17.12.08

Morada dos Quero-queros


Fui fazer as reportagens da partida entre Grêmio e Ipatinga pelo Campeonato Brasileiro Sub-20 que a Grêmio Rádio transmitiu ao vivo.
Enquanto aguardava o início do jogo dentro de campo, fui convidado a me retirar pelo árbitro reserva, pois minha camisa não poderia conter nenhuma identificação da equipe que estava no gramado.
Evidente que a minha camisa estava com o escudo do Grêmio.
A solução foi colocar um colete verde virado do avesso (ele também tinha o escudo do Grêmio).
O problema era o tamanho do colete.
Não cheguei a olhar, mas do jeito que ficou apertado em mim, provavelmente era tamanho P.
Passei pelo menos 45 minutos com dificuldade de respirar.
Isso sem falar na parte estética, mas aí já são outros quinhentos.
Não bastassem a ventania, que colocou dois quilos de areia nas minhas lentes de contato, e o sol direto na minha cara, o bandeirinha resolveu implicar com o meu colete durante o intervalo.
Segundo ele (que deve ser cego), a cor verde do colete estava atrapalhando a visibilidade confundindo com os jogadores do Ipatinga.
Isso que eu estava parado na pista atlética e os jogadores dentro de campo correndo atrás da bola.
Mas até que foi bom: sem o árbitro reserva perceber, tirei o colete no segundo tempo e trabalhei normalmente com a minha camisa preta com o escudo do Grêmio.
Muita frescura pro meu gosto.
De positivo mesmo, além da vitória gremista por 3 a 1, foi a possibilidade de conhecer o estádio Morada dos Quero-queros, em Alvorada.
Mais um pra minha coleção.
Momento sublime.

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