27.4.09

Sexto sentido

Antes mesmo de minha filha nascer, sabia desde o começo que era uma menina.
A Maria Eduarda.
Foi assim também com o Mártin.
Desde o começo sabia que era um menino.
Não sei muito bem explicar que sentimento é esse.
Talvez seja aquele sexto sentindo ou um instinto que normalmente quem tem são as mães.
Seja como for, todas as minhas previsões (e meus sentimentos) se confirmaram.
Quando a Pri engravidou, na virada de ano, soube desde o começo que seria um menino.
Um sentimento mais forte do que os anteriores.
Quase que uma certeza.
Uma certeza que passou a ser vista como teimosia da minha parte já que a ecografia de março apontou 80% de chance de ser uma menina graças ao formato do tubérculo.
Sim. Tudo culpa do tubérculo.
Mas não me perguntem o que é isso que eu não sei.
Pela a explicação do médico que deu a previsão, o tubérculo é o que virá a formar o genital da criança.
Não que eu quisesse ser “do contra”, ainda mais com 80% de possibilidade de eu estar errado, mas me agarrei com força aos 20% restantes e ao meu sexto sentido.
O tubérculo que vá pro inferno.
Nem mesmo as previsões de magos dando como certa a presença de uma menina foram capazes de me convencer.
Não deixei a Pri preparar o enxoval de menina, de jeito nenhum.
“Espera a confirmação”, dizia eu.
Porém, tudo condicionava para a vinda de uma menina.
Pelo menos até a manhã de sexta-feira, dia 24, quando a ecografia definitiva apontou “os genitais externos morfologicamente masculinos”.
Isso mesmo!
Teremos um menino!
E assim, diante da estupefação geral, tive o prazer de desenrolar minha folha de cartolina e segurar bem alto, lá em cima, para todos verem, os dizeres:
EU JÁ SABIA!

Que venha com saúde o Pietro Tescaro.

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