.
A história é contada num rítmo frenético.
Todo mundo fala ao mesmo tempo e todo mundo responde ao mesmo tempo.
Todos têm uma réplica na ponta da lingua e a tréplica depois.
Chego a ter pena da pessoa responsável pelas legendas.
Isso sem falar na completa distância da realidade.

Sendo assim, ainda prefiro ficam com a novela das 20h na Globo.
Pelo menos é em português.

Luiz Nei - Carnaval 2008



Sem palavras

18.2.08

Reminicências do coração

"O meu amor por você supera qualquer outro sentimento que já dei a alguém. Supera a minha alegria de viver, pois ela está intimamente ligada à sua felicidade e, por conseqüência, ao meu amor por ti.

O meu amor por você supera as dificuldades do dia-a-dia. Pois é a cada dia que aumenta o que sinto por ti. É a cada dia que descubro um novo homem ao despertar, mas com o mesmo caráter e integridade que fez com que eu me apaixonasse por ti naquela noite de domingo.

O meu amor por você supera a rotina da vida a dois, sob o mesmo teto, dividindo o mesmo banheiro, a mesma cama e o mesmo controle remoto. Pois é ao seu lado que eu descubro, a cada instante, o quanto é bom ter alguém para esquentar meus pés nas noites quentes e frias, o quanto é alegre não ter apenas uma escova de dentes no copo do banheiro, e o quanto é divertido poder me distrair com seus comentários sobre as falas dos personagens na novela das oito.

O meu amor por você supera qualquer força contrária. Supera qualquer desejo para dar errado, supera a inveja, o olho gordo e o mau olhado. Supera tudo isso, pois o meu amor por você é único e infinito.

O meu amor por você só não é maior (ou é do mesmo tamanho) do respeito que sinto e tenho por você. Pelo homem íntegro, honesto, ético e com um caráter indescritível. Um homem com um coração imenso, sincero e justo, que não faz mal para ninguém, mesmo que receba todas as injustiças do mundo. É como se você agüentasse calado todas as dores e sofrimentos que a vida lhe impõe, e ainda coloca um sorriso nos lábios, levanta a cabeça e segue em frente, pois lá no fundo, bem dentro de ti, você sabe qual é o seu destino, sua missão, e não deixa que nada o abale.

O meu amor por você é por tudo isso que você é. E é por esse amor imenso e incondicional que eu estou aqui, ao seu lado, para enfrentar tudo e todos. E, se mesmo assim você disser que não quer mais, que já não te faço mais feliz, eu continuarei de amando, de longe, à distância, torcendo para que você realmente encontre a verdadeira felicidade. E, quando isso acontecer, eu vou te amar ainda mais, por saber que você está inteiramente feliz. Mesmo que não seja ao meu lado."

Por Priscila Tescaro.

Maior declaração de amor que já recebi na vida.
Sem palavras.
Obrigado.

15.2.08

14.2.08

Maldade

Conversa aqui na assessoria:
- Viu que a mulher do Faustão tá grávida?
- Jura? De quem?

Visitas ilustres

Gostaria de mandar um abraço para as pessoas que ontem entraram no meu blog nas localidades de Castanheira do Ribatejo, Carnaxide e Moncarapacho, todas em Portugal.

E dizer que adorei os nomes de onde vocês moram.

"Adoçante pode engordar mais que açúcar"

Eu sabia que alguma coisa tava errada.

13.2.08

Percepção da semana

O mundo é realmente muito injusto.
Pena que nunca é injusto ao meu favor.

12.2.08

Chega de HD



O departamento de marketing do Barcelona colocou em prática a idéia de alugar o estádio Camp Nou para que pessoas comuns (craques de final de semana) possam realizar o sonho de disputar uma pelada no gramado.
O pacote inclui a utilização das dependências do estádio para 35 jogadores (dois times com seis reservas), trio de arbitragem, serviço de som e uma foto personalizada com os dizeres "Eu joguei no Camp Nou".
Além disso, ainda tem um coquetel após o jogo oferecido pelo Barcelona.
A brincadeira sai por 40 mil euros (aproximadamente 100 mil reais).
Dividindo este valor entre as 35 pessoas, cada um vai pagar R$ 2.860,00 mais ou menos.
Acho que vale.
Alguém?

Link
Link Esp

11.2.08

Volta de férias III




09/02/2008
Técnico Vagner Mancini
Grêmio 2 x 0 Novo Hamburgo
Campeonato Gaúcho

Volta de férias II

Trabalho na mesma empresa há 9 anos e nunca tive algum problema relevante no meu computador.
Aí passo um mês de férias e quando retorno meu PC está inutilizado por causa de vírus.

Estagiário é foda.

Volta de férias I

Quando gozamos nosso período de férias, procuramos ficar alheios aos acontecimentos do dia-a-dia do nosso trabalho.
Acho que é uma decisão normal.
O problema é quando voltamos, acreditamos que tudo mudou.
Como se o mundo girasse em torno da gente.
Será que aquela pessoa continua ali?
Será que aquela sala ainda realiza aquele serviço?
Será que aquele programa de rádio que eu sempre escutava no carro pela manhã continua no ar?
A resposta normalmente é “sim”.
Então você se dá conta de que nada mudou.
Tudo continua igual.
E a rotina dos últimos 12 meses voltará a ser a mesma.
Pelo menos até as próximas férias.

Isso se você não tiver sido demitido.

8.2.08

Urgente

Preciso de um cartão corporativo.

Eu assisto

O que pode ser mais babaca do que 10 infelizes que ficam horas sobre pedras, com chapéu de pato na cabeça, saltando sobre um obstáculo que gira sem parar?
Certamente o babaca que fica horas assistindo tudo pela TV.

Ainda bem que não tenho o pay-per-view do BBB8.

6.2.08

Luiz Nei e seu mata-moscas

Mais do que propriamente a alimentação, a maior diversão de Luiz Nei na mesa é ficar caçando insetos com o mata-moscas enquanto os outros comem (ou tentam comer).
Tranquilamente Juçá se prepara pra colocar uma garfada na boca.
O mata-moscas de Luiz Nei passa zunindo sua orelha esquerda e só vai parar depois de estraçalhar uma mosca bem na frente do prato.
Engasgada com o susto, Juçá esbraveja:
- Que droga! Pode matar a mosca, mas precisa ser assim com tanta força?
- Claro, assim ela sofre menos.

É um homem bom esse Luiz Nei.

Sabedorias de uma sexagenária

Domingo de carnaval.
Passam alguns minutos do meio dia.
Juçá na cozinha encaminha o almoço.
Lendo jornal na sala, Tomas, meu cunhado, pergunta:
- Luiz Nei ainda não acordou?
- Ainda não. Responde Juçá.
- Que estranho. Não é melhor dar uma olhada?
- Pra que?
- Vai que aconteceu alguma coisa.
- Se ele estiver dormindo, não quero acordar. E se estiver morto, não vou poder fazer nada mesmo. Então deixa ele lá.

Quantos anos de casado precisarei para chegar a este nível?

Férias da Duda



Antes de partir com as crianças para a praia, tratei de passar no cabeleireiro para tosar as melenas da Maria Eduarda.
Nem havia sentado na cadeira, já iniciou o papo:
- Tio! Sabia que eu vou pra praia?
- É mesmo? Pra qual praia tu vais?
- Pra Antártida.
Pausa para o cabeleireiro raciocinar.
- Antártida? Não sei onde fica.
- Como não! Aquela onde tem o “planeta”!
- Ah! Atlântida!
- Isso!

2008 começa agora

Depois de muito tempo de ausência devido às férias (provavelmente o maior tempo sem atualização desde a existência deste blog) estou de volta.
Bom 2008 para todos!
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