30.4.08

Essas mulheres...

Elas brigaram.
Se arranharam.
Agarram os cabelos.
Tudo pra ter a honra de tirar uma foto comigo.
Pacientemente, resolvi matar o desejo das duas.
Primeiro Deborah Secco.
Depois a Miss Brasil, Natália Anderle.




Mas, me respondam: o que eu vou querer com essas tribufus tendo ao meu lado a melhor de todas?

29.4.08

Documentos

Acho que já nas categorias de base dos clubes de futebol, os jogadores deveriam aprender, além de chutar, dominar uma bola, qual a diferença entre um homem e uma mulher.
Coisa básica.
Tudo isso para não pagar o mico que Ronaldo Nazário pagou ao levar dois travestis para um motel.
Ele alegou não ter percebido a diferença ainda que um dos travestis tivesse mais barba na cara do que o Bin Laden..
Provavelmente só se deu conta do erro na hora de pagar o motel quando foi pegar os “documentos” (sentiu a sutileza da piada?).
Já no namoro com a Cicarelli ele mostrava sua tendência.
Porque a única diferença da Cicarelli para os travestis é que ela é operada.
Mas este caso de Ronaldo Fenômeno não é o primeiro.
Júnior Baiano já andava por aí de mãos dadas com Vera Verão.
Provavelmente também careceu de uma melhor orientação quando do início de carreira.
Seja como for, verifiquem antes o documento.

Perca peso agora

Meu amigo e colega Pfeiffer iniciou um rigoroso regime à base de Herbalife.
Curioso, questionei o funcionamento:
- Como é este troço de Herbalife?
- São dois copos de chá que a gente toma no lugar da janta.
- Ah! É mais ou menos como aquele cientista que inventou uma pílula para matar a sede.
- Pílula pra matar a sede?
- É. Tu tomas com dois copos de água.

Qualquer pessoa que trocar a janta por dois copos de chá, emagrece.
Não precisa nem ser Herbalife.

28.4.08

Que mundo é este?

A perversidade humana está cada dia mais em alta.
Basta ligar a TV ou abrir um jornal e lá está.
Estampada na capa.
Manchetes que embrulham o estômago e fazem pensar: “que mundo é este?”.
Até tento parecer indiferente.
Porque se for sempre levar em consideração, vou acabar enlouquecendo.
Mas a situação está fugindo do controle.
Talvez pela própria ação da mídia, porque acredito que a maldade sempre existiu.
A própria história da humanidade apresenta exemplos clássicos.
A maldade é inerente ao ser humano.
Uns sabem conviver com ela.
Outros deixam transbordar.
Todos nós somos psicopatas.
Uns têm consciência e controle.
Outros não.
É muito tênue a linha que separa a razão da loucura.
Basta passar um dia com a Priscila de TPM.
A realidade é que convivemos com a perversidade diariamente.
Está em todos os lados.
Esperando.
Impotentes, só podemos rezar para que Deus proteja nossos amores e que a maldade não venha mudar nossas vidas pra sempre.

25.4.08

Como vinho

Depois de fuçar no computador, acabei encontrando umas fotos antigas.
Na época em que morei na Espanha e na Costa Rica.
Curiosos, Eduardo e Rodrigo (estagiários) se puseram atrás de mim para ver as fotos:
Rodrigo:
- Bah! Essa é onde?
- Essa é no estádio do Barcelona.
- Hum. Tu fica muito estranho sem barba.
Eduardo:
- E essa aqui?
- Essa é no estádio do Heredia, na Costa Rica.
- Hum. Que idade tu tinhas?
- Acho que uns 18 anos.
- Tu tá muito diferente nessas fotos.
Rodrigo:
- Quem é esse cara na foto contigo?
- É o Elber. Aquele atacante. Na época ele jogava no Grasshopper, da Suíça.
- Tu tava gordito, hein.
- É que na época eu ainda não comia tua mãe.
Silêncio.
Rodrigo:
- Sério agora, preciso fazer um comentário.
- Diz.
- Como o tempo fez bem pra ti.

Ia até colocar as fotos aqui, mas deixa assim.

23.4.08

Luiz Nei e as previsões

Luiz Nei e eu descendo no elevador.
Pergunta ele:
- Como tá teu carro?
Ele sempre faz essa pergunta.
- Tá bem.
- BEM??? Teu carro era pra estar demolido. Primeiro porque é antigo e, segundo, porque está nas tuas mãos. E sabe como fica um carro nas tuas mãos, né?
Ele sempre diz isso.
- Essa é uma injustiça eterna. Uma teoria que vai te acompanhar até o túmulo.
- Tá bom. Vai me dizer que agora tu és um homem redimido?
- Talvez.
- Lembra como ficou aquela tua camionete? Gastou 20 mil naquela merda. Quando eu vi que tu tinhas comprado, já sabia que não ia dar certo.
- Claro, Luiz Nei. Todas as merdas que eu fiz na minha vida tu previste. Todas.
- Pois é, Bem feito. E as coisas boas? Também previ.
- Se previu, não me disse.
- Vou prever: tu estás no caminho certo.
Silêncio.

Cada um tem a Mãe Dinah que merece.

Porcomóvel

Final do trabalho, fui pegar meu carro no estacionamento do Olímpico para ir pra casa.
Antes de entrar, percebi que alguém havia escrito alguma coisa no vidro traseiro.
“Lava-me por favor”, dizia o recado escrito, obviamente, na sujeira do vidro.
A brincadeira, ainda que ingênua, tocou fundo no meu “eu interior”.
Foi então que percebi que vai fazer seis meses que não levo o carro pra lavar.
Isso falando só da parte externa, pois dentro dele deve fazer mais ou menos uns 10 meses que não lavo.
Desde que o carro foi invadido por formigas.
Juro que não havia percebido tamanho relaxo.
Sim, puro relaxamento.
Existem lavagens de carro que buscam o carro em casa e depois entregam.
Não precisa nem se mexer.
Bom, juro que vou mandar o carro lavar.
Não por causa do recado, mas porque tenho vergonha na cara.
Ele vai ficar limpinho...cheirosinho.
Uma diliça!
Juro que vou lavar.
Não sei quando...
Mas vou.
Um dia, quem sabe.

22.4.08

Viajando

Congonhas/Porto Alegre.
Vôo 2100 da Varig.
Provavelmente sobrevoando o espaço aéreo catarinense.
Priscila observa as nuvens pela janelinha da aeronave.
- Má, onde fica o céu?
Pensei não ter entendido o devaneio.
- Que?
- O céu. Onde é que fica?
- Ué? Tu não estás olhando pra ele?
Eita criatura minimalista.
- Não, Má! Quero saber onde fica o teto do céu. O final dele. Se continuarmos subindo, nunca chegaremos ao final. Isso quer dizer que o céu não existe.
- Bom, tem aquele troço de “atmosfera”. Aquilo que os astronautas têm que ingressar quando retornam do espaço. Acho que, quando estamos subindo, o final da atmosfera deve servir como um limite.
- E depois de passar a atmosfera o que acontece?
- Acho que entramos em órbita. Chegamos ao espaço sideral. Sei lá.
- Ah!

Aeromoça, por favor, me traz outra dose...hic...

21.4.08

Americana - Abril de 2008

Tudo de bom este final de semana em território paulista.
Nem tudo correu dentro das previsões que fiz no post abaixo.
Fui assolado por uma crise de racionalidade e abandonei a idéia de ir ao jogo entre Palmeiras e São Paulo.
Não só pela grana que eu ia gastar, mas também pela mão de obra.
No âmbito futebolístico, apenas a aquisição de uma camisa oficial do Rio Branco de Americana contrariando a expectativa de todos que teimavam em afirmar que jamais eu iria encontrar uma camisa do Rio Branco pra vender.
Meu instinto de colecionador falou mais alto.



Sábado foi o dia do casamento da Ana Carolina em Jaboticabal.
Este foi o real motivo de nossa viagem.
Depois de muito tempo, Priscila voltou a reencontrar suas três grandes amigas da época da faculdade em Ribeirão Preto: Ana Carolina (a noiva), Gabriela e a Bárbara.
Pessoas maravilhosas!
Priscila escolheu a dedo suas melhores amigas.
Aliás, ela sempre teve bom gosto (quase sempre).



Não chegamos a conhecer a cidade de Jaboticabal ainda que eu tenha recebido o convite para assistir o jogo de estréia do Jaboticabal Atlético na quarta divisão do Campeonato Paulista.
Convite do próprio presidente do clube.
Jogo às 10h da manhã não rola.
Mais um exemplo da crise de racionalidade.
Quando é que eu deixaria de conhecer um estádio da quarta divisão para ficar dormindo?
Nunca.



O casamento foi excelente!
Todo mundo muito feliz, comida boa e bebida mais ainda.
Destaque para a mesa de queijos e salames que antecedeu o jantar.
Comi tanto salame e queijo que nem jantei.
Priscila encarou os dois.
Tão saudável essa minha esposa!



Acordamos por volta das 10h30.
Ainda deu tempo para pegar o final do café da manhã apesar da insistência dos empregados em retirar a mesa de guloseimas.
O tempo ficou chuvoso o dia todo.
Nossa idéia era curtir um pouco o hotel fazenda Santa Amélia (local do casamento e da nossa hospedagem).
O hotel, estilo “fazenda antiga”, tinha tudo para ser um bom hotel.
Acredito que até deva ter sido um bom hotel no passado, mas os ambientes deixaram visíveis o estado de abandono.
A vista do nosso quarto até que era bem bonita.
Coisa meiga.



Levamos mais de três horas de Jaboticabal de volta para Americana.
Chuva durante todo o trajeto.
Passamos por quatro pedágios sendo que um custava R$ 9,30 e o outro R$ 10,00.
Um roubo!
Bom mesmo foi a parada estratégica para alimentação no posto Castelo, na beira da estrada perto de Araraquara.
Comi dois espetinhos de frango extraordinários.
Nunca comi coisa tão boa.




De volta a Americana, hora de Priscila curtir a família.
Depois de muito tempo, de volta ao colinho do papai Vilson e da mamãe Kate.
Sogros maravilhosos que conseguem me fazer sentir como se estivesse na minha própria casa.
Presença da irmã Thaís (sempre cortejada pelo noivo Edinho e que foi dormir na sala para me ceder o quarto) e do irmão Jorge, vítimas que pacientemente passam horas escutando as resenhas de Priscila.
Essa mulher fala mais que o “homem da cobra” (expressão usada por ela mesma que eu não sei o que significa, mas posso garantir que ele fala pra dedéu).
E tem assunto, essa criança!
Mas tudo bem, muito tempo sem colocar a conversa em dia.
E ainda antecipou o tempo que vai ficar longe.



Na segunda-feira saímos de manhã com “seu” Vilson.
Grande figura!
Praticamente o dono de Americana.
Está trabalhando na campanha de um candidato do PV para as eleições deste ano.
O homem trabalha muito!
Além disso, ainda deu uma de guia turístico.
Me levou para conhecer todos os cantos de Americana contando a história de cada um deles.
Desde as fábricas têxteis até o teatro da cidade onde o palco desabou enquanto a orquestra entoava o hino nacional.
Grandes histórias!
O passeio culminou com uma caminhada pelo jardim botânico que acabou com o preparo físico de todos.



No final do dia, família reunida para o jantar de despedida.
Um café com pão com mortadela e bolo de chocolate.
Presença da Gabi e da Helô: namorada do Jorge e irmãzinha dela.



Um fim de viagem digna de uma família unida e feliz.
Não é a toa que Priscila é esta mulher maravilhosa.
Vem de berço.
Saudades de todos!

Bom vai ser receber esse pessoal em Porto Alegre!

17.4.08

Feriadão em São Paulo

Se tudo correr dentro da normalidade, este feriadão promete ser bastante agitado.
Teoricamente, deveremos estar embarcando para São Paulo às 7h da madrugada desta sexta-feira.
Digo teoricamente porque todos os vôos do Salgado Filho marcados para a manhã desta quinta acabaram atrasados graças ao nevoeiro.
Chegando ao aeroporto de Congonhas, embarcamos em um ônibus para mais 1h45 de viagem até Campinas.
Se tudo der certo, deveremos ser recepcionados por meu cunhado que nos levará de carro para Americana, onde passaremos a noite.
No sábado, seguiremos para Ribeirão Preto e, logo depois, para a cidade de Jaboticabal onde participaremos de um casamento de uma amiga da Pri que mora em Portugal.
Dormiremos lá.
Pela manhã, cedo, deverei estar embarcando de ônibus para a capital com o intuito de assistir Palmeiras e São Paulo, no Parque Antártica, pela semifinal do Paulistão.
Terminando o jogo, volto para a rodoviária e pego um ônibus para Americana chegando à noite.
Segunda deve ser um dia de descanso.
Na terça, vôo cedo para Porto Alegre.
Desço no Salgado Filho direto para o trabalho.
Ufa!
Quando será o próximo feriadão?

Música, som e áudio

Realmente a internet é a maior invenção da humanidade.
Por meio do Youtube, temos acesso aos vídeos mais incríveis do planeta.
Qualquer vídeo é possível encontrar.
Não bastasse isso, ainda tem o código em HTML pra gente colocar no blog.
Hoje descobri o correspondente ao Youtube na versão áudio.
É o MP3tube.
Além de encontrarmos pérolas da música, como esta aí abaixo, ainda podemos pesquisar os mais diferentes arquivos de áudio.
E depois podemos copiar o código para colocarmos no blog.
Sensacional!

 Babau do Pandeiro - A Véia dos Peito Mole

Super-herói

Quando eu era pequeno, queria ser o Superman.
Poderoso, imbatível!
Entrava numa cabine telefônica e se transformava.
Saia voando e podia carregar qualquer coisa.
Um verdadeiro super-herói.
Depois de crescer, passei a admirar o Homem Cabide.
Pelo menos é nele que me transformo quando vou nas lojas Renner com a Priscila.

16.4.08

Dodói

Dor de cabeça.
Dor no corpo.
Prostração.
Tô com dengue.

Maldita picadura.

O gol mais bonito do Barcelona

O jornal catalão El Mundo Deportivo, após uma pesquisa, elegeu um gol de Romário como sendo o mais bonito da história do Barcelona.
O gol foi o primeiro da vitória histórica de 5 a 0 contra o Real Madrid na temporada 1993/94.
Romário marcou três gols neste jogo.
Ele concorreu com Messi (gol contra o Getafe) e Maradona (gol contra o Real Madrid).
Foram mais de 200 mil votos.
Bom, vocês devem estar perguntando “pra que esse post?”.
Na verdade, tudo isso é só para dizer que, junto com meu irmão, fui testemunha ocular deste momento inesquecível.
Assistir Barcelona e Real Madrid no Camp Nou é uma experiência que vale ser vivida.

Pra quem tiver curiosidade, o gol está no vídeo aí abaixo.
Se prestarem atenção, apareço na arquibancada vestindo casaco preto.

14.4.08

Fazendeiro búlgaro troca a mulher por cabra

Aqui.

Mestre!

Afinal, nem todos têm o privilégio de ter Priscila como esposa.

Acordando às 7h


Uma das piores coisas da vida é acordar cedo.
Desde pequeno, nunca me habituei.
Consigo me lembrar exatamente daquela sensação do final do domingo chegando, o Fantástico terminando, e eu tendo que acordar na segunda às 6h45 para ir ao colégio.
Traumático.
Acordar cedo afeta meu humor.
Com o passar dos anos, com as possibilidades se apresentando, fui tendo a chance de escolher o horário em que quero acordar.
Desde que comecei a trabalhar no Grêmio nunca entrei antes das 9h.
A não ser o período em que tinha que levar a Maria Eduarda ao colégio.
Ela entrava às 7h30.
Imaginem só o horário em que eu tinha que levantar.
E posso garantir que era horrível.
Durante este primeiro ano de convivência com Priscila, tivemos a sorte de coincidir os horários: a Pri ficava no trabalho às 8h45 e eu chegava às 9h no Grêmio.
Pelo menos até a última sexta-feira.
Com o trabalho novo, Priscila passou a chegar às 8h30.
Isto me obriga a acordar pelo menos uma hora antes.
Lá pelas 7h da madrugada.
Mas ou contrário do que vocês possam imaginar, não estou chateado.
Muito pelo contrário.
Neste trabalho novo, Priscila irá ganhar mais do que eu.
Vai poder me sustentar e realizar todos os meus caprichos.
Desse jeito fica justo.

10.4.08

Bifes

Não tenho problemas com alimentação.
Acho que isso é visível.
Tá certo que não suporto palmito, cenoura, tomate e nabo, mas pelo menos como chuchu.
São poucos os alimentos que me trazem repulsa.
Já comi língua.
E comi muita língua.
Era viciado em língua à milanesa recheada com presunto e queijo.
Amava língua.
Isso até ver uma no açougue.
Nunca mais.
A Priscila come moela.
Já escrevi isso em algum momento.
Que coisa!
Como a gente se engana com as pessoas.
Tsc...tsc...tsc...
Outra coisa que também comi foi intestino.
Sim. Eu comi tripas.
Mas a diferença é que eu comi sem saber que se tratava de intestino, pois respondia pelo simpático nome de “chinchulines” em uma casa de parrilla.
Posso testemunhar que é de dar asco.
Bom, toda esta introdução é para dizer que hoje fui almoçar e no bufet havia um delicioso e suculento bife.
Mas bife de fígado.
Como pode alguém comer fígado?
Logo fígado, que funciona como glândula exócrina (não sei o que é isso, mas tá no Wikipédia).
Seja o que for, não é de comer.
Mas tem gente que come.
E o pior é que ele é idêntico a um bife normal.
Tão idêntico, mas tão idêntico, que uma pessoa é capaz de colocar no prato, cortar uma fatia generosa e enfiar na boca como se fosse um bife normal.
Êita pessoa bocó.
Mas não vou dizer quem foi.

7.4.08

Programa de casal

Normalmente, passear no centro da cidade não é um programa muito agradável.
Ainda mais se este programa for feito no sábado pela manhã.
Ainda mais se este programa for para comprar cosméticos na rua Riachuelo.
Não! Os cosméticos não são pra mim. São para Priscila.
Bom, pelo menos esta era minha visão antes da experiência propriamente dita.
Mas as coisas começaram a mudar de rumo logo no café da manhã.
Um delicioso e gigantesco churros de doce de leite comprado embaixo do viaduto da Borges de Medeiros às 9h.
Melhor mesmo só se tivéssemos feito compras na loja do Tio Tony.
Mas essa fica pra próxima.
Bom, voltando às lojas de cosméticos.
Até achei que fosse pior.
Mas só em ver os olhinhos brilhantes da Priscila, como se fosse uma criança de 7 anos que chega na Disney pela primeira vez, já valeu a pena.
Não importa se ela ficou 3 horas experimentando todos os pós, sombras e batons.
Tamanha felicidade naquele rostinho.
Tão realizada que até me deixou experimentar camisetas de futebol nos camelôs (nenhuma serviu) além de me comprar um gel de R$ 5,00.
E, para finalizar, uma passagem pelo Mercado Público para repor o estoque de granola.
Isto que no dia anterior Priscila avisou: “neste fim de semana vamos fazer programas de namorados”.
Pois é.
Faça isso com seu amado.
Certamente o relacionamento de vocês ficará muito mais sólido.

Ah! Não esqueça da lojinha do Tio Tony.

Recado aos leitores

Acho que sou o “Celso Roth” do momento.
Venho sofrendo duras e severas críticas vindo de pessoas que jamais imaginei.
Tudo pelo fato de não manter este espaço atualizado.
Confesso que ando um tanto sem inspiração e criatividade.
E desta vez não é por falta de sexo.
Tenho tido pouco tempo livre.
O trabalho vem me consumindo.
Por um lado é bom: mais experiência profissional.
Programas de rádio, TV, internet...bem puxado.
Por outro lado, pouco tempo para minha amada e meus filhos.
Sem falar em atualizar blog.
Peço desculpa aos leitores, mas está além da minha vontade.
Só não exagerem nas críticas.
Eu jamais escalaria o Nunes de primeiro volante.

5.4.08

Várzea, ervilha e maionese


Quando era pequeno, me recordo que Luiz Nei me levava para assistir jogos de futebol de várzea nos antigos campinhos de areia que ficavam ao lado do Hipódromo do Cristal.
Ele parava o carro no acostamento e ficávamos na janela olhando as partidas que aconteciam lá embaixo do morro.
Confesso que no primeiro momento estava mais interessado no cachorro quente com maionese e ervilha que íamos comer depois, mas, aos poucos, fui voltando minhas atenções também para o futebol.
Acredito vir destas experiências meu gosto por jogos de futebol inusitados.
Já assisti Boca e River na Bombonera.
Barcelona e Real Madrid no Camp Nou.
Milan e Internazionale no San Siro.
Peñarol e Nacional no Centenário.
Mas confesso que nenhum é tão divertido quanto União Barbarense e Catanduvense em Santa Bárbara ou São José e Brasil de Pelotas no Passo d´Areia, só pra ficar nestes dois.
Sábado passado, aproveitei que Priscila decidiu ficar duas horas no “Instituto” fazendo as unhas e me atirei em mais uma indiada.
Quatro da tarde e lá estava eu no estádio Estrelão, na Av. Protásio Alves, vendo Cruzeiro contra Porto Alegre pela segunda divisão do Gauchão.
Nenhuma experiência futebolística é tão enriquecedora quanto esta.
Os personagens de um jogo deste porte não são encontrados nos grandes estádios.
Não são encontrados nos jogos do Brasileirão.
Ou dos campeonatos espanhol e italiano.
Nestes jogos você não pode sentar atrás da goleira, dentro do campo, depois de passar por um buraco na tela.
Nestes jogos você jamais verá o goleiro brigando com um torcedor que acabou de atirar um chiclete na cabeça dele.
Nestes jogos você não consegue entrar de graça só apresentando sua carteirinha de jornalista.
Pois é.
Estes outros jogos são transmitidos pela televisão ou pela rádio.
Você pode ter toda e qualquer informação mesmo estando em casa.
Com Cruzeiro x Porto Alegre, você precisa estar presente.
Precisa ver com seus próprios olhos.
É aí que mora a essência do futebol.
Sem falar que sempre tem naquele cachorro quente com maionese e ervilha vendido pelo “tio” da copa.

4.4.08

Uma semana

Nunca fiquei tanto tempo sem postar.

Fala por si só




Placa da van do pessoal do estúdio da Grêmio TV.

Tele-marketing atualizada

Toca o telefone aqui na sala.
Atendo:
- Grêmio, boa tarde.
Uma voz feminina estilo aquelas de secretária eletrônica responde:
- Boa tarde. Gostaria de falar com o senhor Ronaldo de Assis Moreira.
Eu ri baixinho.
- O Ronaldo não joga mais aqui, senhora.
- Como assim?
- Essa pessoa com quem você quer falar é o Ronaldinho Gaúcho.
Surpresa do outro lado:
- Juuuuuuura??
- Sim.
- Aqui é do Citibank. Gostaria que ele participasse de uma pesquisa. Mas, pelo jeito, acho que não vou conseguir.
Suspiro.
- É. Não vai.
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