23.7.09

VTNC

No último domingo o Fantástico apresentou uma matéria falando sobre a importância do palavrão na vida das pessoas.
Como o fato de soltar um palavrão pode diminuir a dor de um cidadão.
Seja a dor física ou a dor interior.
Já dizia o Millôr que os palavrões nada mais são do que “recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de (foda-se!) que ela diz”.
E não é só (foda-se!).
Existe uma gama de expressões que podemos utilizar no nosso dia-a-dia.
Evidente que o tema é polêmico e nos faz pensar.
Eu, por exemplo, não tenho o hábito de utilizar muitos palavrões.
Talvez porque não precise.
Ou até precise, mas não posso proferi-los por motivos nobres já que as consequências poderiam ser as piores.
Principalmente se falarmos no meu futuro profissional.
Pensei também em quais palavrões costumo utilizar.
Qual seria o mais quixotesco?
Pqp e vtnc (com variação para vtn-olho do seu-c) encabeçam o topo da tabela.
Vai te f..., que equivale a foda-se, também está bem cotado.
Mas foi então que descobri minha falta de criatividade.
Dificilmente utilizo outro.
Talvez o melhor de todos eles seja “tua mãe ta dando o c... na zona”.
Que na verdade é mais ofensivo à progenitora (assim como fdp e pqp) do que propriamente ao indivíduo xingado.
Seja como for, “tua mãe ta dando o c... na zona” é realmente catársico.
Tendo em vista tudo que a “zona”, e o próprio ato de dar o c..., representam na sociedade.
Sendo assim, se sintam à vontade para colocar os podres pra fora.
Se alguém ficar chocado...
Foda-se.

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