12.12.08

Grêmio, sushi e campanhe


Ontem foi dia de festa.
O Grêmio comemorou os 25 anos da conquista do Mundial no Japão.
Parece que foi ontem.
Eu tinha 11 anos na época e lembro perfeitamente do jogo.
Lembro de Juçá ajoelhada sobre a cama enquanto a TV mostrava o replay do segundo gol de Renato.
Lembro de Luiz Nei descendo comigo pelo elevador logo depois do fim do jogo.
Saímos para comemorar.
Lembro das pessoas nas ruas à noite.
Os papéis picados jogados dos prédios na esquina da Goethe com a 24 de Outubro, ao lado do Parcão.
Um momento inesquecível para um menino que recém tratava de formar seu caráter.
Quem diria que, 25 anos depois, este menino estaria trabalhando pelo clube de futebol que tanta alegria deu?
Bom, acho que qualquer um diria.
O destino já estava traçado.
A festa da noite deste 11 de dezembro de 2008 me fez viajar no tempo, de volta há 25 anos.
Uma época de plena felicidade futebolística.
Já havia ocorrido na festa dos 25 anos da Libertadores no mês de julho.
Emoção repetida ontem.
Tá certo que faltou o Renato (nome maior daquela decisão).
Mário Sérgio também não apareceu.
Fábio Koff ficou de fora.
Mas nada que apagasse a beleza da festa e o reencontro com nomes como De León, Mazarópi, Paulo Roberto, Baidek, Osvaldo e Tarciso, pra citar os mais conhecidos.
Me dei ao luxo de tietar sem constrangimento.
O que me proporcionou boas fotos e mais autógrafos pra minha coleção.
Mas o melhor mesmo foram a ilha de sushi e a champanhe.
Comi e bebi muito!
Esse é o Grêmio que segue me dando muitas alegrias (apesar de tudo).

Com Mazarópi e De León (abre o olho, mané).

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