21.3.08

Essa é parceira


Sexta-feira Santa em Porto Alegre.
Temperatura de 34 graus.
Família toda viajando.
Carteira vazia e pouca opção de lazer.
Priscila entediada em casa.
O que fazer?
Nada melhor do que levar a esposa para ver São José x Brasil de Pelotas no Passo D´Areia.
Jogaço pelo Gauchão 2008.
Para quem já foi assistir União Barbarense x Catanduvense pela Séria A3 do Paulistão, São José x Brasil PE era como uma final de Copa da Europa entre Real Madrid e Milan para Priscila.
A decisão se mostrou acertada logo na chegada ao estádio: ingresso custando apenas R$ 10,00 e entrada grátis para mulher.
De imediato, Priscila foi apresentada à torcida Xavante: “Éu, éu, éu, a melhor e mais fiel!”.
Pelo menos era o que eles cantavam.
Mas façamos justiça: aproximadamente 3 mil pelotenses viajaram mais de 3h para acompanhar o time.
Ficamos sentados na torcida do São José.
Uma torcida que merece uma análise mais aprofundada.
Na verdade, ninguém torce para o São José.
Apenas meia dúzia de pré-adolescentes. Três vestindo a camisa do Grêmio e três vestindo a camisa do Inter.
O grito mais empolgado era: “Vamu São José! Vamu São José!”.
Um troço assim super original.
Parecia que o jogo era em Pelotas tamanha a diferença na quantidade e na animação da torcida.
Boquiaberta, Priscila prestava atenção em tudo, menos no jogo.
É só observar a foto aí de cima: pressão total do Brasil de Pelotas dentro da área do São José e Priscila observando o passarinho verde.
No final, vitória do São José por 2 a 1.
Mas o placar foi o que menos importou. Bom mesmo, só a diversão e a companhia de Priscila.

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