2.6.08

O que começa mal...


Fora o fato de eu estar no Rio de Janeiro, em Copacabana, na beira da praia, tudo indicava que o final de semana não seria dos melhores.
Pelo menos no âmbito futebolístico.
Afinal, era este o objetivo da viagem.
Até tentei relevar o fato de a temperatura ser de 18 graus e de chover a cântaros.
Sábado, coloquei o despertador para as 6h.
Não suportei a idéia de estar na Cidade Maravilhosa e perder tempo dormindo.
Peguei um táxi e desci no iniciozinho de Ipanema.
Ainda estava escuro, mas não chovia.
Caminhei cerca de uma hora e pouco até chegar ao hotel, em Copacabana.
Isso sem acelerar o passo.
Bem devagar...observando e desfrutando ao máximo a paisagem.
Apesar da ausência do sol.
Como ainda era muito cedo, fiquei mais uma hora sentado no calçadão observando a movimentação.
Pior que não vi nenhum artista.
Após as entrevistas no hotel, ainda fiquei com aproximadamente três horas livres.
Troquei o almoço por quase um litro de água de coco tomada direto da fonte.
Impressionante como alimenta.
Por volta do meio-dia, fui passear na avenida Nossa Senhora de Copacabana, que é paralela à avenida Atlântica.
Ali existem centenas de lojas.
Tentei encontrar um copo de chopp solicitado pelo meu amigo Pfeiffer, mas não achei.
Pelo menos comprei um cristo estilizado. Pedido de Priscila.
Por volta das 15h30 fomos para o estádio São Januário, lá em São Cristóvão, na subida da favela.
Ambiente agradável.
Pelo menos pra mim, tudo era festa.
Nunca imaginei um dia conhecer o São Januário, estádio quase centenário.
Ainda mais com o Grêmio terminando o primeiro tempo ganhando por 1 a 0 e dando um banho de bola no Vasco.
A transmissão da Grêmio Rádio estava excelente.
Tudo conspirava a favor.
Cheguei até a esquecer que tudo indicava para um final de semana que não seria dos melhores.
Nem mesmo o fato de eu ter esquecido o repelente no hotel e os mosquitos estarem me devorando, era capaz de mudar o meu humor.
Mas foi então que começou o segundo tempo e o Vasco virou o jogo.
A chuva aumentou.
Não teve jeito.
Perdemos.
Um final de semana que começou com cara de que não daria certo, terminou da pior maneira.
Pelo menos no âmbito futebolístico.
No fim, valeu a experiência.
Em duas semanas estarei rumo à Goiânia onde o Grêmio enfrenta o Goiás, no Serra Dourada.
Isso se a dengue permitir.

Ah! Antes que eu me esqueça: pé-frio é a pqtp.

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