23.9.08

Ciranda dos Blogs


Hora do Intervalo


Hoje uma jornalista (de formação) e paisagista (de coração) entra em campo enquanto o blogueiro deste espaço ciranda em outro gramado, quer dizer, blog.

Já faz muito tempo que me desliguei por completo dos assuntos futebolísticos. Mas, por ironia do destino e coincidências da vida, no sorteio da Ciranda de Blogs do Decoracasa fui escalada para substituição do Márcio, causando quase noites de insônia nesta pessoa totalmente desatualizada!

Além de me divertir e emocionar muito lendo o Frutilla ou Fresa, a experiência rendeu ainda o reencontro virtual com a Pri Tescaro, que além de xará, já conheci nos tempos da faculdade em Piracicaba. Resultado parcial do jogo: mais dois ótimos blogs para acompanhar e favoritar. Gostaria de impor com mais freqüência este exercício ultra necessário de testar a memória. Confesso que muitos colegas passariam despercebidos pelo nome, não por descaso, muito pelo contrário!

O tempo passou, nossas vidas mudaram e eu, que nunca sonhei escrever nem sequer uma simples piada esportiva, mergulhei nestes últimos seis dias pelos arquivos de um jornalista experiente e especializado no assunto, mais uma prova que o nunca é uma palavra inútil no nosso vocabulário, no mínimo deve ficar na reserva, não é assim que se fala?

Mas voltando a minha relação eqüidistante com o futebol, quem mais estranhou - mas também se animou com esta história - foi meu marido, que entre uma pergunta e outra que fiz sobre o tema, achou que estava com algum problema. Logo me convidou para ver o jogo do último sábado, entre o Corinthians e Ponte Preta, no Pacaembu. A chuva e o friozinho adiaram o “programinha básico”, mas depois me arrependi, pois teria pelo menos visto os três gols comemoradíssimos (pelo marido e filha!), uma experiência inédita na vida de uma pessoa que nunca testemunhou um golzinho ao vivo na vida, já que os da escola não podemos considerar...

Na infância torci para o Palmeiras. Na adolescência São Paulo, aliás que menina não torceu motivada pela onda do Raí, que vergonha! Acho que agora, próximo dos 30 (falta pouco) serei uma sofredora... Também, quem pode com um time formado por maridão, sogra, sogro, irmão e mais um monte de primos e primas só falando em timão, coringão e outros tantos “ãos” na cabeça? Até já comprei camiseta para este projeto de corinthiana, acabei me rendendo ao fato e ponto, fazer o quê né?!

Fecho com um drink de morango (sem álcool) para brindar o retorno à primeira divisão e um adeus a série B do Brasileirão. Aí o Grêmio que se cuide, tchê!


Texto by Pri Guti

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