28.10.08

Diário de BH


Cheguei em Belo Horizonte pontualmente às 19h de ontem.
Noite quente, abafada.
Segui direto para o Ouro Minas, hotel do Grêmio.
Minha primeira noite foi num apart hotel agradável bem perto do Ouro Minas, pois este estava lotado.
Após gravar matéria com o Willian Magrão, segui para o apart com o objetivo de colocar a matéria no ar na Grêmio TV.

Só para variar, problemas no laptop. O teclado não registrava os números nove e zero e nem os acentos. Precisava deles pra colocar a minha senha e pra fazer a matéria, evidente. Ninguém consegue escrever um texto sem acento. Ainda mais sem o “chapeuzinho” que vai no Grêmio.
Nem a ajuda do hacker Daniel pelo MSN foi suficiente, pois este não detectou nenhum problema. Foi quando decidi apelar para a solução quando o problema parece ser um mau contato: duas ou três porradas de leve no teclado fizeram funcionar.

Completamente aliviado, acabei o trabalho por volta das 22h.
O cansaço me impediu de fazer qualquer coisa fora daquele quarto com ar-condicionado.
Pedi um filé à parmeggiana e fui deitar.
Levei horas pra conseguir pegar no sono. Tanto tempo que até desisti de acordar cedo no dia seguinte pra conhecer a cidade.
Além disso, às 10h30 já deveria estar de volta no Ouro Minas para a coletiva do Celso Roth.

Levantei às 9h e fui tomar café com a companhia do Glauco Pasa da RBS.
Café bem meia-boca.
Arrumei minhas coisas e fui em definitivo para o Ouro Minas.
Acho que é o melhor hotel de Belo Horizonte.
Cinco estrelas e talicoisa.
O hotel é oco em seu interior e os 24 andares são acessados por elevadores panorâmicos que ficam no interior do prédio. Estava tão absorto em minhas tarefas que só fui perceber os elevadores panorâmicos na segunda descida do quarto.
Além disso, o hotel está tão cheio, com eventos da TIM, da Nokia, dois times de vôlei, olimpíada da lingua portuguesa, etc, etc.
Uma várzea. Parece um cortiço.
A propósito, meu quarto é no décimo segundo andar. Vista bem bonita.
E bota quarto nisso!
A cama é tão grande que cabem cinco pessoas dormindo juntas.
Por respeito à minha esposa recusei o convite de três adolescentes para me fazerem companhia.
Prefiro a solidão!

Bom, consegui me liberar por volta das 13h desta terça.
Segui de táxi direto pro centro da cidade.
Olhei no mapa e pedi pro motorista me deixar no cruzamento da Av. Brasil com a Afonso Pena.
Dali caminhei até a praça da Liberdade onde fica o palácio do mesmo nome, além de vários outros prédios antigos e bonitos.
Confesso que o calor de 36 graus abalou meu instinto explorador e logo desisti de uma caminhada mais aprofundada pelo centro.
Segui direto para o estádio Independência, do América Mineiro, onde consegui convencer o zelador a abrir o portão pra eu poder visitar a parte interna.
Gostei bastante. Estádio bem simpático. E que até já foi sede de jogos da Copa do 1950.
Claro que hoje só comporta jogos da segunda divisão. Pelo menos até o término da reforma que prometem fazer para os próximos anos.
Satisfeito em conhecer mais um estádio para minha coleção, voltei ao hotel a tempo de fazer mais entrevistas antes do treino do Grêmio.

Bom, amigos. Este foi o relato de minha segunda e terça-feira em território mineiro.
Prometo mais informações no decorrer do período inclusive com algumas fotos que tirei por aqui.
Até.

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