5.5.12

No último segundo


Acompanho futebol há pelo menos 35 anos e, neste período, já vivi momentos inesquecíveis.
Hoje comecei a recordar aqueles jogos que foram decididos no último lance.
Lógico que existem muitos pelo mundo afora, mas escolhi dois gols que ficaram para sempra na minha memória.

O primeiro deles foi na final da Copa Libertadores de 1987 entre América de Cali e Peñarol de Montevideu.
Era o último jogo, disputado em campo neutro, em Santiago do Chile.
Sem as facilidades que temos hoje em dia com as transmissões de televisão, Luiz Nei descobriu que o jogo seria reproduzido ao vivo pela extinta Ovo de Colombo, uma boate/restaurante que ficava na Av. Cristóvão Colombo, em Porto Alegre. O local possuía antena parabólica e só assim conseguia transmitir.
A notícia circulou entre a comunidade uruguaia em Porto Alegre, que lotou as dependências da boate.
Luiz Nei me levou.
O jogo estava zero a zero no último segundo da prorrogação.
O empate dava o título ao América, pelo saldo de gols.
Mas o Peñarol marcou.

O segundo jogo inesquecível foi a decisão da extinta Recopa da Europa de 1995.
Arsenal e Zaragoza decidiam em Paris, quando, no último segundo da prorrogação, o Zaragoza conseguiu marcar um gol improvável.

A importância de cada gol pode ser percebida na narração de cada um.

Não tem como não arrepiar.

Divirta-se abaixo.


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