31.7.09

Porque hoje é sexta


Hoje já é sexta-feira e ainda não coloquei nada neste blog depois dos pensamentos de terça.
Talvez porque não tenha tido nenhum pensamento diferente em três dias.

Acho que teria dificuldade em escrever uma coluna diária para um jornal.
Admiro essas pessoas.
Pensando bem, talvez me esforçasse mais se fosse pago pra isso.

Meu carro está na oficina.
Trocar a caixa da embreagem.
E não é coisa barata.
Aliás, é uma paulada.
E não tenho dinheiro para pagar.
Alguma ideia?
Já aviso que não pretendo vender meu corpo.

Pergunta da esposa pelo msn logo pela manhã:
"Filho dá gasto desde a barriga, né?".
É.

Número de visitantes no blog diminuindo consideravelmente.
Acho que terei que publicar minha foto de sunga.

Cara.
Faz muito tempo que não leio um livro.
Absurdo.
Preciso urgente de uma lâmpada de cabeceira.

Twitter deveria ser usado para breves recados.
Aqueles inteligentes e perspicazes.
Tipo os meus.
Tem gente que escreve uma bíblia.
Esses eu já deletei da minha lista.
Tu é o próximo, David Coimbra.

Alguém aí tem um Tamiflu sobrando?

Vida de jornalista é assim.
Amanhã trabalho às 10h30.
Domingo às 16h.
Alguém merece?

Pior do que perder todos os jogos fora de casa é o fato de já não se importar mais com isso.

Comunidade gay ouriçada e na expectativa em Porto Alegre.
Amanhã entra agosto.

Não poderia deixar de fazer essa piada hoje.

A propósito: hoje é Dia do Orgasmo.
Poderia ser amanhã.

28.7.09

Pensamentos de terça-feira

Já faz algum tempo que não apareço por aqui.
É que meu cérebro congelou durante a última semana.
Hoje iniciou processo de degelo.

Ontem compramos um novo aquecedor para ser utilizado no apartamento mais frio de Porto Alegre.
Compramos ali no “tio” da ferragem perto de casa.
Ninguém dá nada por ele.
Chiquitito pero cumplidor.
Hoje a Pri acordou suando.

Oito horas da manhã o rádio anuncia a temperatura de 9 graus.
Serão os primeiros sinais do verão que se avizinha?

Dentro de aproximadamente 40 dias estarei com meu filho nos braços.
Hoje sonhei com ele.
Gordinho, bochechudo e olhos claros.
Coisinha meiga.

Evidentemente, muito preocupado com a gripe suína.
Não por mim, mas pela Priscila.
Grávida de oito meses, faz parte do super-ultra-mega grupo de risco.
Tá. Exagerei um pouquinho.
Mas o que seria da vida sem o exagero?

Ontem, com lágrimas nos olhos, ela disse pra mim:
- Má. Se acontecer alguma coisa comigo, cuida bem do Pietro. Eu sei que tu serás um ótimo pai.
O que seria da vida sem o exagero?

Evitar lugares fechados.
Shoppings, cinemas, etc.

Hoje fui agredido violentamente durante o sono só porque estava roncando.
Acho que foi culpa do nariz entupido.
Nada que algumas gotas de Afrin não resolvam.
Resolveram o desentupimento do nariz, mas não o ronco.
Culpa do novo aquecedor que deixou o ar muito seco.

O uso do Afrin é uma herança de Luiz Nei.
Não sou viciado.
Só uso quando preciso.
Segundo o próprio Luiz Nei, esse negócio de Afrin viciar é uma baboseira.
“Eu uso Afrin há 40 anos e nunca viciei”, diz ele.

Vou lá cobrir o treino do Grêmio.
Tá na hora de vencer fora de casa.

Cérebro trabalhando com 40% de sua capacidade neste momento.
Olho esquerdo aberto e enxergando normalmente.
Depois de colocar a lente, claro.

23.7.09

VTNC

No último domingo o Fantástico apresentou uma matéria falando sobre a importância do palavrão na vida das pessoas.
Como o fato de soltar um palavrão pode diminuir a dor de um cidadão.
Seja a dor física ou a dor interior.
Já dizia o Millôr que os palavrões nada mais são do que “recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de (foda-se!) que ela diz”.
E não é só (foda-se!).
Existe uma gama de expressões que podemos utilizar no nosso dia-a-dia.
Evidente que o tema é polêmico e nos faz pensar.
Eu, por exemplo, não tenho o hábito de utilizar muitos palavrões.
Talvez porque não precise.
Ou até precise, mas não posso proferi-los por motivos nobres já que as consequências poderiam ser as piores.
Principalmente se falarmos no meu futuro profissional.
Pensei também em quais palavrões costumo utilizar.
Qual seria o mais quixotesco?
Pqp e vtnc (com variação para vtn-olho do seu-c) encabeçam o topo da tabela.
Vai te f..., que equivale a foda-se, também está bem cotado.
Mas foi então que descobri minha falta de criatividade.
Dificilmente utilizo outro.
Talvez o melhor de todos eles seja “tua mãe ta dando o c... na zona”.
Que na verdade é mais ofensivo à progenitora (assim como fdp e pqp) do que propriamente ao indivíduo xingado.
Seja como for, “tua mãe ta dando o c... na zona” é realmente catársico.
Tendo em vista tudo que a “zona”, e o próprio ato de dar o c..., representam na sociedade.
Sendo assim, se sintam à vontade para colocar os podres pra fora.
Se alguém ficar chocado...
Foda-se.

21.7.09

Rombo

O post foi excluído

18.7.09

Gre-Nal: 100 anos

Hoje à tarde fui abordado por dezenas de pessoas no parque da Redenção me perguntando se não iria escrever sobre os 100 anos do clássico Gre-Nal no meu blog.
É claro que sim, não poderia deixar de traçar algumas linhas sobre este confronto centenário.
Longe de qualquer bairrismo, sou daqueles que consideram o Gre-Nal o maior confronto entre duas equipes em todo o mundo.
E não digo isso da boca pra fora.
Já assisti clássicos do porte de um Boca-River, Peñarol-Nacional, Inter-Milan, Barça-Real, entre outros.
Nenhum se compara ao Gre-Nal.
E não é o jogo em si dentro de campo.
É toda uma atmosfera que toma conta do Estado durante pelo menos toda a semana que antecede o encontro.
Só vivendo mesmo tudo isso para entender o funcionamento.
Talvez nem vivendo a gente vá conseguir entender.
E não me venha com essa história de Gre-Nal da Paz.
Não existe paz em Gre-Nal.
Não existe Gre-Nal sem hostilidade, sem provocação, sem agressão mútua entre as torcidas.
Sejam elas verbais ou físicas.
Isso também faz parte do maior clássico do mundo.
Não estou dizendo se é certo ou errado.
Só estou dizendo que faz parte da cultura.
Infelizmente não lembro qual meu primeiro Gre-Nal.
Minhas recordações são remotas.
Uma das agendas de Juçá meses depois do meu nascimento, lá pelo final do ano de 1972, início de 73, tem uma passagem sintomática sobre o tema.
Conta ela que meus tios colocaram dentro do meu berço dois bonecos de borracha.
Um deles representava o mosqueteiro com as cores do Grêmio.
O outro era um saci com a camisa do Internacional.
Me agarrei ao mosqueteiro e não larguei de jeito nenhum.
Para não ficar dúvida, arrancaram o mosqueteiro da minha mão e me deram o saci.
Abri o berreiro, que só cessou quando me devolveram o símbolo tricolor.
Coisa linda esta história!
Abrindo o baú de minhas memórias futebolísticas, encontramos centenas de clássicos Gre-Nal.
Os mais antigos rememorados apenas por alguns flashes nebulosos e em preto e branco.
Lances de jogos e gols que misturam realidade e imaginação.
Um gol olímpico do Éder no final da década de 70 do século passado.
Um gol de bicicleta do Jair para o Inter por esta mesma época.
André Catimba sendo agredido por um árbitro.
Uma briga de torcida na saída do Olímpico com um torcedor deitado no chão e o sangue escorrendo pela cabeça enquanto o filho agarrado nele gritava desesperado.
São algumas de minhas lembranças mais remotas.
Não sei quando, não sei por que, não sei como...
Só sei que estão lá.
Só sei que é Gre-Nal.
Levou alguma tempo para Luiz Nei me levar em Gre-Nal no Beira Rio.
Lembro quando ficávamos na casa de meus avós, no Menino Deus, enquanto Luiz Nei seguia para o estádio adversário.
Ficávamos jogando bola no pátio e entre um chute no portão e na porta da garagem, escutávamos a partida pelo radinho de pilha que ficava ligado dentro de casa.
E tenho que confessar uma coisa: ver um Gre-Nal na casa do adversário tem um gostinho muito mais especial.
Principalmente quando a gente ganha.
Certamente se tivesse que escolher o “Gre-Nal da Minha Vida” este seria realizado no Estádio Beira Rio.
Aquele jogo onde ninguém acreditava no Grêmio.
Onde a torcida tricolor se resumia a uma pequena parte da arquibancada inferior cercada por um mar vermelho com mais de 40 mil raivosos colorados bufando.
Um jogo onde o adversário dominou durante os 90 minutos, mas, num contra-ataque no finalzinho do tempo regulamentar, aquele perna-de-pau, criticado pela imprensa vermelha, conseguiu fazer o gol de canela.
O gol da vitória!
Fazendo 40 mil colorados calarem como se estivessem presenciando uma das maiores tragédias do futebol.
Enquanto isso, a minoria, sofrida, quieta durante 90 minutos, explodia de orgulho em mais um feito inacreditável do Imortal.
Esse é o Gre-Nal.
Criando herois e vilões.
Alegria e tristeza.
Euforia e frustração.
Cem anos de história.
Da qual me orgulho de fazer parte.

16.7.09

Curitba: prós e contras


Retornei hoje pela manhã da capital paranaense.
Foi uma viagem rápida, mas particularmente bastante produtiva.
Evidente que nem estou levando em conta o resultado negativo do Grêmio contra o Coritiba no jogo de ontem à noite.
Na terça à noite, enfrentei um frio de 5 graus e fui acompanhar Paraná Clube contra Ipatinga pela Série B.
Bom demais conhecer o estádio Dorival de Brito ainda que tenha chegado atrasado e perdido os dois gols da partida.
Mas isso foi só um detalhe irrisório.
Na quarta à tarde, aproveitei um breve momento livre e fui conhecer a Arena da Baixada, estádio do Atlético Paranaense.
Já tinha escutado mil maravilhas sobre o qual seria um dos mais modernos estádios do país.
Confesso que me surpreendi positivamente.
A Arena é um show.
Paguei R$ 7,00 e participei do tour oferecido pelas principais dependências do estádio incluindo os vestiários, sala de imprensa e camarotes.
Tudo muito bonito e de dar inveja.
Não só o estádio como também a forma com que os visitantes são recebidos.
À noite, fomos ao Couto Pereira fazer a cobertura da partida entre Grêmio e Coritiba pela Grêmio Rádio.
Muito frio.
Não levei agasalho suficiente e ainda por cima esqueci meus tênis em Porto Alegre.
Consegui um emprestado com o roupeiro do Grêmio, mas só tinha tamanho 41 e não deu pra usar.
Fui trabalhar de sapato social.
Segui o conselho dos mais experientes e enchi de jornal.
Não sei se deu muito certo.
Transmissão complicada pela Grêmio Rádio.
Muitos problemas técnicos e dificuldade de levar a jornada até o final.
Serviu como aprendizagem, se é que dá pra tirar alguma coisa positiva.
Dentro de campo, o time saiu ganhando.
Deu falsas esperanças.
Mas, no final, acabou perdendo mais uma vez fora de casa esse ano.
Não foi tão doloroso como foi em Salvador, com um gol sofrido aos 48 do segundo tempo, mas tá difícil.
Tá bem difícil.
O que importa é que mais uma vez nossa missão foi cumprida.
A nossa que eu digo é a da assesoria de imprensa.
Porque a missão do time, foi pro espaço.
Já não falo nem mais em sorte para a próxima vez.
O que precisamos mesmo é qualidade.

14.7.09

Hoje em Curitiba

Bah.
Estava dando uma passada por aqui e percebi que já faz algum tempinho que não escrevo nada.
Mas juro que não é intencional.
Falta de assunto, talvez.
Resolvi deixar essas mal tracejadas linhas por consideração aos meus leitores.
Hoje estou indo para Curitiba fazer o jogo do Grêmio amanhã pela Grêmio Rádio.
Passei alguns dias na capital Paranaense em 1988 na casa da amiga Márcia Moraes.
Caraleo!
Lá se vão 21 anos!
Deve estar bem diferente.
Não terei muito tempo para conhecer alguma coisa, mas espero poder estar hoje à noite vendo Paraná x Ipatinga pela Série B do Brasileirão lá no Dorival de Brito.
Meu chefe disse que só vai se não estiver frio.
Ou seja, ele não vai.
Amanhã quero ver se consigo visitar a Arena da Baixada, estádio do Atlético.
É pertinho do hotel.
Caso dê certo, já valeu a viagem.
Isso sem falar no jogo de amanhã à noite.
Estou precisando de uma vitória fora de casa pra tirar a urucubaca.
Minha última (e única) foi ano passado lá em Goiânia.
Mas vamos ver...
Beijo pra todo mundo.


Ps. Acho que este foi o pior post dos últimos anos.

9.7.09

Domingo em Madrid

O que eu mais sinto falta do tempo em que morei em Madrid eram os domingos.
Principalmente os domingos de verão.
Meu programa preferido era acordar pela manhã e caminhar até o Rastro.
O Rastro (ou “El Rastro”) é um mercado ao ar livre que lembra o Brique da Redenção, em Porto Alegre, guardada as devidas proporções, lógico.
De repente a Feira de Acari seria um melhor comparativo, mas nunca estive em Acari.
São ruas e mais ruas com vendedores ambulantes comercializando tudo que a gente possa imaginar.
Gostava de estar lá só para passear mesmo.
Ver as pessoas e beber um pouco daquela cultura.
Quando começava a encher, seguia até o Parque Retiro.
Este sim lembra muito o parque da Redenção, em Porto Alegre.
Guardada as devidas proporções, lógico.
A maior área verde urbana de Madrid.
Muitos jovens praticando esporte, crianças brincando e artistas de rua.
Um destes artistas era um negro gordo que colocava um aparelho de som no chão e cantava músicas maravilhosas com os olhos fechados.
Ele não abria os olhos.
Ficava horas ali perto escutando e vendo as pessoas.
Pela tarde, as opções eram as melhores: jogo do Real Madrid, jogo do Atlético de Madrid ou uma “corrida de toros” (se disser “tourada” ninguém vai saber o que é).
Dependendo de onde fosse, almoçava nas proximidades.
Quase sempre um bocadillo de Jamón York.
Um tipo de pão francês com presunto, guardada as devidas proporções, lógico.
Vamos combinar que dá saudade um domingo assim.
Acho que para ser 100% perfeito, só mesmo tendo ao lado a mulher amada.
Hoje tenho a Priscila, e espero um dia poder passar um domingo com ela em Madrid.

Pietro no Olímpico

7.7.09

Força que entra


Adivinha quem é?

Pequena Luiza



Como prometido, estou postando a foto da Luiza, minha segunda sobrinha e a mais nova alegria da família.
Parabéns!

Elvis alive

Um dia destes estava vendo uma matéria em uma rede de TV norte-americana que dava conta que Elvis Presley foi visto em Buenos Aires, na Argentina.
A reportagem escuta duas pessoas que seriam testemunha da presença de Elvis no bairro.
Dizem elas, em espanhol, que se trata de um morador misterioso, usando nome falso de John Burrows e que dificilmente sai de casa.
A matéria inclusive apresenta uma imagem mostrando o suposto Elvis Presley, bem mais velho, lógico.
Como se não bastasse, a reportagem reproduz uma reconstituição dos últimos dias de Elvis nos Estados Unidos especulando a forma como deixou o país escondido em um avião particular até chegar na Argentina e toda a fraude que foi sua morte.
Mostra lugares por onde teria passado e ouve pessoas que poderiam ter convivido com ele sem saber a verdadeira identidade.
Ou seja, uma matéria fantástica, provavelmente produzida por pessoas sob o efeito de algum alucinógeno, mas que acaba se tornando interessante pela bizarrice.
E a reportagem dá total certeza de que Elvis ainda vive em algum lugar da capital argentina.
Não há espaço para contestação.
Americanos gostam desse tipo de coisa.
E com razão. Mexe com o imaginário de qualquer um.
É impossível ver uma matéria dessas e não se perguntar: “será mesmo?”. “E se for verdade?”.
Imagina estar passeando pela Calle Florida e se deparar com Elvis Presley comendo um Big Mac?
Basta procurar no Youtube para encontrarmos diversos programas como este com diferentes temas:
Será mesmo que o homem pousou na lua ou aquelas imagens foram forjadas pelo governo americano em um deserto do Novo México?
Aposto que se você pesquisar mais a fundo, vai começar a achar evidências de que aquilo realmente foi uma superprodução.
Com a posição do sol com relação à lua não poderia haver sobra dos astronautas no solo.
Como não há vento na lua, a bandeira norte-americana fincada no solo lunar não poderia estar tremulando.
São algumas das teorias.
Adolph Hitler fugiu para o Brasil no final da Segunda Guerra e aqui viveu até os anos 90 do século passado.
Ou seria na Argentina?
Já ouvi essa também.
Pois a mais nova agora diz respeito ao Michel Jackson.
Será que morreu mesmo?
Alguém viu o corpo?
Teria bolado uma fuga espetacular para jamais ter que pagar suas dívidas milionárias?
Já li que algumas pessoas teriam visto alguém parecido com ele cruzando a fronteira com o México.
Será?
Quem sabe não estará escondido em alguma casa próxima ao Pelourinho, na Bahia.
Ele e Raul Seixas.
Seja como for, histórias como essa continuarão existindo no imaginário coletivo.
Se eu acredito?
Por que não?
Você podem até achar que estou brincando, mas eu já vi a Elis Regina fazendo compras num brechó da Cidade Baixa.
Era ela.

6.7.09

Ídolo no Olímpico


Me refiro ao cara de laranja atrás do Maxi López.

Foto: página central do Caderno de Esporte da Zero Hora.

Luiza

Hoje pela manhã nasceu a Luiza, minha segunda sobrinha.
Filha do meu irmão Marcos e da Solange.
Seja muito bem-vinda!

Foto em breve!

Casamento da Deisi


Minha amiga Deisi se casou no último sábado.
Junto com Priscila, tive a honra de participar desta festa, que posso considerar uma das mais espetaculares que já fui.
Apesar de luxuosa, uma festa extremamente discreta como tudo que diz respeito à família Assis Moreira.
Muita segurança.
Carro revistado na entrada e na saída e a proibição de entrar com celulares e/ou câmeras que fizessem vídeos ou fotos.
Um cuidado justo e obrigatório nessa época em que qualquer imagem publicada rapidamente se espalha por jornais e sites de todo o planeta.
Ainda mais com pessoas tão admiradas publicamente.
Ah. Pra quem não sabe, a Deisi é a irmã do Ronaldinho Gaúcho com quem tive a oportunidade de trabalhar durante anos.
Primeiro no Grêmio, depois diretamente no escritório da família.
Fiquei muito honrado com o convite, já que a festa se limitou aos familiares e amigos mais chegados.
Espero que a Deisi não fique chateada comigo por causa deste post, mas não poderia deixar de dividir essa honra com meus leitores.
Ronaldinho estava lá, claro que sim (é a pergunta que mais respondo).
Sempre com sua alegria e simplicidade.
E não só ele, toda a família presente.
Matei a saudade da matriarca, “dona” Miguelina.
Um doce de pessoa, vocês nem imaginam.
Além disso, o Pietro foi paparicado por todos que fizeram questão de acariciar a barriga da Priscila.
Como se somente estar participando deste momento tão especial para a família não bastasse, ainda tivemos a oportunidade de ver bem de pertinho show com Arlindo Cruz, Margarete Menezes e Grupo Revelação, entre outros.
Sem falar na comida e bebida.
À vontade e para todos os gostos.
Chegamos em casa às 6h da manhã.
Estava tudo muito bom, para uma noite inesquecível.
Muito sucesso e amor nessa união e que a simplicidade continue prevalecendo onde houver um Assis Moreira.

3.7.09

Frases da semana

"Se o Inter jogar contra um time de cachorros, eu vou latir na arquibancada"
Luiz Nei ao ser perguntado se torceria para o Corinthians na final da Copa do Brasil.


"Não gosto quando tu tens esses sonhos premonitórios, pois eles nunca se concretizam"
Rafael Pfeiffer sobre o post anterior

1.7.09

Landi Sobral dos pobres

Olha, não sei o que vai acontecer nesta quinta-feira com relação ao jogo entre Grêmio e Cruzeiro.
Não tenho como saber.
Não prevejo o futuro.
Eu acho.
Por via das dúvidas, esse post foi publicado por mim no mês da março (clica aqui).
Não custa recordar.

O Estudiantes já está na final.

10 anos

Hoje estou completando 10 anos de trabalho no Grêmio.

Só pra constar.

Casa nova, vida nova

Desde a última sexta-feira, estamos de casa nova.
Não foi uma mudança muito traumática, já que apenas trocamos de apartamento e não de prédio.
Passamos para dois andares abaixo do nosso.
Isso facilitou bastante.
Foi só colocar as coisas na frente da porta e empurrar pela escada.
Tivemos ainda a preciosa ajuda da minha querida sogra, Kate.
Veio de Americana apenas pra ajudar na mudança.
E como ajudou!
Não sei o que seria da gente sem ela neste último final de semana.
Deixo aqui meu agradecimento público e o desejo que ela venha morar de vez aqui com a gente junto com o sogrão, lógico.

Dá pra dizer que nosso novo apartamento é pelo menos três vezes maior do que o anterior.
Agora temos um quartinho só para o Pietro que vem aí.
Agora temos uma cozinha espaçosa com mesa para tomar café e uma TV pequeninha.
Agora temos um armário na dispensa com mantimentos.
Agora temos uma área de serviço ao ar livre com máquina de lavar e espaço para estender as roupas.
Agora temos uma sala enorme com dois ambientes e espaço para colocarmos uma mesa de jantar.
Agora temos dois banheiros (sendo um deles no nosso quarto).
Lendo tudo isso, fico pensando: como conseguimos viver no nosso apartamento anterior?
Bom, na verdade é muito mais fácil se adaptar a qualquer lugar tendo a Priscila ao lado.
Com ela eu moraria até num contêiner.
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