19.4.12

Ingresso da Libertadores de 1983 para meus seguidores

Meu perfil no Twitter chegou a surpreendente marca de 5 mil seguidores.
Fato que muito me honra e orgulha.
Diferente do que fiz nas últimas vezes, quando sorteei camisa oficial do Grêmio ao atingir mil e dois mil seguidores, desta vez decidi tocar fundo no coração dos mais gremistas que me acompanham.
Vou sortear um ingresso original da final da Copa Libertadores de 1983.
Sem dúvida, uma relíquia para todos os torcedores do Tricolor que vivem e acompanham a história do Clube.

Ainda que tivesse assistido ao vivo esta grande final contra o Peñarol, em 1983, não cheguei a guardar o ingresso.
Passei anos da minha vida atrás dele e só no ano passado, de uma forma inusitada, consegui realizar esse sonho.

A pessoa que me conseguiu o ingresso é um primo distante de terceiro grau. E o mais curioso de tudo, é que ele não conseguiu ir ao jogo.
Isso mesmo.
Mesmo adquirindo as entradas, ele não conseguiu estar presente no Olímpico naquela noite de 28 de julho de 83.
Tanto que o ingresso está intacto.
Quem entrou no Olímpico, teve o bilhete rasgado na ponta, como era de praxe.

Hoje, este primo vive em Jurerê/SC, e guardou a relíquia durante todos esses anos.

Espero que o ganhador tenha noção da importância deste ingresso e possa guardar com carinho.


Obs. O papel branco que aparece junto na foto não faz parte do prêmio.

13.4.12

Futura Arena do Grêmio no dia 13 de abril de 2012








No local demarcado com pau e grama ficará a bandeira de escanteio





Visão que os jogadores teriam entrando em campo pela saída dos vestiários

Onde serão os vestiários: Av. Castelo Branco ao fundo

Como ficaram meus tênis e minha calça

Entrevistando o secretário Ricardo Gothe pra Grêmio TV










Casinha da água e do café



4.4.12

Airton Ferreira da Silva - O maior de todos

Não vi jogar Airton Ferreira da Silva.
Infelizmente, naquela época, não tínhamos registros de imagens.
Nadinha.
Jamais vi sua famosa jogada recuando uma bola de “letra” para as mãos do goleiro.
Tento imaginar tamanha ousadia dentro da minha cabeça, mas é difícil.
Tudo que sei é pelo que li ou pelo que escutei.
Depoimentos de pessoas com credibilidade, que viram Airton jogar, ou que jogaram ao lado dele. Até mesmo as palavras do próprio Airton em entrevista que fiz (abaixo) ou em bate-papo informal fora das câmeras.
Cresci dentro do Grêmio com as pessoas venerando o “Pavilhão” como um dos maiores zagueiros da história do futebol brasileiro.
Aquele gigante passava por mim com seu caminhar lento e seu olhar sereno.
Sorria.
Admirava como que um Deus.
Imponente.
Imortal.
Sabia exatamente a importância daquela pessoa para história do Grêmio.
E me sentia privilegiado e honrado a cada conversa, a cada aperto de mão.
Airton me recebeu em sua casa humilde, distante 30 metros da entrada do Olímpico.
Um verdadeiro gentleman.
Me mostrou alguns livros com recortes antigos.
Várias fotos contando sua história no futebol.
Lembranças que guardava com carinho.
Emocionou-se ao falar de seleção brasileira.
Conversamos durante 21 minutos.
Uma entrevista que pode ser resumida em apenas uma frase.
Frase que ficará marcada para sempre na minha memória e na memória de todos os torcedores:

“Tudo que eu tenho na vida, eu devo ao Grêmio”.

A foto que abre esta publicação foi tirada por mim durante evento de aniversário do Grêmio em 2007. Airton, Galvão, Luís Eduardo e Ancheta.
Boa parte da história do Grêmio reunida.

Com todo o respeito aos demais, Airton era o maior de todos.
Literalmente.

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